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Dia: 25 de fevereiro

Presidente da Junta de Freguesia de Armação de Pêra sem oposição nas eleições Destaque

Não nos admiramos que o atual Presidente da Junta de Freguesia de Armação de Pêra concorra contra ele próprio.

Por João PinaCarteira Profissional de Jornalista Nº 4 408

A falta de bom senso, compreensão e cooperação entre uma franja da população, classes trabalhadoras, empresários, associações culturais e instituições públicas, parecem mais acentuada e desunida na procura de casos e de desavenças.
A desunião tem mais de 40 anos, em Armação de Pêra, onde pelos vistos ainda não sopraram os ventos do 25 de Abril

Ao longo dos anos sempre mandou a classe dos pescadores, depois os retornados e meia dúzia de pedreiros transformados em mestres-de-obras feitos construtores e donos de dezenas e dezenas de apartamentos ditos blocos de cimento armado.
Enquanto, os pescadores perderam a força de outrora por via do envelhecimento e desaparecimento natural dos mesmos, cresceu uma nova classe de jovens filhos dos recém armacenenses, que estudou e deu seguimento aos negócios dos pais e hoje são prósperos comerciantes.
Os responsáveis pelas entidades autárquicas, administrativas e associativas passaram a ser eleitos entre jovens licenciados.

Assim, em termos políticos já nada é como há 43 anos, se bem que muitos dos eleitos continuam a pensar que os órgãos que dirigem através do voto, prosseguem a ser uma espécie de "quintas" que herdaram ou compraram, exercendo o "quero posso e mando".
A contrapor, embora, com menos ênfase, a população gira à volta do triângulo de interesses - Igreja (em associação com a Santa Casa da Misericórdia, Lar da Terceira Idade, Gaivota), Junta de Freguesia e Clube de Futebol "Os Armacenenses" - e, quem não estiver abençoado por este triunvirato vive à revelia e com dificuldades de integração, prosperidade social e profissional. A a acrescentar aos interesses da vila, está e bem, o Agrupamento Escolas Silves Sul, as forças de segurança da GNR e pouco mais.

Há quatro anos, nasceu a "Polis Apoteose" que, com a juventude dos seus membros, mudou a mentalidade dos armacenenses e pôs a vila no mapa de animação de verão.Tudo corria bem, mas aos poucos, a “Polis Apoteose” perdeu protagonismo e deixou-se conquistar pelo poder dos meios de organização de eventos da Junta de Freguesia de Armação de Pêra, em parceria com privados feirantes de festivais vindos do norte do país.

Os eventos que fizeram história na vila de Armação de Pêra descambaram com o volume das caixas registadores dos interesses que nada têm a ver com o comércio da terra e passaram a motivar a crítica dos comerciantes locais.

Críticas que não são contra os eventos, mas sim com a calendarização dos ditos no mês de Agosto.
Em 2017 criou-se uma Associação de Comerciantes de Armação de Pêra, mas que e, já a Câmara Municipal de Silves e a Junta de Freguesia da vila querem influenciar e controlar politicamente.
Tem havido reuniões e apresentações entre os intervenientes interessados, mas que tem redundado em fracassos de acusações mútuas, falta de entendimento, bom senso e como tal de falta de acordo, quando o verão está aí… seguido das eleições.
Porém, não é de estranhar por que o exemplo vem da sede do concelho, ou seja, das reuniões e Assembleias Municipais em que o partido do poder e os das oposições nunca se entendem.

Entretanto e por que os armacenenses voltados para o mar e para os seus interesses pessoais, não querem saber de democracias e muito menos de eleições, está a acontecer algo de surreal nos dias de hoje:

Pensamos, que ao fim de 43 anos após a revolução de Abril, em todas as freguesias do país com um número significado de habitantes, no dia “25 de Abril” e no “Primeiro de Maio” registam-se anualmente lançamento de foguetes, arruadas com bandas filarmónicas, espetáculos populares, enfim, animação gratuita e comemorativa das respetivas datas e patrocinadas pelas câmaras municipais e juntas de freguesia.

Correto!

Sempre foi e continua a ser assim!

Menos em Armação de Pêra em que este ano não houve comemorações do “25 de Abril” e do “Primeiro de Maio”. Devido ao desinteresse da Junta de Freguesia, também, nenhuma associação subsidiada pelo estado, clube desportivo, grupo de amigos ou de pessoas se juntaram para ao menos saborear uma caracolada e beber uma cervejola e de cravo vermelho gritar:

Viva a Liberdade!

Pelo exposto, não é de admirar que ao faltar menos de cinco meses para as eleições para a Junta e Freguesia de Armação de Pêra, não se conseguir encontrar ninguém disponível para se candidatar à junta pelo PS, CDU, BE, ou de um qualquer movimento político.
Como, em Armação de Pêra tudo é surreal, e ainda não chegou a democracia «à séria», não nos admiramos que o atual Presidente da Junta de Freguesia em representação do PSD concorra contra ele próprio

Galeria de Imagens

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