Dia: 24 de Set

Michal Kwiatkowski vence a 44ª Volta ao Algarve em Bicicleta Destaque

Michal Kwiatkowski (Team Sky) venceu a 44.ª Volta ao Algarve, graças a uma jogada tática perfeita da equipa, que, inclusive, deu ao corredor polaco a vitória na quinta e última etapa, que hoje ligou Faro ao alto do Malhão, Loulé, ao longo de 173,5 quilómetros.

Reportagem fotográfica: João Calado|João Fonseca

18 de fevereiro: 5.ª Etapa e última: Faro – Malhão (Loulé), 173,5 km 

A decisão da Volta ao Algarve começou a desenhar-se ao quilómetro 15 da tirada, quando um grupo de 31 corredores saiu do pelotão. Nesse grupo encontrava-se Michal Kwiatkowski, que partia na segunda posição da geral, a 19 segundos do companheiro de equipa Geraint Thomas.

Apesar da presença do polaco, o grupo entendeu-se e conquistou quase 5 minutos de vantagem sobre o pelotão. As equipas com aspirações ao pódio deixaram-se ir no engodo da Sky e contribuíram para que a vantagem dos fugitivos se tornasse inalcançável, fazendo com que a movimentação da formação britânica fosse coroada de sucesso.

Restou aos outros elementos do grupo de frente tentar a vitória de etapa. Os mais combativos foram Lukas Postlberger (Bora-hansgrohe), que atacou em solitário na fase mais ondulada da viagem. Já depois da primeira passagem no Malhão, o primeiro líder do Giro 2017 recebeu a companhia do campeão checo de fundo, Zdenek Stybar (Quick-Step Floors). Foi o homem da República Checa que mais se aproximou da possibilidade de contrariar o poderio da Sky, entrando isolado na subida final, de 3 quilómetros.

No entanto, Michal Kwiatkowski aproveitou as primeiras rampas da icónica subida louletano para ir ao encontro de Stybar, passando pelo checo e cortando a meta em solitário. Numa subida de grande qualidade e coragem, o campeão português de fundo, um dos 31 fugitivos do dia, passou pelos adversários, sendo o segundo classificado na etapa, a 4 segundos de Michal Kwiatkowski. O terceiro, a 8 segundos, foi o belga Serge Pauwels (Team Dimension Data).

A tática da Sky, levando Michal Kwiatkowski à Camisola Amarela Algarve, deixou à concorrência a luta pela segunda e terceira posições da geral. Geraint Thomas foi o segundo, a 1m31s, enquanto o estadunidense Tejay van Garderen (BMC Racing Team) fechou o pódio, a 2m16s do primeiro. Nelson Oliveira (Movistar Team) cedeu na etapa final, caindo da terceira à décima posição da geral, a 2m54s do vencedor, sendo, ainda assim, o melhor português na classificação final.

Além da geral individual, a Team Sky ganhou a classificação coletiva e a Camisola Vermelha Cofidis, que também ficou no corpo de Michal Kwiatkowski. O estadunidense Benjamin King (Team DImension Data) conservou a Camisola Azul Liberty Seguros, símbolo de rei da montanha, e o holandês Sam Oomen vestiu a Camisola Branca Águas do Algarve, de melhor jovem, do primeiro ao último dia.

Classificações
5.ª Etapa/Stage 5: Faro – Alto do Malhão, Loulé, 173,5 km
1.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), 4h18m02s (40,344 km/h)
2.º Rúben Guerreiro (Trek-Segafredo), a 4s
3.º Serge Pauwels (Team Dimension Data), a 8s
4.º Stefan Küng (BMC Racing Team), a 13s
5.º Cesare Benedetti (Bora-hansgrohe), a 15s
6.º Dion Smith (Wanty-Groupe Gobert), a 17s
7.º Simon Geschke (Team Sunweb), mt
8.º Julen Amezqueta (Caja Rural-Seguros RGA), a 23s
9.º Ben Swift (UAE Team Emirates), a 29s
10.º Frederik Backaert (Wanty-Groupe Gobert), a 35s

