Dia: 19 de novembro

Restaurante e Danceteria Barca Velha, em Lagoa, onde simplesmente se come bem e dança melhor Destaque

O Algarve é, sobejamente conhecido como um dos melhores destinos turísticos do mundo, mas é, igualmente, uma região onde os residentes e forasteiros portugueses se sentem bem e cada vez mais procuram a região para passar férias.

João Pina

Carteira Profissional de Jornalista Nº 4 408

(Em atualização)

A “BARCA VELHA!” não será o melhor espaço gastronómico e de entretenimento do Algarve, contudo, é seguramente um dos melhores no sul do país pela dinâmica da gerência, profissionalismo e simpatia de quem ali trabalha.

O peixe sempre fresco do dia, aliado à excelente qualidade das carnes, aos baixos preços das refeições, contribui para ser um dos restaurantes mais procurados no centro do Algarve – Lagoa – preferido e elogiado pelos clientes.

A completar tudo, a “BARCA VELHA” tem, ainda, o mais carismático espaço de dança do sul, onde os espetáculos de variedades, festas e os tradicionais bailes, fazem do Restaurante Dancdeteria Barca Velha um caso sério na animação no Algarve:

As dificuldades e as rasteiras no negócio da animação no início

Quem o diz é, Virgílio Sequeira, quando o questionam sobre o perfil da Danceteria que gere há nove anos: “A “Barca Velha” foi-me apresentada numa conversa informal no ano de 2008, por um amigo e conhecido empresário no ramo da restauração, Rui Guerreiro, da Marisqueira Rui, como sendo um projeto que era a minha cara. Tínhamo-nos encontrado nas compras no “Modelo” em Silves e, incentivou-me para a possível negociação – mas, tu não conheces o espaço – por acaso, não conheço, respondi-lhe”, recorda hoje, o empresário Virgílio Sequeira, enquanto almoçávamos na esplanada do restaurante, espaço coberto e isolado do frio, calor, ventos e proporcionando aos clientes conformo e a possibilidade de fumar. “Na altura, pensei que era um projeto que precisava de muito dinheiro, mas como nunca abunda, levei tempo a pensar. Tentei arranjar uma pessoa que me ajudasse que, aliás, entrou no projeto no princípio da negociação que demorou seis meses para efetivar o negócio, mas, que a partir daí não entrou comigo para frente. No entanto, eu arranjei condições financeiras para prosseguir no negócio e arrancar com a Barca Velha”, recorda Virgílio Sequeira.

O hoje empresário de sucesso, reabriu o Restaurante Barca Velha e também a Danceteria a funcionar paredes meias com o espaço. “Quando tomei conta do negócio, mantive o restaurante aberto diariamente com fados às sextas-feiras e bailes aos sábados que era o que o senhor Palma, antigo proprietário fazia. Quando a gente entra num projeto deve mantê-lo e foi o que fiz, andei ali a apalpar o terreno, verificar o que estava bem feito e tentar fazer melhor. Não se pode deitar as paredes abaixo e dizer que «vou ser o melhor», até porque não tinha grande experiência de bailes, não era bailarino, músico ou cantor, era apenas um cliente que gostava de dançar às vezes, frequentava outras casas”, relata Virgílio Ferreira, adiantando, “trabalhei em miúdo no Hotel Delfim, no «Restaurante Borda d’ Água», outras experiências na restauração como empregado, mas nunca tinha aprofundado os conhecimentos, não tinha aquela prática se bem que trabalhara”.

Mas nem só o ramo da restauração motivou Virgílio Sequeira enquanto adolescente e já homem de família: “Tive um negócio de frutas, outro negócio de Madeira, até porque nasci em Monchique e sempre lidei com a serra e madeiras, tive, ainda, uma transportadora, um restaurante, um supermercado, passei por várias áreas de comércio, enfim, já tinha a minha base de conhecimentos quando avancei para este negócio, aliás, foi a minha tábua de salvação para começar e aguentar a «Barca Velha» em pé, apesar, de todas as dificuldades que surgiram”.

Quem conhece a «Danceteria Barca Velha» apercebe-se, claramente, das grandes mudanças que o espaço tem sofrido nos últimos nove anos, desde a decoração, aos empregados, os cientes e, sobretudo, o ambiente musical e de variedades.

Pela «Barca Velha» têm passado os mais populares músicos e artistas deste género de animação noturna.

Artistas populares de norte a sul são atração regularmente e, de semana a semana os artistas variam, fidelizando os clientes que já constituem uma grande e numerosa de família que não falta às quartas-feiras e aos domingos à tarde, para além de muitas sextas-feiras e sábados.

