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O que a malta quer é: "Putas e vinho verde" e Jeroen Dijssebloem trocou por miúdos o ditado português: "Com mulheres e bebidas”, ou seja, “Nem copos nem corpos"

O que a malta quer é:

"Putas e vinho verde" e Jeroen Dijssebloem trocou por miúdos o ditado português: "Com mulheres e bebidas”, ou seja, “Nem copos nem corpos"

 

Texto João Pina

Carteira Profissional de Jornalista Nº 4 408

 

 O holandês, Jeroen Dijsselbloem, Chefe do Eurogrupo, disse que a Europa do Sul gasta dinheiro «com mulheres e bebidas» e que depois corre a pedir ajuda financeira.

 

É, óbvio que alguma classe política da dita “geringonça” ficou em polvorosa e contrariou os quatro ventos soprados de Bruxelas com a repulsa de Portugal; primeiro pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva que pediu a demissão do líder do Eurogrupo por tais declarações polémicas sobre a crise do euro, especificando: "São declarações muito infelizes e, do ponto de vista português, absolutamente inaceitáveis" e, o Primeiro-ministro, António Costa, considerou, “se estivéssemos numa europa séria, o senhor Djisselblom seria demitido de imediato, já que proferiu declarações “muito perigosas”, aliás, a “Europa só será credível com um projeto comum no dia em que deixe de ser presidente do Eurogrupo e haja um pedido de desculpas claro, relativamente a todos os países e povos que foram profundamente ofendidos por estas declarações".

 

Nas redes sociais, Jeroen Dijssebloem é tratado de «filho de puta» para cima, de cretino e, outros nomes do caraças.

 

Mas, vamos a factos, a Europa do sul – Grécia e Portugal - que pediram auxílio à EU e, que segundo as contas do Eurogrupo, os respetivos governos gastaram mais de 100 mil milhões de fundos comunitários mal gastos e que o nosso país continua na cauda dos devedores e pelos vistos a precisar de pedir mais esmolas.

 

Quanto às enfumadas declarações de Jeroen Dijsselbloem, se recordarmos os milhões que José Sócrates e Ricardo Salgado e os seus mais diretos amigos gastaram em passeatas pelo mundo e sempre entre copos e mulheres, talvez, tais afirmações tenham razão de ser, não desta forma, mas que são reais não tenhamos dúvidas.

 

Não vale a pena historiar as obras megalómanas feitas ao longo dos anos, desde pontes, pacotes de autoestradas, rotundas, estádios de futebol às moscas, piscinas às vezes mais do que habitantes utilizadores em algumas vilas, bancos que nascem e abrem falências, hospitais privados e casas de saúde para milionários e tudo à conta de créditos mal parados nos bancos maus e, tudo isto, à conta de quê e de quem?
Dos tais 100 Mil milhões!
Mal gastos? Aqui estão algumas das respostas.

 

Quanto ao próprio, Jeroen Dijsselbloem e seus correligionários, nunca gastaram dinheiro em champanhe e acompanhantes de luxo?


Querem ver que aquela malta de Bruxelas da UE e do Eurogrupo são santinhos…

 

Porém, na Holanda, os gastos do Rei e da sua Corte são bem discretos, comparados com os gastos da Presidência da República e da Assembleia da República e, dos cerca de mil ocupantes, incluindo deputados, assessores, chefes de gabinetes, consultores, motoristas, seguranças, funcionários do Parlamento, entre outros.
Muito mais do que os holandeses gastam com a monarquia e parlamento, reis e deputados.

 

Jeroen Dijsselbloem termina o mandato no Eurogrupo em janeiro de 1918, porém, o seu partido na Holanda perdeu as eleições e não fará parte do próximo governo, pelo que está de saída de uma forma ou de outra.


Assim sendo, o político que mais mês menos mês passa à história, quer ficar nos anais da mesma...
Esta a razão de tais declarações perigosas.


Todos os políticos ficam na história por afirmações controversas.

Lembram-se de António Guterres e da célebre gaffe do PIB.
E de Manuel Pinho, na qualidade de Ministro da Economia, apontando os célebres corninhos à bancada do PCP na Assembleia da República.

 

Mais milhão, menos milhão que os portugueses vão ter de pagar com juros, ou não e, já que temos fama de caloteiros, que tenhamos, igualmente, o proveirto.

 

Todavia são cerca de 100 Mil milhões de divida que nem bufamos.

Será que os portugueses e, até os mercenários da política, têm conhecimento de que Portugal recebeu nove milhões por dia nos últimos 30 anos, os seja mais de 100 mil milhões de euros em fundos comunitários e de coesão para gastar mal e porcamente....

Falamos de nove milhões de euros por dia! Carago!.

 

É muita massa!

 

E o farsante linguareiro senhor Jeroen Dijsselbloem, meteu a boca no trombone, alegando que a rapaziada, além das pontes, rotundas e tudo o resto, gastou o dinheiro em:
Com mulheres e copos?
Com homens e copos? 
Têm dúvidas?


É, mais que claro, do que o vermelho do bom tinto e da cor branca/verdeada e clara do champanhe que as mulheres adoram e os políticos pagam!
E, aquela nova especialização bem à portuguesa, dita, corrupção, luvas, aconchegos, prémios?
Senhor Primeiro Ministro atual e, antigos governantes que agora buzinam ao mundo, não podem «cantar de galo» por que encaixaram a carapuça.

 

100 Mil milhões!
Porra!

 

Marcelo Rebelo de Sousa que não falha uma declaração na qualidade de Presidente da República, fez o seu papel, disse que o Ministro dos Negócios Estrangeiros e o Primeiro-ministro tomaram a posição de repúdio das afirmações do líder do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem.

 

E, mai nada!

Calem-se! Esqueçam! Trabalhem!

  

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