Dia: 19 de janeiro
Tribuna do Leitor

Tribuna do Leitor (7)

“Assédio sexual politicamente correcto…. Ou talvez não”, na opinião de Fernando Santos

(…) “Pela razão que os homens gostam de mulheres que se sentem mulheres. Os homens heterossexuais praticantes que como se sabe é uma raça em vias de extinção e que desde que Trump chegou á presidência se tornaram proscritos (…)”.

Por Fernando Santos

O Politicamente correcto, traça o caminho da extinção do livre pensamento.

A tendência que alguns livres-pensadores poderemos ainda ter, a caminho do “desencarneiramento”, fará de nós proscritos às mãos daqueles que sempre se auguraram de defensores dos direitos das minorias.

Hoje, os livres-pensadores estão largamente em minoria.

Alguns até são heterossexuais praticantes.

Estando a esquerda a chegar perto do poder e nada mais ter para combater, fará decerto o caminho inverso em prol da sobrevivência, uma vez que os livres-pensadores decerto vão dar um trabalho do caraças.

Pelo menos os heterossexuais praticantes.

A estupidez absoluta da miséria intelectual propagandeada pelos servidores do sistema, em prol do "encurralamento", por tudo o que é distribuidor de informação, dita assim as regras para o futuro.

Desta forma descobriu-se que o assédio sexual existiu há muitos anos por parte de homens poderosos do cinema “contra” as lindas aspirantes a actrizes que eram mulheres (e eram muitas), que até pareciam mulheres e se sentiam como mulheres e por isso podiam ser assediadas pela razão mais simples do mundo.

Pela razão que os homens gostam de mulheres que se sentem mulheres.

Os homens heterossexuais praticantes que como se sabe é uma raça em vias de extinção e que desde que Trump chegou á presidência se tornaram proscritos.

Como se verá mais adiante com a idade, estas mulheres assediadas, começaram a deixar de gostar de ser mulheres que se parecem com mulheres e assim já podem dizer que quando se pareciam com mulheres e se sentiam como mulheres foram assediadas, o que já não acontece pois por terem sido assediadas já são ricas e agora já nem estão em condições de ser assediadas, e por isso começaram a revelar a verdade. Ou talvez não….

Começaram decerto a revelar que já não se sentem assediadas, e muitas delas de forma visível começaram a assediar mulheres, (a ver pelos "casais" que desfilaram nos Globos de Ouro) mas isso só se vai saber daqui a uns anos quando as mulheres assediadas por essas mulheres também já forem ricas por terem sido assediadas por mulheres ricas, quando ainda não eram ricas, e eram simplesmente “assediadas”.

Mas nessa altura politicamente correcta, não se chamará assédio sexual mas sim qualquer coisa do género “ - fui assim a modos que “piropada” ligeiramente pois tinha usado um batom tipo cereja que até tinha brilhantes, por uma actriz de cabelo muito curto e assim já fora de prazo!

Claro que nessa altura o politicamente correcto já nem permitirá que um homem case com uma mulher que se pareça com uma mulher e pense como uma mulher, e os bebés serão todos proveta e adoptados por casais do mesmo sexo ou eventualmente casados ou em união de facto, com cães, gatos ou periquitos, que nessa altura até já poderão votar e farão do PAN um adversários de respeito do Bloco de Esquerda que será, pelo menos em Portugal, governo.

Esses seres com os quais se poderá casar, (e quem sabe algum cientista desses que acha que o aquecimento global é verdade mesmo que se tenha passado a chamar alterações climáticas, e que tenha sido despedido, (o cientista) pois nem mesmo Al Gore que deve ter sido o gajo que mais massa ganhou com isso acredita, possa declarar que também são humanos,) pois por lei. já não são coisas ( os cães , os gatos e os periquitos) e que como se sabe já podem ir ao restaurante o que facilitará muito o flirt e o namoro feito de amor á primeira lambedela, e quem sabe até será proibido as mesas com pé ao meio por as dificultarem. As lambedelas, claro.

Esta é pois uma história de ficção hoje mas que poderá ser realidade ainda antes do fecho da próxima legislatura vendo o ritmo a que se está a propagar esta febre legislativa do politicamente correcto, só possível de ser evitada caso Trump venha a ser reeleito e quem sabe derrotando Oprah que andava aos beijos a assediar o assediador mor do cinema mas que agora como também já é rica já pode combater o assédio e mesmo assediar quem muito bem lhe apetece.