Virgílio Sequeira olhou em seu redor e prosseguiu a conversa acerca do seu projeto comercial e artístico: “Transformações? Várias. Criei esta esplanada onde estamos, meti ar condicionado, comprei mesas novas, cadeiras, fiz grandes transformações. A «Barca Velha» hoje existe, mas muito diferente do que encontrei quando abracei o projeto. A «Barca Velha» tinha um nome e meia dúzia de cadeiras e uma salazinha muito mais pequena. É, óbvio que tinha cozinha, balcão, mas nada parecido do que tem agora” e, acrescentou: “Tive de trabalhar pouco a pouco para ter isto tudo. Criei outros dias de animação, tentei uma quarta-feira contratando um excelente músico que é o Humberto Silva e me ajudou no princípio, porque fidelizar o público num dia numa Danceteria não é fácil”.

Quando Virgílio Sequeira tomou conta da casa, às sextas-feiras havia bailes e fados, que o empresário continuou com a ajuda de Manuel Santarém, João Arroba e, outros, porém, por motivos de saúde do senhor Manuel Santarém, as mesmas terminaram e “tive uma grande baixa pela perda na programação e da receita, parando, com essa noite de bailes”, desabafa, “foi assim que comecei e, depois a partir do nada, criei o domingo com grandes dificuldades com 70, 80, 90 pessoas em meses e meses patinando, patinando, patinando quando hoje é o meu melhor dia”, enfatiza o empresário no seu falar humilde e sem preconceitos, continuando: “Voltando às sextas-feiras, depois de ter parado por completo, pensei uns tempos e tentei fazer qualquer coisa nesse dia. Assim, fui buscar um artista, Emanuel Martins, logo numa sexta-feira em setembro de tornou-se num êxito durante três anos que abanou o Algarve a nível de Kizomba. Abanou tanto, que alguém me quis derrubar, porque a gente não pode crescer, infelizmente, em Portugal não conseguimos crescer. Quando veem uma pessoa com alguma credibilidade, vêm as forças maiores e não quer dizer que tenhamos de estar sempre no meio, ninguém vive no meio a cem por cento na lei. E, eu, neste momento, já estou mais ou menos a par de quem me ajudou a derrubar. A «Barca Velha» trabalhava demasiado para as casas de Albufeira, Portimão e da Praia da Rocha e elas paravam. E para alguém que já estava na noite há muitos anos, chegou aqui um Virgílio Sequeira que abre um Dancing em Lagoa, um gajo de Monchique que não percebe nada desta merda e faz parar Portimão e Albufeira. «Eh pá! Levou algum tempo, mas a gente tem fazê-lo parar», foi o que pensaram. E pronto! Conseguiram”.

Pelos vistos e, segundo, Virgílio Sequeira, alguém lhe quis fazer e fez, “Eu acho que se a minha alma e aquilo que penso não estiver enganado, essa pessoa se calhar está mais mal do que eu”.

De acordo com as suas palavras, o empresário passou por dificuldades, mas está recomposto. “O senhor Luís Bandarra do Clube do Odiáxere ajudou-me, já que nos meses em que Danceteria este fechado, cedeu-me as instalações do clube para realizar bailes e festas, a Câmara de Lagoa abriu-me uma porta também na Nave da Fatacil, e realizei festas, porém, era um espaço muito grande com despesas altas e vi de imediato que por ali não era o caminho certo. Depois, acabei por conseguir resolver os problemas e reabrir a Danceteria até aos dias de hoje”.

Virgílio Sequeira está de pedra e cal dedicado à «Barca Velha» e diz que o sucesso das quartas-feiras, no Algarve, pertence-lhe e também ao «NAKOFINO» e que aos domingos existem vários espaços a dar bailes, o «Beira-rio», o «Poço Barreto», o «Arão» e outros locais, “A «Barca Velha» antigamente não fazia matinées, há poucos anos que enveredei também pelos domingos”, refere.

Notícias mais lidas nas redes sociais do “Restaurante e Danceteria Barca Velha”

Jantar Vínico” com os “Vinhos Cabrita” no “Restaurante e Danceteria Barca Velha” a 17 de novembro de 2017

O “Restaurante Barca Velha” é, cada vez mais o espaço gastronómico e vínico, escolhido pelas empresas, clubes desportivos e associações e grupos de amigos e de familiares para as suas festas ou de apresentações de produtos e serviços.

Desta feita, na sexta-feira, 17 de Novembro, a “Algarve Views” organizou um Jantar Vínico para degustação dos “Vinhos Cabrita”, o qual decorreu com a presença de 50 pessoas.

A noite iniciou-se pela degustação propriamente dita na esplanada coberta do restaurante a partir das 20,00 horas até que os convidados chegassem, após o que se passou ao interior do restaurante onde as cadeiras e mesas excelentemente decoradas foram ocupadas pelos convivas a esta noite de sabores vinícolas dos “Vinhos Cabrita”.

Com música ao vivo pelos exímios instrumentistas, Jorge Alves e Mauro Mestre foram servidas as entradas à base chouriça assada, presunto de Monchique, queijos regionais, manteigas, azeitonas e depois o jantar, onde do menu constavam: filetes de peixe com camarão, bacalhau à Barca Velha e costeletas de borrego, bem acompanhado de “Moscatel, Cabrita Rosé, Cabrita Branco, Cabrita Negra Mole e Cabrita Tinto”.

