Dia: 22 de Out

Da realidade à ficção de Fernando Santos

Fernando Santos é arquitecto de profissão, fazedor de coisas e loisas, criador de ideias do caraças, lidera a opinião nas redes sociais a qualquer hora do dia e de quase todas as madrugadas a partir da realidade para a sua ficção da vida.

Num cinema perto de si.

O PCP diz que Paulo Macedo não tem condições para ser administrador da Caixa.

E depois! Isso interessa para alguma coisa?

O filme "O Costa do Marcelo" com realização de Catarina Martins e produção de Francisco Louçã vai estar em exibição ainda muito tempo.

O argumento, que foi traçado nas ilhas açorianas, tem por pano de fundo a Atlântida, um continente submerso e de ilusão que alimenta a esperança verde de alguns portugueses que acham que mesmo sem guelras poderão sobreviver debaixo de água.

Por isso apesar do grande ídolo de Jerónimo de Sousa ter vivido numa ilha, e se sentir mais preparado para viver debaixo de água, ou mesmo em charcos com sapos., dizer que Paulo Macedo não tem condições para ser administrador da Caixa não interessa para coisa nenhuma.

Costa deu-lhe as empresas de transportes, as dos barcos e tudo, e os seus sindicatos aceitam tudo o que vier. Podia ter sido Passos Coelho, ou Maria Luís que era a mesma coisa. Ai aguenta, aguenta.

Num cinema perto de si.

Fernando Santos

2.12.2016

Nada, é só um cobarde atrás do outro

Estou a pensar que a diferença entre os vivos e os mortos é mesmo a verdade.

Os vivos vivem bem com a verdade, pois conseguem dar-lhe o tamanho que ela tem.

A Verdade só tem mesmo o tamanho que conseguimos aguentar. Nós, os vivos.

Para os mortos em contrapartida a verdade tem um tamanho que eles já não podem aguentar, pela simples razão de que já morreram, e os mortos que já morreram não aguentam nada nem têm que aguentar nada pois se já morreram, já aguentaram o que tinham para aguentar.

A verdade é uma coisa pesada.

Digo eu claro, que não estou credenciado como filósofo como por exemplo o José Gil, (dizem os americanos que é o número 25 do ranking mundial, os americanos são como o INE, têm rankings para tudo, depende das encomendas) aquele que descobriu que a inveja é o grande desígnio nacional, quando eu pensava que o grande desígnio nacional é por Centeno no Eurogrupo, para que a geringonça possa ser replicada quem sabe até na Alemanha com o apoio do consultor do Banco de Portugal, Francisco Louçã, mais um gajo de esquerda que chegou ao poder via social-democracia, e agora é um apóstolo do capital que tem antena aberta na comunicação social como grande mentor de Catarina Martins, a nova Nossa senhora de Fátima, a zelar pelos pobres.

Neste pensamento entre os vivos e os mortos lembrei-me da Catalunha e dos seus grandes líderes de extrema-esquerda que declararam a independência unilateral. Diz-se unilateral, porque só tem um lado.

Parece que o Vice - Presidente da Catalunha, sete antigos conselheiros do governo catalão e dois presidentes de associações independentistas que estão detidos, comunicaram ao juiz que acatam a suspensão da autonomia, (o 155 da constituição espanhola) e se comprometem a abandonar a via da independência unilateral, para poderem voltar para o sofá.
Há quem diga que as brasileiras já dão cartas em Barcelona.

Em Bruxelas o cobarde mor apela a que os que ficaram em Espanha e foram presos façam o necessário para poderem sair em liberdade e quiçá gerar jurisprudência que lhe permita a ele, o cobarde mor também voltar a casa, pois o carcanhol está a acabar-se e não tem o telefone de José Sócrates para lhe emprestar as chaves do apartamento em Paris, nem um amigo chamado Carlos Santos Silva, ou Lacerda Machado se estivermos a prever o futuro.

A cobardia, tornou-se pois a base do politicamente correcto que granjeia apoios na esquerda caviar, que é tolerante a tudo o que é inútil e combate tudo o que se auto sustenta sem ter que se agarrar ás tetas do Estado, pela simples razão que a sorte dá muito trabalho e trabalho é algo que não é politicamente correcto.

Politicamente correcto é emprego com direitos, mesmo para quem nunca vergou a mola.

Politicamente correcto é subsídio, tacho e sofás.
Na Catalunha, políticos de extrema-esquerda com penteados à Teodora Cardoso, hoje replicados em Teresa May, e outros políticos sem filhos, que se tornaram politicamente correctos a combater Trump, (um desbocado da verdade) queriam propor uma alternativa, e liderar um povo e quem sabe criar um país, a Catalunha.

Ora esses mesmos políticos fugiram para Bruxelas, ou não fugiram e agora abdicam de liderar um país, de declarar a independência em troca de, quem sabe, poderem voltar para os seus magníficos sofás deixando um povo órfão, porque os povos o são, mais dia, menos dia órfãos pela simples razão que os mortos não declaram independências mesmo que venham todos os dias na televisão.

Os mortos vêm todos os dias na televisão.

Eu, que sou aqui "numa página numa rede social" sempre apelidado de reaccionário, não porque seja propriamente fascista, mas pela simples razão de que reajo, normalmente á burrice e aos mortos vivos, sinto, saudades do Che Guevara, que não tinha medo de ser morto, mesmo pelos amigos de extrema-esquerda que morreram muito ricos depois de o mandarem matar, e que são os ídolos do nosso primeiro-ministro Jerónimo de Sousa.

Para esses grandes e cobardes líderes, o sofá os chama.

O sofá, essa grande bandeira da democracia defendida pela esquerda caviar, que tem cá pelo burgo o seu mais ilustre representante que depois de ter deixado o Porsche a apodrecer na garagem da Lapa por uma boa causa, é hoje um apóstolo do Banco de Portugal, a origem de todo o mal.

O Banco de Portugal, claro.

Os penteados à Mireille Mathieux proliferam pois por esse mundo fora enxertados em chinós.

A grande preocupação é Trump.

O que ainda está vivo, casado com mulheres bonitas e que diz a verdade nua e crua e que até os judas acham que o politicamente correcto prevalecerá perante a verdade, também eles agora a comprarem a liberdade vendendo confissões, pois como mortos não aguentam a verdade.

Fiquem pois com os Puigdemonts cobardes deste "mundo" que se está a tornar quase do tamanho da Terra.

Sim "este mundo está a tornar-se do tamanho da terra".

O que se seguirá, por este caminho, é que se tornarão mortos vivos derivando sem rumo nem Norte, e perguntando!

- Então, que aconteceu?

Nada, é só um cobarde atrás do outro.

Fernando Santos

2.12.2017

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