Geral Individual
1.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), 18h54m11s
2.º Geraint Thomas (Team Sky), a 1m31s
3.º Tejay van Garderen (BMC Racing Team), a 2m16s
4.º Bauke Mollema (Trek-Segafredo), a 2m22s
5.º Bob Jungels (Quick-Step Floors), a 2m33s
6.º Jaime Rosón (Movistar Team), a 2m49s
7.º Maximilian Schachmann (Quick-Step Floors), a 2m50s
8.º Serge Pauwels (Team Dimension Data), a 2m50s
9.º Felix Grosschartner (Bora-hansgrohe), a 2m51s
10.º Nelson OLiveira (Movistar Team), a 2m54s

14 de fevereiro: 1.ª Etapa: Albufeira – Lagos, 192,6 km 

O holandês Dylan Groenewegen (Team LottoNL-Jumbo) venceu hoje a primeira etapa da Volta ao Algarve, uma ligação de 192,6 quilómetros que começou em Albufeira e terminou ao sprint em Lagos.

A etapa teve a configuração que se esperava, acabando com uma discussão entre os homens mais rápidos do pelotão. Dylan Groenewegen confirmou o excelente início de temporada, que já lhe tinha valido uma etapa e a liderança na Volta ao Dubai, e impôs-se com clareza, ao fim de 4h47m58s de corrida.

O segundo classificado foi o campeão francês, Arnaud Démare (FDJ), que também começa a temporada de forma auspiciosa, já que subiu ao pódio na primeira competição do ano. O terceiro foi o gaulês Hugo Hofstetter (Cofidis, Solutions Crédits).

“Vencer em Lagos era um dos objetivos da equipa. Os meus companheiros proporcionaram-me um lançamento excelente e consegui bater os meus rivais. Já conhecia a chegada, apesar da aproximação dos quilómetros finais ser diferente e mais exigente. É muito satisfatório começar no Algarve com a camisola amarela mas admito que não tenho pretensões de a defender. A etapa de amanhã é dura e não adaptada às minhas características. Tentarei vencer novamente no sábado, em Tavira”, confessou o dono da Camisola Amarela Algarve.

Antes das decisões, a etapa foi animada por um quinteto, que partiu do pelotão ao quilómetro 2. O grupo era formado por Josu Zabala (Caja Rural-Seguros RGA), Nuno Almeida (LA Alumínios), David Livramento (Sporting-Tavira), Luís Afonso (Vito-Feirense-BlackJack), João Rodrigues (W52-FC Porto). O algarvio da equipa portista ganhou as duas contagens de montanha do dia, sendo o primeiro portador da Camisola Azul Liberty Seguros, símbolo de melhor trepador. Afonso e Zabala foram os mais resistentes, sendo alcançados a 16 quilómetros da meta.

“Só o facto de subir ao pódio na Volta ao Algarve é justificativo de qualquer esforço despendido na corrida. Foram muitos quilómetros em fuga, pois ataquei logo após a partida, mas que hoje, com justiça, acabaram devidamente recompensados. Sou algarvio, conhecia bem o percurso, pois aqui treino com frequência, e poupei-me para as contagens de montanha. Vestir a camisola da montanha com um pelotão deste nível é motivo de orgulho. Penso defender esta liderança, embora reconheça que os rivais são muitos e de muito boa qualidade”, afirmou João Rodrigues.

Dylan Groenwegen assumiu o comando da classificação geral, embora com o mesmo tempo dos 106 corredores que cortaram a meta a seguir, já que a corrida não atribui bonificações. O segundo e o terceiro classificados são os homens que ocuparam iguais lugares na tirada. O holandês é também o dono da Camisola Vermelha Cofidis, símbolo da regularidade.