È pois este tipo de politicamente correcto com vista á ascensão ao curral, que está a contaminar a internet e até os Órgãos de Comunicação Social “normais” agora abastecidos pela Lusa com um novo administrador que não usa gravata mas que tem um laço, e que era subalterno do irmão do primeiro-ministro na Impresa, do Rei, " Balsemão de Bilderberg."

Penso que rapidamente terá que ser liberalizada a Canábis para consumo livre e mesmo fumada, pois a que anda a circular no Parlamento e que também é consumida pelos “branqueadores de serviço nas redes sociais, anda completamente adulterada e permitiria ter uma ASAE dedicada, e quem sabe um regulador que se poderia chamar “ERVA” Entidade Reguladora da Veracidade da Almareação, que certificaria com testes diários a "ganza" dos deputados e assim permitir que existiria finalmente nesta "Democracia que nos deixaram”, leis a sério, em vez de “vómitos legislativos” politicamente correctos e com vista á grande ascensão ao curral daqueles que são os responsáveis por lá por os deputados. Os eleitores.
Prevê-se pois um futuro muito “risonho” assente nem que não seja numa Erva de muito maior qualidade daquela que até agora nos tem servido de base legislativa.

Foi pois baseado neste livre pensamento que, decerto tentarão extinguir assim que possível, que me debrucei, podendo mesmo ser acusado de assédio sexual, por “debruce” mental.

Daqui uma palavra de apreço a Cathrine Deneuve, que continua a ser uma mulher que se sente mulher, pensa como uma mulher e como os livres-pensadores está em vias de extinção, pois muitas delas que gostariam de se parecer com mulheres não se apercebem que sem querer se encontram a defender causas, que de causas não têm nada que não seja... Consequências desastrosas que levarão á completa extinção das mulheres que se parecem com mulheres e por isso são interessantes para sediar, claro que sem violência, pois essas mulheres são tomadas pelas outras por fraquinhas. Lindas, mas fraquinhas.

Venha pois a legalização da legalização da canábis pois será a meu ver a única medida politicamente correcta necessária e imprescindível a por em ordem esta verdadeira bandalheira.

By Fanan

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“O Centeno pediu bilhetes para a ir à Bola ou foi convidado pela direcção do Benfica a assistir a um jogo de futebol? (…)”, pergunta Paulo Leote e Brito no seu “Dez à hora”

“Tal como o porreiraço do primeiro-ministro não pode dizer que se Centeno "pediu era porque certamente tinha boas razões para o fazer". 

Paulo Leote e Brito

1 - O Centeno pediu bilhetes para a ir à Bola ou foi convidado pela direcção do Benfica a assistir a um jogo de futebol?
2 - Se pediu, pediu a quem, à secretária "Oh Balsemina, arranje-me lá uns bilhetes que me apetece ir ver o Benfica" e a rapariga viu-se aflita para os arranjar e ou comprava no mercado negro ou pedia a alguém do Benfica.
3 - Ou o ministro ligou directamente para o presidente do Benfica provavelmente porque já o conhece desde os tempos em que ia meter pneus novos no carro.
4 - Parece-me cordial que os clubes convidem alguns governantes a assistir a um jogo. Presidente da CM Lisboa, presidente da república, primeiro-ministro, presidente da assembleia, presidente da junta de freguesia e de repente não me lembro de mais ninguém "convidável".
5 - Há muitos anos, esta história passa-se logo a seguir à revolução, havia uma porta no estádio da Luz por onde entravam todos os que tinham algum cartão que lhes desse acesso livre ao estádio.
6 - Estava na fila para entrar, era um derby isso também me lembro, quando oiço um senhor que estava à minha frente a esclarecer o sempre feroz porteiro "Eu sou ministro!" Eu sou ministro!" "Eu sou ministro!". Lá entrou o ministro, com o porteiro com cara de não o conhecer de lago algum, mas a não querer arranjar problema caso o homem fosse mesmo ministro. E era, era o Vítor Alves e não me parece que fosse dos medíocres, antes pelo contrário. 
7- Na mesma porta, uns anos mais tarde vi o Coluna a ser barrado na mesma porta, já era homenzinho e não me contive "mas o senhor não vê que é o senhor Coluna?", meio atarantado, o porteiro só repetia que não tinha creditação e ele não tinha ordens para deixar quem não a tivesse. Alguém que também o reconheceu levou-o para a porta por onde entravam os jogadores e lá as coisas ganharam rumo mais digno para a velha glória benfiquista.
8 - Estas duas histórias, talvez com 15 anos de diferença a que se soma esta do ministro das finanças a pedinchar uma borla ao presidente do Benfica merecem-me bastante reflexão.
9 - A primeira é que os tempos mudaram, e definitivamente, vivemos a época da pouca-vergonha instalada e é altura de relembrar que "à mulher de César não basta ser honesta, tem também de o parecer". Tal como o porreiraço do primeiro-ministro não pode dizer que se Centeno "pediu era porque certamente tinha boas razões para o fazer". 
10 - Incomoda-me a invasão de privacidade, mas também sou da opinião de que havendo interesses superiores se deve denunciar punindo quem deve ser punido. Porque se houve vantagens tiradas nesta ligação, pelo filho do presidente do Benfica então temos de saber a verdade. E já agora saber a razão do perdão à Brisa, EDP, Galp e sabe-se lá mais quem.

