Dia: 25 de fevereiro

Luís Gomes, Presidente do PSD/Algarve, convoca eleições para a estrutura a que preside há três mandatos para o dia 30 de janeiro

“As eleições no PSD/Algarve foram antecipadas para permitir a eleição de novos órgãos distritais antes do congresso do partido, em abril”, referiu, hoje, o também Presidente da Câmara de Vila Real de S. António, sublinhado, ainda, “que o seu pedido de demissão da comissão política distrital, apresentada a 12 de dezembro, teve apenas como objetivo antecipar em três ou quatro meses as eleições para os órgãos distritais do partido, uma vez que não se pode recandidatar por já ter cumprido o limite de mandatos”.

O autarca de Vila Real de S. António entendeu que devia haver uma nova direção para ir ao congresso, pelo “foi um processo normal pedir eleições para três ou quatro meses mais cedo daquilo que era esperado”.

Embora, não existam candidaturas formalizadas, fala-se no nome do presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, David Santos, como um provável candidato ao PSD/Algarve, sucedendo, assim, a Luís Gomes.

Confrontado pela negativa com a vinda antigo primeiro-ministro José Sócrates no passado sábado, 9 de janeiro, para um debate sobre Política, Justiça e Indiferença, em Vila Real de Santo António, que afinal não passou de um monólogo, mas que havia a promessa de se discutir e ouvir vários pontos de vista sobre estas matérias, no âmbito de um ciclo de iniciativas idênticas que têm vindo a ser organizadas na cidade algarvia, Luís Gomes, é de opinião: “Temos que ter uma reforma da Justiça e não se trata de partidos, mas trata-se de política, e isto o que é? Temos que ter naturalmente transparência política e dos decisores políticos, mas também ter transparência na Justiça, porque as pessoas precisam de se sentir seguras relativamente ao sistema de Justiça”. No entanto, o autarca negou qualquer tipo de mal-estar dentro do PSD por ter José Sócrates para participar no “debate”, que não teve direito a perguntas e no qual o antigo primeiro-ministro voltou a criticar o Ministério Público por não ter apresentado qualquer acusação, provas ou factos e ter desrespeitado os prazos legais previstos. 

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