Dia: 19 de janeiro

Férias de Natal do Clube de Futebol “Os Armacenenses” Destaque

Na antiga aldeia de Armação de Pêra, há há quase 100 anos, um punhado de pescadores entre a faina do mar e a venda do pescado, jogava à bola com os barcos a marcarem as balizas. Às vezes, descalços, outras com as galochas marítimas, pontapeavam a bola sempre que o mau tempo não deixava a entrada dos barcos no mar revolto; assim, nasceu o Clube de Futebol "Os Armacenenses" e, com o rodar das folhas do calendário, a aldeia passou a freguesia e anos mais tarde a vila.

Reportagem: João Pina
Carteira Profissional de Jornalista N. 4 408
Fotos de João Pina e Jorge Rosário

O clube dos filhos, netos e bisnetos dos velhos lobos-do-mar com a evolução das marés e do tempo, deixaram de esmurrar os joelhos e as canelas no areal empedrado e lamacento dos Salgados e depois das Gaivotas e hoje são aplaudidos ou assobiados no Estádio Municipal de Armação de Pêra.
As luas e os sóis movimentam-se e, hoje em dia nos "Armacenenses" aprendem a jogar futebol e a ser jovens adultos, cerca de 200 miúdos a partir das cinco horas da tarde até às oito da noite a caminho de casa. Depois vêm os seniores a treinar «à séria».
O clube da terra complementa a educação da escola e implementa a cultura desportiva e de valores humanos, substituindo-se às canseiras dos pais e às obrigações estatais.
O Clube de Futebol "Os Armacenenses" é o grande formador do concelho de Silves e desde os reguilas petizes aos juvenis com o pretexto de ensinar a jogar à bola, quiçá, outros Ronaldos, a verdade é que substitui e ajuda na tal educação dos filhos, futuros homens e mulheres do amanhã, nascidos ou residentes em Armação de Pêra a enfrentar a vida.
Já são muitos milhares de jovens, hoje homens e mulheres adultos, muitos mais avós e, infelizmente, outros que partiram, mas todos com o vírus dos "armacenenses" pegado ao corpor e mente pela vida fora.
É, este o lema dos "Armacenenses", dar berço aos jovens necessitados da prática desportiva e prepara-los para a vida, se jogam ou não na equipa principal de seniores, já depende deles e da própria vida que escolhem.
Nesta oportunidade natalícia e, sob a égide da direção encabeçada pelo Armacenense de gema, Fernando Serol, que dotou o clube com infra-estruturas ímpares e a disputar os campeonatos nacionais com jogos de norte a sul, incluindo ilhas da Madeira e dos Açores, queremos, afirmar, que honrando os antepassados "lobos-do-mar" a população já não anda descalça, nem tem privações primárias, trabalha honradamente e o quase centenário clube que fundaram está de boa saúde e faz valer os vossos princípios :

O Clube de Futebol "Os Armacenenses" à semelhança dos clubes que disputam provas desportivas oficiais de futebol integradas nas respectivas associações, federações e ligas fizeram uma pausa de 18 de dezembro a três de janeiro de 2018, ou seja, as chamadas férias de inverno.

Dr. Fernando Serol: "Tem sido uma boa campanha, vocês têm dignificado a camisola do clube e peço-vos que nos próximos meses façam igual ou melhor, terminando com os desejos a todos os associados, adeptos, atletas, treinadores, colaboradores, patrocinadores, e respectivas famílias, que passem um Santo e feliz Natal e um Ano novo cheio de saúde, alegria, prosperidades e com muitos êxitos desportivos para toda a família Armacenense”.

Em Armação de Pêra, à semelhança do resto país, os futebolistas do clube da terra partiram para férias, se bem que, antes, houve tempo para dois jantares de Natal, a 19 e 20 de dezembro, realizados no “Novo Restaurante Almadrava”, que reabriu propositadamente para estes eventos e, onde estiveram presentes a maioria dos dirigentes, equipas técnicas e os futebolistas juvenis e na última noite os seniores.

