Dia: 21 de Out

Velharias com peças a cair viram com grande sucesso no “Clube dos Amigos dos Veículos Clássicos do Barlavento”

Realizou-se no domingo, 4 de junho de 2017, o 38º Encontro dos “Amigos dos Veículos Clássicos do Barlavento", um evento promovido pela Junta de Freguesia de Armação de Pêra e apoio do Clube de Futebol "Os Armacenenses", entre as 10,00 e as 13,00 horas, na zona do antigo Mini golfe, em Armação de Pêra.

Estes encontros são uma iniciativa que se repete no primeiro domingo de cada mês, tornando-se já numa habitual oportunidade para rever de perto os veículos que fizeram e ainda fazem parte da história do século passado e que os seus proprietários mantêm em excelente estado de conservação.

Esta iniciativa no primeiro domingo de cada mês é um brilhante momento para rever de perto veículos que fazem parte da história do século passado e que os seus donos conservam em excelente estado.

O evento é presenciado por algumas centenas de pessoas e transeuntes pela marginal de Armação de Pêra, turistas, forasteiros, proprietários, esposas e amigos, que aproveitam o domingo, quer chova ou faça sol, cerca de 100 automóveis clássicos em perfeito estado de conservação, independentemente dos anos de fabrico.

Além, do desfile pelas principais ruas de Armação de Pêra com os condutores dos clássicos a receber os aplausos do público e dos fãs, cada um, contador de mil vivências, há o habitual almoço de convívio entre todos e mais uma vez realizado num restaurante da vila.

Carros velhinhos com peças a cair viram “Clube dos Amigos dos Veículos Clássicos do Barlavento”

Esta é a história, contada em dúzia e meia de palavras, mas com mais de 200 mil pessoas a ver de perto nos 38 encontros já realizados, a «apalpar os artistas de quatro rodas», a conversar com os seus proprietários e estes a falar das suas «joias» como de filhos se tratasse no primeiro domingo de cada mês e, como já se disse, já lá vão três anos

Texto e fotos: João Pina

(Carteira Profissional de Jornalista Nº 4 408)

Fotos: João Pina, Diogo Correia e Rui Rodrigues Rego

No primeiro domingo do mês e já lá vão três anos, que os caminhos dos amantes dos automóveis clássicos do sul do país vão dar a Armação de Pêra.

Os nuestros hermanos andaluces viajam e aproveitam o fim de semana para vir a banhos à centenária aldeia, hoje vila dos pescadores de Armação; vêm de Vila Real de S. António, Tavira, Olhão. Da capital do Algarve, Faro, deslocam-se os amigos dos carros americanos e os bons vivants dos anos 60, da cosmopolita Quinta do Lago e Vale do Lobo e muitos do concelho de Loulé, residentes estrangeiros com as suas potentes máquinas dos anos 50 a 70.

Armação de Pêra conhecida como destino turístico por excelência do areal da praia e de ter o maior recife natural de Portugal para gáudio dos adeptos e apaixonados pelo mergulho desportivo e do veraneio no fundo dos mares é, agora e cada vez mais, a capital dos automóveis clássicos no sul do país.

“Clube dos Amigos dos Veículos Clássicos do Barlavento” há três anos com a papelada pronta aguarda legalização

No Algarve sempre existiu a tradição do culto pelos clássicos, desde há muitos anos que os amantes dos passeios com estes automóveis, mal o tempo convidava e, aí vinham de Lisboa e do norte do país, quais excursões automobilísticas do século passado a desfrutar as belezas algarvias e do bom tempo. Aliás, passou a fazer parte dos calendários de animação os ditos passeios na semana das férias da Páscoa, nos feriados de junho e depois no mês de agosto, destino da classe média e alta dos portugueses que se faziam acompanhar das «bombas» com mais de 30 anos de estrada.

Muitos estrangeiros escolheram a região para viver das suas reformas douradas e guardarem os Jaguares, Mercedes, Chevrolets e, outras máquinas roladoras nas garagens, fazendo invejam aos portugueses, designadamente, aos emigrantes portugueses em férias, também, no mês de agosto.

Entretanto, centenas de emigrantes e retornados que escolheram, igualmente, o Algarve para viver, acabaram por trazer os seus automóveis que haviam comprado e usufruído em França, Inglaterra, Alemanha, Canadá, EUA e depois de legalizadas as respetivas matrículas, passaram, também a dar as «voltinhas» aos domingos e com os anos tornaram-se clássicos.

Pelo exposto, a região algarvia tem espalhado algumas centenas de automóveis com dezenas de anos, quase escondidos pelas vilas, arredores das cidades e pelos quintais, jardins e garagens das vivendas das serras a sul e com valores avaliados em milhões de euros. Ou melhor, hoje em dia, é lucrativo recuperar um automóvel antigo, por vezes já nas lixeiras, do que negociar um apartamento.

Um veículo com mais de 30 anos, abandonado, chapa, pintura, estofos e o resto completamente estragado e, que os donos ou os herdeiros oferecem a troco de meia dúzia de euros só para se verem livres do «lixo», acaba por ser recuperado por verdadeiros artistas no ramo automóvel.

