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“Cafés D’Alma” em concertos em Faro e Alcoutim Destaque

Os “Café D’ Alma” apresentam-se em Faro, no dia 16 no “Clube Farense” e a 17 de março, no Espaço Guadiana, em Alcoutim, ambos os concertos pelas 21,30 horas.

No palco estará um grupo que tem na sua génese as raízes da música portuguesa. “É, no entanto, na sua fusão com outros géneros que se apura a sua identidade entre o tradicional e o fado, passando pela música de cabaret e o flamenco, tudo serve de desculpa para juntar mais umas notas e contar mais uma história", é desta forma que a banda se define.

Um pouco d’ Alma…
"Café D’Alma” nasce em 2013 pelas mãos do guitarrista e compositor Nicholas Ratcliffe, cuja vontade de explorar as raízes da música portuguesa há muito se manifestava, tendo nesse vasto universo, composto a música lusitana, “quis que o fado, o folclore e a canção coexistissem procurando uma nova linguagem musical”, explicou.
Após uns anos dedicado à composição de música para filmes, anúncios, teatro e outros registos do meio audiovisual, conhece Nádia Sousa num dueto com o Maestro Vitorino de Almeida, onde interpretava clássicos da música francesa e, de imediato: “A sua voz, entrega e postura no palco foi determinante e um sinal evidente de estar perante a pessoa certa para dar voz ao projecto que idealizara”, argumentou Nichoas Ratcliffe. Nádia Sousa é dotada de uma extraordinária versatilidade, como provam também as suas participações em discos com Spelling Nadja e Pedro e os Lobos e, aceitou o convite, que não tardou, e abraçou o projecto, ainda sem nome, dando voz aos primeiros poemas e melodias já escritos, segundo as palavras de ambos.

A cumplicidade sentida foi uma agradável surpresa e dela resultaram novas sonoridades que enriqueceram o material existente, deixando intacto e sempre presente o estilo português.

Ao fado, folclore e canção juntava-se, agora, entre outros, um cheirinho a cabaret, flamenco e música clássica…
Sendo que, a feliz afinidade levou o dueto a querer alargar o naipe tímbrico, procurando músicos e explorando os instrumentos que melhor se adequassem, pelo que se juntaram:

Jaime Ferreira, baixista que participou em discos de Dwelling (onde conheceu Nicholas Ratcliffe e com quem veio a gravar o álbum “Humana”)

Ava Inferi, tinha a experiência e criatividade necessárias para assumir a direcção rítmica do grupo e a sua parceria com o desenhador Andreas Tangen no projecto Wranth são exemplo dessa maturidade onde assume a solo e de improviso a responsabilidade tonal do espectáculo.
Bárbara Santos, uma jovem e talentosa violoncelista que concluiu a licenciatura na Escola Superior de Música de Lisboa e obteve o segundo lugar no Prémio Jovens Músicos 2014, na categoria de música de câmara, nível superior, participando, ainda, na gravação de um álbum dos “Flor de Lis” assim como na gravação de duas bandas sonoras com música de André Barros e outra de Nicholas Ratcliffe, pelo que habituada a um repertório de carácter mais erudito demonstrou versatilidade e um sentido estético que optimizou a dinâmica do grupo, prevendo-se que o ano de 2018 seja de sucesso para os ”Café D’ Alma”, banda oriunda de Lisboa e prestes a conquistar o púbico algarvio.

Ver mais imagens em baixo na Galeria:

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