(…) “Propunha para avaliação, para além do Sócrates, o Arménio da CGTP mais o do Sindicato dos professores” (…).

1 - Se existissem exames psiquiátricos para determinar e avaliar a possibilidade de algumas pessoas poderem desempenhar tarefas como as de primeiro-ministro ou treinador de futebol desconfio que havia alguns partidos e clubes de futebol que teriam de procurar outros líderes.
2 - Nos Estados Unidos da América vários especialistas são convidados a dar opinião ou até mesmo a escreverem diagnósticos sobre o presidente Trump.
3 - Tenho duas perspectivas antagónicas, uma que me leva a pensar sobre por que raios de ética se regulam os cientistas que concluem que Trump sofre de um transtorno de personalidade conhecido por narcisismo. A outra é que têm toda a razão.
4 - Há muito que pergunto no meu restrito círculo de amigos o porquê de nenhum órgão de comunicação social se ter lembrado de convidar psiquiatras a comentar a personalidade evidentemente transtornada de, por exemplo, José Sócrates.
5 - Ou será que a Ordem não lhes permite fazer diagnósticos públicos.
6 - Se assim for muito bem, mas que fariam um excelente e útil serviço público não tenho nenhuma dúvida.
7- Contudo, nos tempos em que ainda via televisão, ouvi um médico especialista avançar, cautelosamente diga-se. Com um diagnóstico sobre um suspeito de vários assassinatos.
8 - Garanto que voltava a ver televisão se um especialista em psiquiatria fosse convidado por uma televisão e aceitasse, claro, para fazer avaliações de carácter e diagnósticos sobre algumas figuras públicas que intoxicam a vida pública deste país de... Loucos!
9 - Propunha para avaliação, para além do Sócrates, o Arménio da CGTP mais o do Sindicato dos professores, o Duarte Lima, o Salgado, o Zenial Bava, o Bruno de Carvalho, o Sérgio Conceição, o merdas do Quadros, o Castelo Branco e mais uma mão cheia que me escuso de nomear.
10 - De fora deixei os casos de óbvia senilidade ou simples estupidez. Sejam livres de apresentar mais nomes e tentem não confundir pessoas sérias e honestas imbuídas de valores em desuso com(o) pessoas com transtornos de personalidade.

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Não é só em Berlim que habitam muros

 

Há vezes que são duas. Nunca mais do que três. Geralmente é uma, só uma. Uma pessoa é habitada por muitas vidas.

Por Paulo Leote e Brito

Quantas vidas são precisas para se fazer uma pessoa.

E quantas pessoas podem caber numa vida.

Não pontuo estas interrogações.

Há perguntas enfermas de resposta.

Passo a barreira, aquilo não é uma barreira.

Aquilo é um muro, um muro vigiado, um muro alto, vigiado e espesso.

Do lado de lá é que está tudo o que interessa saber.