A “capitanear” os dois jantares natalícios, o advogado, Fernando Serol, Presidente da Direção do clube, acompanhado dos dirigentes, Zé Tó Carvalheiro, Vítor Pimentel, o treinador Francisco Camilo, os coordenadores da formação: Jorge Rosário e Sérgio e, ainda, Luís Reis, Nuno Saraiva, João Saleiro, Fernando Santos, Márcio Teles, Diogo Tiago, Mauro Sequeira, Gonçalo, Bruno Bono, Pedro Cabrita, Diogo Carvalheiro.

Estiveram, igualmente,as equipas da formação de Iniciados e Juvenis, duas de Infantis, Benjamins A, duas de Benjamins B, Traquinas, duas de petizes, tendo, assim, o clube cerca de 170 atletas nas camadas jovens desde os três aos 16 anos e que compareceram ao jantar de Natal, 90 pessoas, incluindo os pais dos candidatos a futebolistas do Clube de Futebol “Os Armacenenses”.

Aliás, um dos temas focados “à boca fechada” no evento natalício é, que os pais e a massa associativa, não compreendem que, tendo o clube equipas em todos os escalões de formação até aos Juvenis e, depois não tem equipa de Juniores, “têm de ir jogar futebol para Silves, Guia, Albufeira, Lagoa e Messines com prejuízo de todos os armacenenses”.

Durante o jantar registou-se muita animação entre os jovens, sobretudo, excelente convívio entre os pais, treinadores e dirigentes, ou seja a grande família dos “Armacenenses”.

Na noite seguinte, ou seja, 20 de dezembro, além do Presidente da Direcção, Fernando Serol e Zé Tó Carvalheiro, Francisco Camilo, José Fernandes, Mário Lopes, João Pina e Bruno Costa, João Azul, Ruben, João Soares, Yuran Lopes, Mauro Silva, Daniel Rodrigues, Rafinha, Ruben Casimiro, Elvis Mendes, Lucas Salinas, Yan Mosqueira, Pedroso Barroso, Ary Ricardo Bartolomeu, Mário Vieira, Márcio Teles, Tiago Pulido, Thomaz Ravera, Pedro Rodrigues, Diogo Tiago, Bandarra, Yagi, Nuno Moreira.

A equipa técnica liderada por Ivo Soares, compareceu com os técnicos, João Armando, Pedro Mendonça, Gabriel Caetano e Marco Costa.

Os jantares de Natal ajudaram, mormente, a entrelaçar os laços de amizade e respeito de uns pelos outros e ao convívio desportivo para além dos balneários e das quatro linhas do futebol.

Os dirigentes tiveram oportunidade de conversar com os técnicos, futebolistas e com os familiares directos dos “miúdos” e, estes com quem dirige a partir dos gabinetes do clube e durante os dez meses da época, aos sábados e domingos, em detrimento do descanso e das suas famílias, pelo que nestes dias cara a cara entre uma garfada de carne e um copo de vinho, todos se entendem e desmontam-se mal entendidos sem razões de existir.

O Presidente da Direção do Clube de Futebol “Os Armacenenses”, Fernando Serol, a pedido dos presentes e dos outros dirigentes, acabou por proferir umas palavras alusivas ao evento, sobretudo, à época natalícia: “De uma maneira muito breve, quero em primeiro lugar agradecer a presença de todos, aos atletas e treinadores e familiares dos jovens formandos. Nesta época de Natal, tempo de paz e de amor, quero endereçar um abraço aos atletas de mais longe da família e aos que são de mais perto, desejo um bom Natal e um bom ano de 2018. Aproveito para agradecer à equipa técnica e aos atletas, que ao longo destes quatro a cinco meses, têm desempenhado o seu melhor em prol do clube e desejar um bom Natal e muitas alegrias no ano de 2018. Tem sido uma boa campanha, vocês têm dignificado a camisola do clube e peço-vos que nos próximos meses façam igual ou melhor, terminando com os desejos a todos os associados, adeptos, atletas, treinadores, colaboradores, patrocinadores, e respectivas famílias, que passem um Santo e feliz Natal e um Ano novo cheio de saúde, alegria, prosperidades e com muitos êxitos desportivos para toda a família Armacenense”.