A fase final da etapa ficou marcada por algumas quedas, que partiram o pelotão, deixando atrasados três corredores portugueses que poderiam aspirar a posições cimeiras na geral: Rúben Guerreiro (Trek-Segafredo), Edgar Pinto (Vito-Feirense-BlackJack) e Tiago Machado (Team Katusha Alpecin). O corredor famalicense foi o último classificado, depois de ter sido o mais afetado pela queda coletiva que aconteceu a 10 quilómetros da meta.

O holandês Sam Oomen (Team Sunweb) veste a Camisola Branca Águas do Algarve, que representa o identifica o melhor jovem da competição. A Quick-Step Floors comanda a tabela coletiva.

15 de fevereiro: 2.ª Etapa: Sagres – Fóia (Monchique), 187,9 km 

A Team Sky dominou completamente a segunda etapa da Volta ao Algarve, hoje disputada ao longo de 187,9 quilómetros, entre Sagres e o alto da Fóia, em Monchique. Michal Kwiatkowski impôs-se na etapa e Geraint Thomas assumiu o comando da classificação geral.

A chegada coincidia com uma contagem de montanha de primeira categoria, no topo de uma subida com 15 quilómetros até ao ponto mais alto do Algarve, a 900 metros de altitude. A Sky atacou a corrida no ponto mais duro da escalada, a cerca de 8 quilómetros da meta. O bielorrusso Vasil Kiryienka isolou-se e obrigou os adversários a gastar energias na perseguição.

O esforço dos rivais foi aproveitado por Michal Kwiatkowski para se impor na tirada, ao fim de 4h49m51s de corrida. Na roda e com o mesmo tempo chegaram Bauke Mollema (Trek-Segafredo), Geraint Thomas, Daniel Martin (UAE Team Emirates) e Jaime Rosón (Movistar Team).

“A Team Sky rodou muito bem nos últimos quilómetros, colocando o Kiryienka na frente, forçando os nossos adversários a perseguir. A vitória de etapa foi algo inesperada, mas deixa-me satisfeito com a minha forma atual. Tanto eu como o Thomas temos boas condições para vencer a corrida.  Este ano a subida à Fóia foi mais longa e menos inclinada e, por isso, o contrarrelógio será ainda mais decisivo. Depois temos ainda o Malhão no último dia. É uma subida curta, mas num esforço de oito minutos pode-se sofrer muito e há que contar com o desgaste das várias etapas”, avalia Michal Kwiatkowski.

Como não são atribuídas bonificações nas chegadas e nas metas volantes, os cinco melhores da classificação geral estão todos com o mesmo tempo. O desempate faz-se por pontos. Comanda Geraint Thomas, seguido por Jaime Rosón, Michal Kwiatkowski, Daniel Martin e Bauke Mollema.

“Estamos satisfeitos por estarmos novamente na liderança aqui na Volta ao Algarve. Controlámos bem os nossos rivais e na parte final o Kwiatkowksi foi o mais forte. Fico feliz por ele. A camisola amarela foi uma surpresa, mas, para já, tem pouco significado. O contrarrelógio será determinante e ficarei satisfeito se amanhã a Team Sky mantiver a camisola amarela”, diz Thomas.

Cumpriu-se o objetivo da organização da corrida quando decidiu que a Fóia deveria ser subida pela vertente mais longa e menos inclinada: fazer com que as diferenças no final da etapa fossem diminutas para que tudo permaneça indefinido e emocionante na luta pela Camisola Amarela Algarve.

Antes da entrada na espectacular subida final, os animadores da jornada foram Lukas Pöstlberger (Bora-hansgrohe), Yves Lampaert (Quick-Step Floors), Benjamin King (Team Dimension Data), John Degenkolb (Trek-Segafredo), Marcos Jurado (Efapel), Oscar Pelegri (Rádio Popular-Boavista) e Ricardo Mestre (W52-FC Porto). Atacaram ao quilómetro 11, chegaram a ter mais de 7 minutos de vantagem, mas sucumbiram ao acelerar do pelotão, na aproximação à Fóia. Pöstlberger e King foram os mais resistentes, acabando alcançados a 9 quilómetros da chegada, momentos antes do ataque da Team Sky.