Interessa-me a mim que sou curioso e gosto de saber o que está por detrás dos muros.

Sabe-se que não é coisa boa.

Sempre desconfiei de pessoas vestidas de gabardine.

Ou que andam com óculos escuros.

E pessoas que nunca tiram o chapéu e usam barba. 
Acho sempre que do lado de lá dos muros andam pessoas nuas.

Nuas e tristes.

As pessoas que habitam desse lado e que andam nuas e tristes nunca se deixam abraçar. 
Os gordos usam roupa larga.

Se um magro usar roupa larga toda a gente o escarnece.

As mulheres que são surpreendidas pelo envelhecer usam lenços na cabeça e óculos enormes nos olhos.

As vezes não temos tempo que chegue para preencher a criança que somos e a velhice apanha-nos desprevenidos.

A morte reclama a presença dos vivos, mas nunca nos quer vivos.

Os hospícios são habitados por excedentes cuja liberdade não é compreendida.

Os sem-abrigo habitam no purgatório ou são também excedentes de uma sociedade que não tem clubes privativos que cheguem para albergar tanta gente.

Em Florença cruzei-me com um espanhol que anda pela europa a dar abraços grátis. Aceitei claro.

Ao seu lado estive dez minutos a roubar-lhe a ocupação.

Frustrante, nem um consegui dar.

Passa-se algo errado com os meus abraços.

Vou comprar um martelo e vou derrubar o meu muro.

Ficarei nu mas livre, não estarei triste e não tenho medo nem do desabrigo nem do hospício.

Só sei que aprendi a não gostar de muros.

Vou tratar do meu e desistir de derrubar muros alheios.

(em memória das madalenas irlandesas).

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As minhas apoquentações…

Encarando os dias de vivência sem fazer conta à duração do passado, concluo que tenho existido em prestações, vezes sem tenteio a sorrir, como outras a lacrimejar, temporadas a comer em hotéis estrelados, casinos do pecado, albergarias de luxo, mulheres amores de sonho, namoradas com dor de corno, quadras temporais de cliente assíduo de tabernas e tascas com minis e tremoços, tudo numa mescla a dormir de dia, de noite e às horas desencontradas com recebimentos e pagamentos faseados com juros altos e baixos. Homem de mil amigos, também, inimigos invejosos, ontem e hoje, consciente e usurário a tempo inteiro da liberdade de viver ao “meu modo”.

João Pina

Carteira Profissional de Jornalista Nº 4. 408

Na tarde sombria de um pinheiro centenário, albergueiro de sardinhada salina com batata e orégãos à montanheira em tarde de veraneio, bem molhada com vinhaça e oriundos de medronheiros de Monchique e, consecutivo passaporte de regresso ao aconchego da tarde para a sesta das horas calorentas, aterro no mundo dos sonhos, acaso, apoquentações da alma.

Enquanto, repouso em horários ilustres vagueando pela meia-luz da noite, acordo quando devia dormir.

E, eis que, embuchado no amigo sofá, caibo no enredo de fitas cinematográficas de putas, traficantes e agiotas de fusca deitada na mão, extorquindo o pão de cada dia aos avariados do sistema em vigor na sociedade do século XXI.

Na hora de acordar, como bom cidadão que, ainda vota em dias de eleições do faz de conta desta democracia tirana e mercadejada, memoro o meu “25 de abril” de cravo vermelho na mão de braço alçado na direção da utopia de felicidade de ser livre, adormeço, para três ou quatro horas de, pelo menos, sonhar que a geração do meu sobrinho Jerónimo e da “mulher amor da sua vida” não tenham pesadelos como eu, pobre rico de espírito” e os amigos do meu tempo transportamos às costas.

Armação de Pêra, 13 de agosto de 2017

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Os bufos engraxadores viram assessores especialistas para pular para vices e depois judas presidentes

Qualquer dia, a Assembleia da República legisla uma velhíssima e clandestina profissão, para que passe a constar nos currículos a apresentar nos recursos humanos das empresas e nos concursos públicos para a função pública.

João Pina

Carteira Profissional de Jornalista Nº 4. 408

Qualquer dia, a Assembleia da República legisla uma velhíssima e clandestina profissão, para que passe a constar nos currículos a apresentar nos recursos humanos das empresas e nos concursos públicos para a função pública.

