Dia: 22 de fevereiro

São Brás de Alportel na Rede Regional de Apoio e Proteção às Vítimas de Tráfico de seres Humanos

O Município de São Brás de Alportel passou a integrar a Rede Regional de Apoio e Proteção às Vítimas de Tráfico de Seres Humanos, no âmbito do trabalho do município na área da intervenção social. Dada a centralidade do concelho na zona central da região, entre os mais importantes centros urbanos; e a aposta que vem sendo realizada na ampliação de respostas ao nível social, nomeadamente com parcerias para apoio a vítimas, esta adesão vem complementar a estratégia delineada pela Carta Social de São Brás de Alportel.

Criada com o objetivo de disponibilizar uma resposta de intervenção em rede que integre as componentes de combate ao Tráfico de Seres Humanos (TSH) e de apoio especializado e multidisciplinar às suas vítimas, no âmbito do território regional, este Rede representa um importante esforço da região, atenta a um fenómeno infelizmente muito atual e mais presente do que seria desejável.

O trabalho realizado pela rede é articulado diretamente com a Rede Nacional de Apoio e Proteção às Vítimas de Tráfico e adota os instrumentos existentes para a sinalização e encaminhamento das vítimas.

A Associação para o Planeamento da Família (APF), a Associação de Proteção à Rapariga e à Família, a Santa Casa da Misericórdia de Albufeira, a GNR, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), as delegações de Olhão e Tavira da Cruz Vermelha Portuguesa, a Universidade do Algarve, o Grupo de Ajuda a Toxicodependentes, a Associação Nacional de Jovens Empresários, a Fundação Irene Rolo e as Câmaras Municipais de Vila do Bispo e São Brás de Alportel integram também este Protocolo de Cooperação que criou a rede em setembro de 2016.

O trabalho da Rede Regional de Apoio e Proteção às Vítimas de Tráfico de Seres Humanos passa ainda pela prevenção de situações de revitimização através da promoção das capacidades e das competências das vítimas assim como o apoiar o retorno assistido das vítimas estrangeiras aos seus países de origem e informar as vítimas de TSH dos seus direitos e deveres na permanência em Portugal.

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