O estadunidense Benjamin King (Team Dimension Data) aproveitou a fuga para conquistar a Camisola Azul Liberty Seguros, de melhor trepador. O polaco Michal Kwiatkowski, além de ganhar a etapa, passou a vestir a Camisola Vermelha Cofidis, da regularidade, embora esteja empatado em pontos com o vencedor da primeira etapa, Dylan Groenewegen (Team LottoNL-Jumbo). O holandês Sam Oomen (Team Sunweb) reforçou o comando na classificação da juventude, sendo cada vez mais dono da Camisola Branca Águas do Algarve. A Quick-Step Floors segue na dianteira por equipas.

Prémio Prestígio

O belga Philippe Gilbert recebeu hoje o Prémio Prestígio da Volta ao Algarve 2018, uma distinção que a organização guarda para corredores que, pelo seu palmarés, engrandecem a Volta ao Algarve com a sua presença. O troféu foi entregue à partida para a etapa pelos presidentes da Federação Portuguesa de Ciclismo, Delmino Pereira, e da Câmara Municipal de Vila do Bispo, Adelino Soares.

16 de fevereiro: 3.ª Etapa: Lagoa – Lagoa, 20,3 km (CRI) 

A terceira etapa, marcada para esta sexta-feira, será decisiva para o escalonamento da classificação geral. Será um contrarrelógio de 20,3 quilómetros, com início e final na Fatacil, Lagoa.

É um exercício essencialmente plano, mas com alguns topos que tornarão o contrarrelógio mais exigente e ajudarão os especialistas a marcar diferenças significativas. Com a classificação presa por segundos – o vigésimo, Jasper de Buyst, está apenas a 20 segundos do primeiro -, o contrarrelógio prevê-se determinante para a seleção de verdadeiros candidatos.

Classificações
1.ª Etapa/1st Stage: Sagres – Fóia, 187,9 km
1.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), 4h49m51s (38,896 km/h)
2.º Bauke Mollema (Trek-Segafredo), mt
3.º Geraint Thomas (Team Sky), mt
4.º Daniel Martin (UAE Team Emirates), mt
5.º Jaime Rosón (Movistar Team), mt
6.º Patrick Konrad (Bora-hansgrohe), a 3s
7.º Bob Jungels (Quick-Step Floors), mt
8.º Pieter Serry (Quick-Step Floors), mt
9.º Vicente García de Mateos (Aviludo-Louletano-ULI), mt
10.º Richie Porte (BMC Racing Team), mt

Geral Individual
1.º Geraint Thomas (Team Sky), 9h37m49s
2.º Jaime Rosón (Movistar Team), mt
3.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), mt
4.º Daniel Martin (UAE Team Emirates), mt
5.º Bauke Mollema (Trek-Segafredo), mt
6.º Patrick Konrad (Bora-hansgrohe), a 3s
7.º Bob Jungels (Quick-Step Floors), mt
8.º Pieter Serry (Quick-Step Floors), mt
9.º Vicente García de Mateos (Aviludo-Louletano-ULI), mt
10.º Louis Meintjes (Team Dimension Data), mt

 

17 de fevereiro: 4.ª Etapa: Almodôvar – Tavira, 199,2 km 

Dylan Groenewegen impõe-se em Tavira

O holandês Dylan Groenewegen (Team LottoNL-Jumbo) ganhou hoje a quarta etapa da Volta ao Algarve, uma viagem de 199,2 quilómetros entre Almodôvar e Tavira, onde uma multidão entusiasta assistiu a um emocionante sprint, que não beliscou a liderança do britânico Geraint Thomas (Team Sky).

A aproximação à chegada foi arrepiante, com as equipas dos sprinters a imporem um ritmo forte, que culminou numa discussão empolgante entre Dylan Groenewegen e o italiano Matteo Pelucchi (Bora-hansgrohe). O holandês, já vencedor da primeira etapa, em Lagos, levou a melhor, mostrando ser um dos sprinters em melhor forma no pelotão WorldTour neste início de temporada. O terceiro foi o alemão John Degenkolb (Trek-Segafredo).