O embaraço será designar o nome de uma das mais antigas profissões do mundo, atenção, não me refiro às prostitutas (os), mas sim aos conhecidos bufos engraxadores e democraticamente, "jobs for the boys".

Os bufos ou lambe botas graxistas de merda não passam de moços de recados de presidentes de clubes desportivos, de administradores de empresas, diretores gerais e gerentes de importantes firmas.

Os engraxadores são aqueles que estão sempre prontos para ir comprar um maço de tabaco, lavar o carro do boss, levar e ir buscar os filhos ao colégio, enfim, serem os lacaios de serviço e fora de horas.

É, óbvio, que começam por contar o negativismo acerca dos ditos e que se passa nas empresas, instituições e organismos de negativo, deixando os colegas de trabalho em maus lençóis.

Ao longo da vida dei com muitos berdamerdas a bajularem-me, dando-me graxa e palmadinhas nas costas e por detrás criticarem-me - só queriam promoção - e subir na vida através do que eventualmente poderia publicar, promovendo-os, aliás, muitos queriam pagar e bem.

De mim, esses filhos da puta, a maior parte políticos autarcas da região não levaram nada.

Porém, outros corruptos mercenários do jornalismo foram no conto do vigário, fartaram-se de escrever aldrabices, tais políticos foram eleitos, todos ganharam muito dinheiro e, eu fodi-me, fiquei com a minha consciência limpa, tranquila e tesa... Mas, nunca me arrependi.

Olho à minha volta e observo gajos a lamber o cú a presidentes de clubes, que qualquer dia viram a treinadores principais e num futuro próximo escavam no chefe e traiçoeiramente denegriam-lhes a imagem, apunhalando-os pelas costas sucedendo-lhes na cadeira do poder.

Cada dia que passa, mais esta corja de bufos crápulas sobem na vida atropelando uns e outros e, a porra da sociedade civil adota-os, até por que os figurões endinheirados também se iniciaram na vida dos negócios e da política como engraxadores lambe cús bufos de merda.

Retrato à la minute do mundo que me rodeia e, talvez eu é que esteja a mais, aliás, tenha vivido e convivido com o lado marginal da sociedade democrática sem me deixar contagiar pelo facilitismo desta bandidagem…

João Pina

8.07.2017, pelas 22,55 horas

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Já morreram 64 pessoas e 136 feridos. “TODOS OS ANOS, entre junho e agosto, é sabido que rebenta a época dos fogos

“TODOS OS ANOS, entre junho e agosto, é sabido que rebenta a época dos fogos e há que dar trabalho aos jornalistas, como que castigados voam para as serras atrás dos bombeiros sacrificados, para reportar as tragédias do verão – só que este ano já morreram 64 pessoas e 136 feridos que estavam no sítio errado à hora errada – e, então, a notícia virou tragédia mundial e o país banhado em lágrimas hipócritas quase que festeja como se tratasse de um feito para o Guiness book”.

Por João Pina

Carteira Profissional de Jornalista Nº 4 408

Nestes dias que marcam o fim da primavera e anunciam o início de mais um verão; tempo de excessos quentes e, que não são propriamente ditos mais um verão, mas, também, mais uma época de incêndios.

De grandes fogos, de dias e noites pelas noites adentro em que as televisões nos encharcam de reportagens de serras cheias de mato, pinheiros, eucaliptos, casas, palheiros a desaparecer entre barrotes queimados da mesma forma como os vendilhões da ocasião encharcam os fregueses de patranhas e desculpas escabrosas.