 Estes antigos mecânicos, bate chapas, pintores, ex-pilotos de automóveis, sobretudo, apaixonados pelos clássicos, dedicam-se a tempo inteiro nas suas garagens oficinas à recuperação dos clássicos, comprando, fazendo peças em falta no mercado, importando outras, o certo é, que passado um ano ou dois de trabalho quase artesanal, o referido veículo automóvel de velho numa lixeira é negociado depois por milhares de euros.

Segundo, informações, o negócio dos clássicos é muito mais rentável do que o ramo imobiliário, havendo muitos interessados na classe média e alta na compra deste género de automóveis, desde que estejam legalizados e em condições de transitar normalmente.

O “Clube dos Amigos dos Veículos Clássicos do Barlavento” nasceu há muito tempo, mas falta batizar numa “igreja notarial”

“Os Amigos dos Veículos Clássicos do Barlavento” nasceram em Armação de Pêra, diríamos de umas brincadeiras de um grupo de amigos, Rogério Pinto, Vítor Simões «Tó Zé» e o Sérgio Costa, do Lotus e, mais um ou dois amigos que, aos domingos se reuniam para tomar café e depois irem almoçar à Guia para saborear o famoso «franguinho da Guia», ou a Portimão comer sardinhas assadas.

De domingo a domingo e mais um carro e mais outro, antigo claro está, o grupo cresceu, até que, Ricardo Pinto, recém-eleito Presidente da Junta de Freguesia de Armação de Pêra lançou o repto ao dito grupo, onde, aliás, se diferencia Rogério Pinto, na altura Vice-Presidente e depois Presidente da Câmara de Silves e, também seu pai.

No primeiro domingo do mês e já lá vão três anos, que os caminhos dos amantes dos automóveis clássicos do sul do país vão dar a Armação de Pêra.

Os nuestros hermanos andaluces viajam e aproveitam o fim de semana para vir a banhos à centenária aldeia, hoje vila dos pescadores de Armação; vêm de Vila Real de S. António, Tavira, Olhão. Da capital do Algarve, Faro, deslocam-se os amigos dos carros americanos e os bons vivants dos anos 60, da cosmopolita Quinta do Lago e Vale do Lobo e muitos do concelho de Loulé, residentes estrangeiros com as suas potentes máquinas dos anos 50 a 70.

Armação de Pêra conhecida como destino turístico por excelência do areal da praia e de ter o maior recife natural de Portugal para gáudio dos adeptos e apaixonados pelo mergulho desportivo e do veraneio no fundo dos mares é, agora e cada vez mais, a capital dos automóveis clássicos no sul do país.

“Clube dos Amigos dos Veículos Clássicos do Barlavento” há três anos com a papelada pronta aguarda legalização

No Algarve sempre existiu a tradição do culto pelos clássicos, desde há muitos anos que os amantes dos passeios com estes automóveis, mal o tempo convidava e, aí vinham de Lisboa e do norte do país, quais excursões automobilísticas do século passado a desfrutar as belezas algarvias e do bom tempo. Aliás, passou a fazer parte dos calendários de animação os ditos passeios na semana das férias da Páscoa, nos feriados de junho e depois no mês de agosto, destino da classe média e alta dos portugueses que se faziam acompanhar das «bombas» com mais de 30 anos de estrada.

Muitos estrangeiros escolheram a região para viver das suas reformas douradas e guardarem os Jaguares, Mercedes, Chevrolets e, outras máquinas roladoras nas garagens, fazendo invejam aos portugueses, designadamente, aos emigrantes portugueses em férias, também, no mês de agosto.

 

Entretanto, centenas de emigrantes e retornados que escolheram, igualmente, o Algarve para viver, acabaram por trazer os seus automóveis que haviam comprado e usufruído em França, Inglaterra, Alemanha, Canadá, EUA e depois de legalizadas as respetivas matrículas, passaram, também a dar as «voltinhas» aos domingos e com os anos tornaram-se clássicos.

Pelo exposto, a região algarvia tem espalhado algumas centenas de automóveis com dezenas de anos, quase escondidos pelas vilas, arredores das cidades e pelos quintais, jardins e garagens das vivendas das serras a sul e com valores avaliados em milhões de euros. Ou melhor, hoje em dia, é lucrativo recuperar um automóvel antigo, por vezes já nas lixeiras, do que negociar um apartamento.

Um veículo com mais de 30 anos, abandonado, chapa, pintura, estofos e o resto completamente estragado e, que os donos ou os herdeiros oferecem a troco de meia dúzia de euros só para se verem livres do «lixo», acaba por ser recuperado por verdadeiros artistas no ramo automóvel.

Estes antigos mecânicos, bate chapas, pintores, ex-pilotos de automóveis, sobretudo, apaixonados pelos clássicos, dedicam-se a tempo inteiro nas suas garagens oficinas à recuperação dos clássicos, comprando, fazendo peças em falta no mercado, importando outras, o certo é, que passado um ano ou dois de trabalho quase artesanal, o referido veículo automóvel de velho numa lixeira é negociado depois por milhares de euros.