Ivo Soares: “Até à 14ª jornada fizemos 20 pontos, acredito que, eventualmente podíamos ter somado mais quatro ou cinco pontos, no entanto, dizem os entendidos nestas matérias que as classificações não mentem...”

Após o jantar e de uma forma informal, ouvimos o treinador principal do clube, Ivo Soares que, delicadamente não queria falar depois do uso da palavra do Presidente Fernando Serol, mas, confrontado com a insistência do jornalista acabou por responder à primeira questão, aliás, básica na vida de um treinador: “Após estes quase primeiros seis meses de trabalho como técnico dos “Armacenenses”, posso dizer que as condições de trabalho são boas, embora, como em todo o lado e em todos os clubes, existem sempre pequenos ajustamentos, melhoramentos, onde é possível acrescentar melhorias aos nossos atletas. A relação com a direcção tem sido sempre bastante positiva, bastante profissional, temos mantido um diálogo muito aberto nas questões do futebol sénior, para em conjunto conseguirmos ultrapassar os problemas que vão surgindo. Sinto que a direcção tal como a equipa técnica, convergem em esforços para a obtenção dos objectivos do clube”.

Como encontrou o clube a nível de plantel e que decisões tiveram de tomar para que tudo esteja de acordo com a sua linha de treinamento? “O plantel quando comecei a fazer parte do projecto, já estava ligeiramente começado, tendo o clube nessa altura assegurada a permanência de diversos jogadores da época transacta. Situação que foi respeitada até pela valia desses jogadores. Depois o plantel foi sendo completado pelos jogadores que eu considerava uma mais-valia para melhorar a experiência e a qualidade do plantel”, referiu Ivo Soares.

Ao analisarmos a classificação da equipa na sua série do Campeonato de Portugal Prio, pensamos que a direcção está satisfeita e o treinador Ivo como se sente, questionamos: “Até à 14ª jornada fizemos 20 pontos, acredito que eventualmente podíamos ter somado mais quatro ou cinco pontos, no entanto, dizem os entendidos nestas matérias que as classificações não mentem...”.

Para melhorar a classificação, ou assegurar a manutenção, que pretende fazer ou que goste que a direcção lhe proporcione, atiramos à queima-roupa: “Para assegurar a manutenção temos essencialmente que manter elevados níveis de concentração e ambição para efectuar os pontos necessários à tão desejada manutenção. Temos que ser rigorosos todos os dias com o nosso trabalho. Todos juntos acredito que podemos alcançar esse objectivo. Acredito, também, que todos nós poderemos dar um pouco mais de nós (pausa) em rigor, disponibilidade, trabalho, competência e até energia positiva (pausa) desde a equipa técnica, à direcção, passando pelos jogadores, pelo técnico de equipamentos e também pelo departamento de fisioterapia”, enfatizou o antigo guarda-redes, hoje, treinador já conceituado a nível regional.

A finalizar esta breve troca de palavras com Ivo Soares, desafiamo-lo a uma palavra aos futebolistas e ainda outras aos dirigentes e adeptos que domingos a domingo acompanham a equipa: “Agradecemos e apelamos o seu apoio nestas muitas batalhas que faltam para atingir os nossos objectivos. Quanto aos nossos jogadores, mantenham-se humildes, concentrados e convictos do trabalho que ainda têm por fazer”, sublinhou Ivo Soares.