São os faustosos dias da democracia fascista, desta democracia de m**da em que os políticos de direita, de esquerda, do centro e dos blocos do faz de conta, que depois de baralhadas as cartas parciais todos acordam de que descordar não leva a lado nenhum e que votos mais votos vai tudo dar aos mesmos tachos da repartição milionária dos fundos da EU, que maioritariamente não vão para os seus bolsos, mas sim, para as contas em Offshore espalhadas pelos paraísos da roubalheira. 
E, nestes dias de verão de 40 graus à sombra, em que já morreram 64 pessoas queimadas em comunhão de gritos com cães, gatos, vacas, ovelhas, cabras e outros animais amigos, mas, também abandonadas à negligência humana a meias com a estupidez da mentalidade de alguns políticos que só sabem olhar para as suas barrigas ciosas de dinheiro fácil.
Rebobino a fita do tempo num regresso de épocas idas em que existiam centenas de Guardas Florestais, Guardas Rios, Cantoneiros, que a par de GNR, Guardas-fiscais, PSPs. Polícias de Viação e Trânsito, Funcionários da Alfândega, da Carris, Bombeiros e, também, os famigerdos PIDEs e, que eram os braços armados dos sistemas da "velha senhora", igualmente, guardadores das florestas, das ribeiras e dos rios.

A diferença de 43 anos e de mentalidade entre os outros senhores e os de hoje é, que, se antigamente havia cambalhaços podres, hoje há corrupção viva; se nos outros tempos aos ministros não lhes faltava nada; hoje os ministros de uma forma geral, há sempre exceções, ficam milionários num simples mandato, mas não são só os ministros, mas sim e também, a cambada de bajuladores de secretários, assessores todos enriquecem como fios condutores da corrupção ativa. 

Os fogos são um grande negócio, assim, como os do papel que até fazem dólares falsos aos milhares, aos milhões de euros – o papel - que vem dos pinheiros e dos eucaliptos mal ardidos – o negócio dos canadairs, aeronaves de combate a incêndios são um grandioso negócio de notas de mil transformadas em milhares de euros por dia a lançar água mal despejada que nem insetos mata quanto mais apagar fogos e, tudo por falta de vigilantes e manutenção no tratamento das florestas plantadas para arder, uma vez que sem guardas florestais que tiveram de abandonar as casas fortes ao fogo e ir para o desemprego por extinção dos postos de trabalho programado pelos sabichões do tempo dos doutores da classe política/treta/mercenária.

Todos os anos, entre junho e agosto, é sabido que rebenta a época dos fogos e há que dar trabalho aos jornalistas como que castigados voam para as serras atrás dos bombeiros para reportar as tragédias do verão – só que este ano já morreram 64 e 136 feridos que estavam no sítio errado à hora errada – e, então a notícia virou tragédia mundial e o país banhado em lágrimas hipócritas quase que festeja como se tratasse de um feito para o Guiness book.

Esta é a verdade, tal como na grande tragédia na Ponte Entre os Rios há 16 anos, em Castelo de Paiva, em que morreram 59 pessoas, e que depois de uma semana ou duas já não era notícia nos jornais, também, no final de julho esta tragédia de Pedrógão Grande deixa de ser notícia.

Pior que tudo, é que estes males acontecem todos os anos e das promessas de resolver o assunto de uma vez, ou quase, a história repete-se para gáudio dos madeireiros e empresas de papel e seus derivados anos após anos.

E os Guardas florestais e o Guarda Rios?

Enquanto os idosos morrem queimados em suas casas nas serras, os sabichões do tempo na altura dos fogos ordenam o corte das estradas, o fechamento de transportes entre as aldeias espalhadas nos montes, encurralando as pobres criaturas que ficam presas nos quintais a apagar os fogos com baldes cheios de água dos poços das suas propriedades.

Como é possível, que aquelas 64 pessoas que morreram e outras 136 ficaram feridas por que foram impedidas de fugir nos seus automóveis, ou desaparecerem a pé, pelo simples facto de as estradas estarem fechadas sem saída e entrada para as ajudas.

Agora, é tempo de enterrar os mortos, regressar a casa e reconstruí-las.

Esperamos que o dinheiro da EU lhes vá parar às mãos e que não seja preciso que os desalojados apresentem certidões das Finanças e da Segurança Social de que não são devedoras ao Estado Papão…

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Ah! Mocês d’um carago, tenho ganas d’vos ir às fuças, meus marafados da “Polis Apoteose”

É, óbvio que não podia ficar alheio ao «post» do Dr. Ricardo Pinto, Mui Nobre Xerife d’ Armação, agora papá da Sua Gentil Camilinha, sorridente como a mãezinha.

Do Ricardo só posso chamar-lhe amigo de calções ou, já nem sei se me toma como inimigo de “colarinho de camisa aberta” de político jovem com sangue na guerra que tem de ser tudo a seu jeito.