Segundo, informações, o negócio dos clássicos é muito mais rentável do que o ramo imobiliário, havendo muitos interessados na classe média e alta na compra deste género de automóveis, desde que estejam legalizados e em condições de transitar normalmente.

O “Clube dos Amigos dos Veículos Clássicos do Barlavento” nasceu há muito tempo, mas falta batizar numa “igreja notarial”

“Os Amigos dos Veículos Clássicos do Barlavento” nasceram em Armação de Pêra, diríamos de umas brincadeiras de um grupo de amigos, Rogério Pinto, Vítor Simões «Tó Zé» e o Sérgio Costa, do Lotus e, mais um ou dois amigos que, aos domingos se reuniam para tomar café e depois irem almoçar à Guia para saborear o famoso «franguinho da Guia», ou a Portimão comer sardinhas assadas.

De domingo a domingo e mais um carro e mais outro, antigo claro está, o grupo cresceu, até que, Ricardo Pinto, recém-eleito Presidente da Junta de Freguesia de Armação de Pêra lançou o repto ao dito grupo, onde, aliás, se diferencia Rogério Pinto, na altura Vice-Presidente e depois Presidente da Câmara de Silves e, também seu pai.

Esta é a história, contada em dúzia e meia de palavras, mas com mais de 200 mil pessoas a ver de perto, a «apalpar», a conversar com os proprietários dos clássicos e estes a falar das suas «joias» como de filhos se tratasse no primeiro domingo de cada mês e, como já se disse, já lá vão três anos.

Assim sendo, realizou-se no domingo, 4 de junho de 2017, o 38º Encontro do “Clube dos Amigos dos Veículos Clássicos do Barlavento” que é uma iniciativa da Junta de Freguesia de Armação de Pêra com o apoio do Clube de Futebol "Os Armacenenses", entre as 10,00 e as 13,00 horas, na zona do antigo Minigolfe, em Armação de Pêra.

Estes encontros repetem-se no primeiro domingo de cada mês, tornando-se já numa habitual oportunidade para rever de perto os veículos que fizeram e ainda fazem parte da história do século passado e que os seus proprietários mantêm em excelente estado de conservação.

Como já vem sendo habitual ao longo de três anos, quer chova ou faça sol, cerca de 90 automóveis clássicos em perfeito estado de conservação, independentemente, dos anos de fabrico vêm passar o narrado domingo a Armação de Pêra, sendo que, o evento é presenciado por amilhares de pessoas e transeuntes pela marginal da vila, ou sejam, os turistas, forasteiros, proprietários dos automóveis, esposas e amigos, que aproveitam da melhor forma o domingo

Além, do passeio pelas estradas do Algarve e do almoço de convívio entre todos e realizado num restaurante da vila foi pretexto pelo desfile pelas principais ruas de Armação de Pêra com os condutores dos clássicos a receber os aplausos do público e dos fãs destes veículos, cada um, contador de mil vivências e de milhares de quilómetros. 

O evento do primeiro domingo do mês junho terminou pelas 16,00 horas com o referido almoço de convívio para cerca de cem pessoas, com a promessa de que no domingo do mês seguinte, a organização conta reencontrar mais amigos ainda.

a é a história, contada em dúzia e meia de palavras, mas com mais de 200 mil pessoas a ver de perto, a «apalpar», a conversar com os proprietários dos clássicos e estes a falar das suas «joias» como de filhos se tratasse no primeiro domingo de cada mês e, como já se disse, já lá vão três anos.

Assim sendo, realizou-se no domingo, 4 de junho de 2017, o 38º Encontro do “Clube dos Amigos dos Veículos Clássicos do Barlavento” que é uma iniciativa da Junta de Freguesia de Armação de Pêra com o apoio do Clube de Futebol "Os Armacenenses", entre as 10,00 e as 13,00 horas, na zona do antigo Minigolfe, em Armação de Pêra.

Estes encontros repetem-se no primeiro domingo de cada mês, tornando-se já numa habitual oportunidade para rever de perto os veículos que fizeram e ainda fazem parte da história do século passado e que os seus proprietários mantêm em excelente estado de conservação.

Como já vem sendo habitual ao longo de três anos, quer chova ou faça sol, cerca de 90 automóveis clássicos em perfeito estado de conservação, independentemente, dos anos de fabrico vêm passar o narrado domingo a Armação de Pêra, sendo que, o evento é presenciado por amilhares de pessoas e transeuntes pela marginal da vila, ou sejam, os turistas, forasteiros, proprietários dos automóveis, esposas e amigos, que aproveitam da melhor forma o domingo

Além, do passeio pelas estradas do Algarve e do almoço de convívio entre todos e realizado num restaurante da vila foi pretexto pelo desfile pelas principais ruas de Armação de Pêra com os condutores dos clássicos a receber os aplausos do público e dos fãs destes veículos, cada um, contador de mil vivências e de milhares de quilómetros. 

O evento do primeiro domingo do mês junho terminou pelas 16,00 horas com o referido almoço de convívio para cerca de cem pessoas, com a promessa de que no domingo do mês seguinte, a organização conta reencontrar mais amigos ainda.

 

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