Dia: 22 de Jul
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Rui André, Presidente de Câmara Municipal de Monchique, anuncia que o Incêndio na Foia está dominado

Rui André, Presidente de Câmara Municipal de Monchique, anuncia que o Incêndio na Foia está dominado: “Apesar de ainda ser necessário um trabalho muito importante durante aspróximas horas e o dia de amanhã, finalmente os muitos meios no terreno acabaram por levar vencidas as chamas que puseram à prova a capacidade de entrega e abnegação por parte de todos os intervenientes no seu combate”. 

Até agora, no Teatro de Operações, 115 veículos e 415 operacionais, a que se juntaram 5 máquinas de rasto; 4 aviões; 1 Beriev russo; 4 helicópteros; Bombeiros de todo o Algarve; equipas de reforço de Bombeiros de Lisboa, Évora e Beja; 3 pelotões militares do Exército português; Autoridade Nacional de Proteção Civil; Recursos materiais e humanos dos Serviços de Proteção Civil de Monchique, Portimão e Silves; Guarda Nacional Republicana; GIPS; Polícia Judiciária; Afocelca; Sapadores florestais; Várias autoridades e população que colaborou nas ações e em todo o trabalho de apoio às operações, o meu MUITO OBRIGADO! Um agradecimento também especial a todos aqueles que durante estes dias demonstraram a sua solidariedade e disponibilidade de apoio, com especial atenção a um Amigo que acompanhou sempre atento e preocupado e me manifestou preocupação com a situação ao longo de todo o dia de hoje. Obrigado Professor Marcelo Rebelo de Sousa, Senhor Presidente da República pelas suas palavras de encorajamento e preocupação.

Em Monchique continua o combate ao incêndio que deflagrou no sábado na localidade de Foia, e foi reforçado durante a noite, tendo como prioridade a proteção de habitações, referiu o comandante de permanência às operações do CDOS de Faro.

 “Estão no local 320 operacionais, incluindo bombeiros de todo o Algarve e também do distrito de Beja, os quais combatiam pelas 6,00 horas, numa frente ativa do incêndio em mato que deflagrou na tarde de sábado, informou o comandante Richard Marques”, estando, estes operacionais àquela hora, a ser apoiados por 62 veículos e cinco máquinas de rastos, explicou o Comandante Richard Marques..

 "A área que nos merece maior preocupação neste momento é a área sul do incêndio, uma vez que a área norte já está consolidada. Neste momento os maiores desafios são o edificado disperso e a dificuldade de acessos", sublinhou, ainda, o comandante em declarações à comunicação social.

O comandante de permanência às operações do CDOS de Faro explicou que o edificado disperso leva a que "a proteção dos bens e das habitações"  seja a prioridade.

Apesar de até àquela hora não terem sido registadas "situações emergentes", duas pessoas, uma idosa e uma com mobilidade reduzida, foram retiradas das suas casas por prevenção e alojadas em casas de familiares, adiantou, igualmente Richard Marques.

Nas próximas horas são esperados grupos de Évora e de Lisboa e três pelotões militares do exército para trabalhos de vigilância nas zonas onde o incêndio já foi extinto, informou, ainda, Richard Marques. O incêndio de Monchique, que deflagrou às 17,08 horas de sábado numa zona de mato, era às 06,00 horas a única "ocorrência importante" no país. Um total de 33 incêndios mobilizava 718 operacionais apoiados por 214 meios em Portugal Continental, segundo portal da Proteção Civil. A Proteção Civil destaca como "ocorrências importantes", em que inserem os incêndios de grandes dimensões, aqueles com duração superior a três horas e com mais de 15 meios de proteção e socorro envolvidos, mas apenas contemplam os incidentes do continente, já que as regiões autónomas têm serviços próprios nesta área.

Precaução obriga a retirada de pessoas das casas

Idosos e pessoas com mobilidade reduzida foram as primeiras a ser socorridas, uma vez que o fogo ao final da manhã tinha uma frente intensamente ativa e contava com 411 operacionais no terreno Várias pessoas idosas e outras com mobilidade reduzida foram hoje retiradas das suas habitações e colocadas em casa de familiares "como medida de precaução", devido ao incêndio que lavra em Monchique, disse o comandante Richard Marques.

 "Por antecipação, decidimos retirar algumas pessoas por precaução, nomeadamente as mais vulneráveis, que são os idosos e pessoas com mobilidade reduzida", adiantou o mesmo comandante operacional dos bombeiros do Algarve, Richard Marques.

Segundo aquele comandante, pelas 13,50 horas "o fogo com uma frente ativa continua a lavrar com intensidade e a evoluir para sul da Foia, no concelho de Monchique, dando alguma preocupação" devido às casas dispersas pela serra. "O edificado disperso leva a que a prioridade seja a de proteger pessoas e habitações, levando a que se concentrem os meios junto às zonas habitadas, para evitar males maiores", sublinhou Richard Marques, que disse ainda que, "até ao momento, não há registo de que alguma habitação tivesse sido atingida pelo fogo, registando apenas um caso de uma bombeira que teve de ser assistida devido à inalação de fumo e de duas pessoas que tiveram que ser retiradas das suas habitações". Um total de 411 operacionais de várias corporações do Algarve e do Alentejo combatem as chamas que deflagraram no sábado à tarde, apoiados por 127 veículos, oito meios aéreos e cinco máquinas de rasto.

 

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