Marco Silva: "Filhos da terra" na equipa, mas o futebol de hoje em dia não garante que isso possa acontecer

A reportagem ficaria “coxa” se não escutássemos alguém ligado directamente ao futebol a nível de futebolistas, pelo que o jornalista optou pelo capitão do Clube de Futebol “Os Armacenenses”, Marco Silva, ao qual para início de conversa pedimos para nos falar com começou no futebol, ao que prontamente aquiesceu: “Fiz a minha formação desde os meus seis anos de idade até aos 18 no “Portimonense”. Depois quando subi a sénior, não tive as oportunidades que achava que podia ter no plantel sénior do “Portimonense”, pelo que decidi seguir o meu caminho sozinho sem qualquer tipo de ajuda, pois achei que o meu futuro dependia unicamente do meu empenho, dedicação e força de vontade para evoluir. Assim, depois de duas épocas iniciais num novo clube chamado “Algarve United”, e de termos subido de divisão na primeira época, pensei em deixar o futebol após o final da segunda época, já que as desilusões foram muitas e as expetativas criadas não foram superadas. Estive  seis meses sem competir, mas durante esses seis meses fui abordado por alguns clubes para voltar à competição, até que resolvi voltar, integrando o “Monchiquense” na primeira divisão distrital. Seguiram-se o “Alvorense”, “Guia”, “Odeaxere” e finalmente, após convite do treinador na altura, José Fernandes, ingressei nos “Armacenenses” que represento com muito orgulho desde a época de 2013/2014”, referiu Marco Silva e que se definiu ao que tínhamos inquirido: “ Dentro de campo sou um jogador de equipa que tenta jogar o mais simples possível de forma a facilitar cada momento do jogo. Fora de campo considero-me uma pessoa simples, humilde e dedicada a tudo aquilo que me proponho fazer.

O nosso interlocutor, Marco Silva é o clássico capitão de equipa, desde quando e como se processou tais escolhas? “Nas camadas jovens do “Portimonense” cheguei a usar a braçadeira algumas vezes, no meu segundo ano como sénior era o capitão do “Algarve United” e no meu primeiro ano no “Guia” era também um dos capitães ficando depois como primeiro capitão no segundo ano do mesmo clube. Aqui em Armação sou capitão desde a minha segunda época pelo clube” . E que requisitos deve ter um capitão de equipa? “Acima de tudo, deve ser um exemplo em cada treino, em cada jogo e em cada momento da época, esteja ela a correr de forma positiva ou de forma negativa. Deve ser o primeiro a levantar a cabeça nos momentos menos bons e contagiar todos os colegas de equipa com atitudes e pensamentos positivos".

Marco Silva: “Com a humildade das pessoas que estão à frente do clube, acredito que possamos crescer e evoluir ainda mais e consolidar a nossa posição neste tipo de competições nacionais”

Mudando um pouco a conversa jornalística, situamos no presente, que diferenças técnicas, desportivas, treinos e objectivas possuem hoje em dia o Clube de Futebol “Os Armacenenses”: “Hoje em dia o Clube de Futebol “Os Armacenenses” procura cimentar uma posição nos campeonatos nacionais e para isso teve que haver mudanças a todos os níveis. Recordo-me de andar com a casa às costas quando estávamos sem campo para treinar, pois tínhamos que treinar na Guia e jogar em Messines, e neste momento temos as condições ideais para treinar e jogar em Armação de Pera junto das pessoas da terra. Neste clube tem-se pensado pouco a pouco melhorar tanto as condições desportivas como as condições técnicas e o resultado está à vista de todos. Com a humildade das pessoas que estão à frente do clube, acredito que possamos crescer e evoluir ainda mais e consolidar a nossa posição neste tipo de competições nacionais”, salientou Marco Silva, um dos pilares dentro e fora do campo dos “Armacenenses”. Insistimos para que definisse o clube desde a direcção, massa associativa, condições, estruturas, deslocações, prémios, entre outras situações? “Tal como disse há pouco, o clube tem no comando pessoas humildes, trabalhadoras e empenhadas no sucesso. Neste momento tem as pessoas certas para conduzir o barco a bom porto. Pelo que sei, a massa associativa gostaria de ver mais "Filhos da terra" na equipa, mas o futebol de hoje em dia não garante que isso possa acontecer. Ainda por mais, numa terra mais pequena onde o leque de jogadores formados no clube é mais curto. Muitos deles acabam por se dedicar à escola ou até mesmo ao trabalho, porque sabem que o futebol é incerto e não traz garantias de sucesso financeiro. Apesar de tudo, o clube tem formado miúdos com muita qualidade, porém, por circunstâncias da vida hoje em dia, dedicam-se a outro tipo de atividade e até mesmo a praticar futebol em outro clube. Acho que o mais importante é o sucesso do clube, seja com jogadores da terra ou não, pois as pessoas passam e o clube mantém-se. No plano financeiro é um clube cumpridor e se há coisa que não falha são os prémios de jogo. Posso dizer que nunca houve qualquer falha com isso. O clube faz um esforço enorme para proporcionar as melhores condições aos seus atletas e equipa técnica. Até aos dias de hoje podemos dizer que não nos falta quase nada para podermos desempenhar as nossas funções".