Foi uma noite muito agradável com este Jantar Vínico, que além de Virgílio Sequeira, responsável pela “Barca Velha” e Andreia Ferreira e Cátia Campos, da “Algarve Views”, ainda, os músicos Jorge Alves e Mauro Mestre, os anfitriões do evento que explicaram a elevada qualidade dos vinhos servidos e responderam a todas as questões vinícolas formuladas pelos participantes no repasto, foram o enólogo, Dinis Gonçalves e o produtor, José Manuel Cabrita.

Em nome da gerência e do staff, parabéns à iniciativa e aguarda-se por mais…

Sábado, 18 de Novembro 2017

Neste sábado, com clima de verão temperado pelo sol de São Martinho ainda, o “Restaurante Barca Velha” assume-se cada vez mais com o espaço gastronómico do concelho de Lagoa, terra do vinho e, que tem no carismático Virgílio Sequeira um autêntico embaixador vinícola a nível do Algarve.

Assim sendo, diariamente, os bons apreciadores da boa comida e dos melhores vinhos rumam à “Barca Velha” quer aos almoços como aos almoços.

Desta feita, algumas imagens de clientes assíduos: Alexandre Varela, José Carlos, Fábio Vicente, Luciano Vicente, Sérgio Gonçalves e o boss Virgílio Sequeira, João Pina e outros amigos.

Quarta-feira, 8 de Novembro 2017

Pois é!

Virgílio Sequeira apresenta quase sempre uma surpresa gastronómica.

Agradável, diga-se em abono da verdade. Cerca da uma da tarde, senta-se numa mesa ao meio da esplanada coberta e muito confortável da “Barca Velha” e, do seu local estratégico vê quem entra, observa o balcão e o rodopio dos empregados, os clientes sentados e finalmente à despedida com um “muito obrigado e até sempre”.

Correto, Virgílio Sequeira é um patrão trabalhador e amigo do seu amigo.

À medida do decorrer da hora do almoço, entra um cliente mais amigo, um, dois, três comerciais de vinhos, produtores, comerciais de carnes, cada um representando as suas empresas, mas é a hora de comer e beber e acabam por sentar-se na mesa do “boss”.

Na mesa do patrão não há ementas ou escolhas, cada um come o mesmo que Virgílio Sequeira e nenhum se arrepende. Num destes dias, Virgílio Sequeira presenteou os parceiros de mesa com um “cabeça de corvina” com todos, veio uma travessa, duas, três, conforme iam chegando os convivas.

Até aqui tudo bem!

Comer até fartar, mas o pior ou talvez não!

Virgílio Sequeira tem uma das melhores garrafeiras de vinho expostas no próprio restaurante, é só escolher…

Assim sendo, quando uma refeição surpresa se inicia depois das 13,00 horas e termina por volta das 17,00 horas não é de admirar.

Os almoços na “Barca Velha” são uma autêntica degustação dos melhores vinhos que os produtores e comerciais fazem questão de todos provar e avaliar.

Estiveram presentes neste almoço, entre outros: Virgílio Sequeira, Andreia Ferreira, Tiago Mascarenhas, Miguel Félix, João Marques, Duarte Raimundo, João Raposo, Carlos, da “H 2º” e João Pina.

Terça-feira, 7 de Novembro 2017

O Restaurante da Barca Velha sempre com sugestões gastronómicas diárias e diferentes e, ainda com especialidades de peixe fresco e carnes de boi, vitela, porco, frango e outros, sendo que o destaque é a “Garrafeira” com vinhos de todo o pais e naturalmente dos melhores do Algarve.

Quarta-feira o habitual baile na “Danceteria Barca Velha” e já estão sob reserva o Jantar Vínico do próximo dia 17 de novembro.

O “Restaurante Barca Velha”, de Virgílio Sequeira, sito na EN 125, em frente à FATACIK, Lagoa, continua a ser o espaço gastronómico para jantares de grupos de amigos, de desportistas, festas de aniversário e de empresas.

No sábado, 4 de novembro duas equipas de futebolistas veteranos, do “Portimonense” e dos “Estombarenses”, após um renhido, mas amistoso jogo de futebol, confraternizaram noutro magnífico encontro, desta feita, a comer e beber no “Barca Velha”

Domingo, 5 de Novembro 2017

Todos os dias, almoços e jantares a preços módicos e de qualidade suprema e às Quartas-feiras à noite e Domingos desde as 16,00 horas até à meia-noite, as célebres matinées dançantes.

O “Restaurante Barca Velha”, de Virgílio Sequeira, sito na EN 125, em frente à FATACIL, Lagoa, continua a ser o espaço gastronómico para jantares de grupos de amigos, de desportistas, festas de aniversário e de empresas.

No sábado, 4 de novembro duas equipas de futebolistas veteranos, do “Portimonense” e dos “Estombarenses”, após um renhido, mas amistoso jogo de futebol, confraternizaram noutro magnífico encontro, desta feita, a comer e beber no “Barca Velha”

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Continua

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