É por causa da escrita, n’ é meu.

Porra! Descontrai meu.

João Pina

Carteira Profissional de Jornalista Nª 4.408

A Política é uma meerda, ganham-se eleições, perdem-se eleições! Os amigos não, conquistam-se até à eternidade.

As eleições são de quatro em quatro anos e os amigos são todos os dias.

Pensa nisto, meu, pensa e descontrai, não azedes…

”Eu sei que às vezes sou uma pestinha a escrever, não agrado a todos, escrevo para o povo”.

Em conexão ao encadeamento do teu «post» de ontem, eh pá!

Comprido à fartazana, mas curti bué, vê lá! Nem respondi e nem o faço. Curti e prontos, mas escreve menos p’ra outra vez, gastaste-me os olhos de tanto ler, mas fixe.

E depois o Jorge Griff, gosto deste gajo e dos seus comentários, é porreiro, tens sempre a porta aberta meu, Também não respondi, nem o faço, gostei e prontos, força (já viste, até falo e entendo a vossa linguagem à bué de fixe, não façam caso, o cota anda todo «queimado» da carola…).

Esta noite e ainda não são horas da janta, só escreverei por causa desses mocês d’um carago.

Esses gajinhos, atenção pessoal, tenho lá uma filhota, a Soninha bonita, vocês sabem com’ é,

Só de pensar nas vossas noitadas e bojecas, fico com uma dor de corno do caraças, fonix, vocês dão cabo da carola, a mim, e aos geadas de cabelos brancos e carecas d’ Armação.

Uma dor de corno dos diabos!

Já nem posso ouvir falar de vós! E da “Polis Apoteose”, ainda menos, os mocês não merecem este tratamento depois de terem sido heróis.

E do “Pirate Week!

Fonix! É uma dor de corno sem retorno, sem volta a dar.

E sabem por quê?

Inveja! A tal Dor de Corno”

Por não ter a vossa idade. A vossa loucura! A vossa Juventude”

É, que vocês, fazem! Mudaram Armação de Pêra para melhor, não agrada a todos, tudo bem ou tudo mal, vamos conversar no mês de novembro e preparar o 2018.

Porra! Vocês estão no «ponto», são jovens, não deixem morrer o “Pirate Week”.

E, nós, aliás os contestatários, ou velhos sem tusa parar beber uns copos, saltar, bailar e deitar com o sol nascente.

Pois é!

Amigos Comerciantes já não se lembram das noitadas fora de casa, das bebedeiras, a fuga nos carros dos papás depois da meia-noite enquanto eles ressonavam de escape livre e as mamãs sorriam de olhos fechados.

Pois é!

Temos de ser tolerantes e reviver a nossa inveja dizendo: “Fod*-**. No meu tempo, eu era pior que estes gajos!”

Sabem que mais, agora escrevo a sério.

Armação de Pêra não vos merece! Nem a Junta de Freguesia, nem a Câmara Municipal de Silves!

Só querem o vosso voto.

Só querem popularidade à vossa pala.

Só querem as taxas e licenças camarárias dos vossos pais e dos respetivos estabelecimentos.

Só desejam o vosso futuro como recenseados e pagadores de impostos, de toldos na praia, e sempre e sempre dos vossos votos e dos vossos filhos e aí por diante até sermos cidade, o que muita gente não quer.

alando sério, ainda. Caguem-se nas decisões unilaterais, desculpem…, metam o “Pirate Week” debaixo dos braços e acampem na Praia da Sra. da Rocha, por exemplo, e curtam bué que naqueles lados é tudo boa gente.

Registem o “Pirate Week” no INPI - Instituto Nacional da Propriedade Industrial e dediquem-se ao evento o ano inteiro e vão ver.

Com o mediatismo já conseguido nestes últimos dois anos com milhares de fotos espalhadas pela comunicação social; entrevistas, reportagens; televisões; vídeos amadores e profissionais; só aguardar os convites de outras juntas de freguesia; câmaras municipais; associações; tudo o que tenha mar pela frente e condições lojistas para montar o evento e depois negociarem no inverno, tem o futuro garantido, curtindo depois a tempo inteiro, até em franchising.

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