Marco Silva é, praticamente, dos últimos futebolistas dos tempos do distrital da Associação de Futebol do Algarve. Como encaras as escolhas da equipa técnica, perguntamos: “Encaro com toda a naturalidade possível sabendo que sou mais um elemento para ajudar o clube. Tento ser diariamente o mais profissional possível para ser opção, depois fica ao critério da equipa técnica. Não gosto de comentar as opções da equipa técnica pois sempre fui educado a respeitar todo o tipo de opções sejam elas as melhores ou as piores. Sei no entanto que todas as opções da equipa técnica são para que o clube tenha o maior sucesso em cada jogo”.

O que pensas da “invasão” quase maciça de jogadores estrangeiros muito jovens e alguns sem experiência, mas que, afinal, fazem parte da maior parte dos planteis regionais e nacionais do futebol português? Que consequência pode vir a ter nos futebolistas portugueses, argumentamos: “Todas as equipas hoje em dia têm atletas estrangeiros e quanto mais jovens melhor, pois chegam cheios de vontade de fazer bem as coisas e também cheios de sonhos. Muitos deles abandonam as suas famílias em busca de um sonho de criança e a única preocupação diária, para além das saudades da família, é treinar forte e concentrados. A qualidade do jogador português é tão boa ou melhor que o jogador estrangeiro, cabe depois aos treinadores fazer as opções mais acertadas para que a equipa tenha sucesso. Hoje em dia, não vejo os estrangeiros como uma ameaça aos jogadores portugueses, mas sim como uma mais-valia para qualquer plantel desde que venham acrescentar qualidade, depois depende de cada um trabalhar no seu melhor nível para poder jogar, seja o jogador português ou o estrangeiro”, sublinhou Marco Silva.

E, como está a equipa principal do Clube de Futebol “Os Armacenenses” na presente época? ”Estamos a fazer uma época tranquila, dada a nossa classificação, mas até os objectivos estarem atingidos não iremos abrandar nem um segundo. Iremos com toda a certeza continuar a trabalhar forte para respeitar os objectivos propostos no início da época, depois tudo o que vier a mais será excelente”, garantiu o capitão, Marco Silva.

Quase a terminar a terminar, quisemos saber: Até onde vai chegar o futebolista Marco Silva em termos desportivos? “Neste momento só penso em terminar da melhor forma esta época com o sentimento de ter alcançado o objetivo da equipa. O futuro está entregue a Deus, mas uma coisa posso garantir, irei sempre trabalhar diariamente para ser uma mais-valia para o clube. Tenho 32 anos e não espero jogar por muito mais tempo pois a minha família está em primeiro lugar e quero dedicar-lhes mais tempo. O futebol deu-me muitas coisas boas, mas também me roubou tempo para eles. Possivelmente quando me retirar irei com toda a certeza manter-me ligado ao futebol, talvez como treinador”, finalizou Marco Silva, este pequeno apontamento jornalístico com o brilho das palavras da mesma forma como se comporta nos balneários junto dos colegas da equipa e treinadores e dentro das “quatro linhas”, formulando antecipadamente um excelente ano e melhor época desportiva.

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