Esta foi a etapa mais longa da prova, disputada a alta velocidade – média de 43,650 km/h -, muito por culpa do sexteto que abalou do pelotão com apenas 4 quilómetros percorridos. Benjamin King (Team Dimension Data), Rory Sutherland (UAE Team Emirates), Julen Amezqueta (Caja Rural-Seguros RGA), Bruno Silva (Efapel), Aleksandr Grigorev (Sporting-Tavira) e João Rodrigues (W52-FC Porto) foram os grandes animadores da jornada. Já nos derradeiros 20 quilómetros receberam a companhia de Philippe Gilbert (Quick-Step Floors), Dylan Teuns (BMC Racing Team) e Jasha Sutterlin (Movistar Team), que deram novo ânimo à iniciativa e obrigaram o pelotão a trabalho redobrado para anular a fuga, a dois quilómetros e meio da meta.

“É bom voltar a vencer no Algarve. Os meus colegas de equipa proporcionaram-me um bom lançamento do sprint e consegui ser o mais forte. Começo o ano a ganhar e espero aproveitar esta forma nas próximas corridas. É bom correr no Algarve, o tempo é ótimo, a qualidade do pelotão é elevada e vencer no começo de época é sempre importante para um sprinter”, considera Dylan Groenewegen.

O galês Geraint Thomas foi o 22.º a cortar a meta, integrado no pelotão, a 3 segundos de Gronewegen, mantendo a Camisola Amarela Algarve. O corredor da Team Sky dispõe de 19 segundos de vantagem sobre o companheiro de equipa Michal Kwiatkowski e de 32 segundos sobre Nelson Oliveira (Movistar Team), corredores que ocupam as posições seguintes na geral.

A vitória na etapa permitiu a Dylan Groenewegen recuperar a Camisola Vermlha Cofidis, dos pontos. A fuga deu a Benjamin King um reforço da liderança na montanha, simbolizada pela Camisola Amarela Liberty Seguros. O holandês Sam Oomen (Team Subweb) é, desde o primeiro dia, dono da Camisola Branca Águas do Algarve, símbolo de melhor jovem. Por equipas manda a Team Sky.

Volta ao Algarve em Bicicleta vista por milhões de teledspetadores pelo mundo

O direto televisivo permitiu mostrar o Algarve a mais pessoas, em mais territórios, incluindo em todos os mercados-alvo do turismo algarvio”.
De 14 a 18 do mês de fevereiro do corrente ano, a Volta ai Algarve em Bicicleta terá cinco etapas num total de 773,5 quilómetros, mantendo-se o figurino que tem garantido o sucesso e que as equipas participantes em 2017 pediram para que fosse continuado em 2018: duas etapas para os sprinters, duas chegadas em alto e um contrarrelógio individual, pretendendo-se que as decisões fiquem guardadas para a exigente etapa final, com a meta no alto do Malhão, em Loulé, incentivando-se os participantes a assumirem uma postura ofensiva, através da ausência de bonificações, que obrigará a ganhar tempo com ataques de longe. 

A Volta ao Algarve em Bicicleta é um dos eventos desportivos realizados em Portugal com maior qualidade dos participantes e que será mais uma oportunidade para mostrar ao Mundo que o Algarve é uma das regiões da Europa com melhores condições para a prática de ciclismo.

A Volta ao Algarve teve, pelo segundo ano consecutivo, transmissão televisiva em direto para mais de 50 países, sendo, tendo cobertura pela cadeia Eurosport e em Portugal pela TVI24. 

Deixe um comentário

Make sure you enter all the required information, indicated by an asterisk (*). HTML code is not allowed.

voltar ao topo
×

Sign up to keep in touch!

Be the first to hear about special offers and exclusive deals from TechNews and our partners.

Check out our Privacy Policy & Terms of use
You can unsubscribe from email list at any time