Dia: 21 de Out

“Os meus amigos de esquerda estão todos contra o Pardal”

 

Claro que os substitutos dos motoristas, que são pagos pelo erário público, e que duvido que venha o Estado a ser recrescido, e vão ser pagos pelos nossos impostos, como se trata de um governo de esquerda, é um prejuízo de interesse nacional.

É caso para dizer, "todos os pássaros comem trigo, mas o Pardal é que pagar"

Todos os pássaros. “Ninguém está preocupado com o excesso de autoridade”. A malta, mesmo de esquerda adora autoridade. Desde que seja uma autoridade de esquerda. 

A esquerda adora o sofá, regalias, direitos, etc… Desde que os deixem estar no sofá, e para isso é preciso que haja autoridade, e a autoridade seja de esquerda.

Se for de direita é fascista, e mesmo que seja tão imposta como a outra, e seja exactamente igual à outra ou pior, é de direita e pronto. 

Os meus amigos de esquerda não se importam de ver as forças de segurança a conduzir camiões de empresas privadas.

As empresas do Capital, algumas em que o irmão de um secretário de Estado tem uma participação.

Não há problema, porque o Secretário de Estado é de Esquerda e o irmão também.

Os meus amigos de esquerda, também não se importam com a falta de investimento nos serviços públicos, é uma austeridade de esquerda, e uma austeridade de esquerda não é a mesma coisa que uma austeridade de direita. É uma austeridade de esquerda e prontos. 

Claro que os substitutos dos motoristas, que são pagos pelo erário público, e que duvido que venha o Estado a ser recrescido, e vão ser pagos pelos nossos impostos, como se trata de um governo de esquerda, é um prejuízo de interesse nacional.

Se fosse um governo de direita a fazer o mesmo, era fascismo e podia mesmo configurar com delapidação do erário público. 
Mas uma coisa é certa. A restrição de combustíveis, via greve teve uma grande vantagem. Não há incêndios, falta combustível para atear fogos. Ou então e agora, mais numa de teoria da conspiração de férias, o governo decretou a requisição civil dos incendiários, uma vez que precisa se especialistas em matérias perigosas.
Que povo extraordinário que temos, que pouco pensa, mas muito acompanha. Balir vai ser o idioma adoptado para a próxima legislatura. 
Digo eu, claro.

Fernando Santos "By Fanan"

 

Modificado emsexta, 16 agosto 2019 16:42
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