Dia: 17 de Fev
Tribuna do Leitor

Tribuna do Leitor (29)

Crónica: A vida é uma "Puta"

 

 

 

 

"Ontem foi dia de festa, o "mê menino" , Fernando Chalana, faz hoje 60 anos e antecipou para ontem um jantar onde se reuniram amigos e família, poucos mas bons"
A vida é muito bonita mas também é uma grande "puta", disse ontem a um miúdo, miúdo que carrega nos ombros um fardo demasiado pesado para quem é ainda tão jovem.

Ontem foi dia de festa, o "mê menino" , Fernando Chalana, faz hoje 60 anos e antecipou para ontem um jantar onde se reuniram amigos e família, poucos mas bons. Queria escrever um texto bonito, descrever a festa, brincar com os passos de dança que deu com a mulher, contar as vezes que os olhos brilharam, quase tantas quanto foram as vezes que se humedeceram.

A filha Mariana que (en)cantou, o filho João, sempre discreto, organizou um video com testemunhos de gente grata e solidária. Ia também falar das fake news postas a correr por alguém com responsabilidades no Benfica sobre uma doença, ou melhor, sobre uma mentira, mas a crónica foi completamente atropelada por uma noticia que ainda estou a digerir.

Durante a madrugada, no hospital Egas Moniz, a "puta" deu sinal de vida e hoje de manhã desperto com a noticia da morte de Fernando Peres, um dos maiores idolos do Sporting, mas mais importante, um amigo e pai de um dos meus mais queridos amigos, de quem sou padrinho de casamento. Nestes momentos, de profunda bipolaridade emocional, as palavras escorregam ao sabor das emoções.

Há sempre o egoísmo das memórias comuns, poderia aqui escrever sobre histórias que vivemos em conjunto, mas neste momento penso na Joana, no Pedro, nas duas netinhas, na mulher. Gosto daquela familia.

Gostava muito do senhor Peres, gostava da sua irreverência, gostava do seu entusiasmo da sua inesgotável capacidade de trabalho. E depois penso na "puta" que se esconde dentro da vida, desleal, traiçoeira, que brinca connosco quando lhe apetece, é que para derrubar o Senhor Peres a "puta" teve que insistir muito e durante muito tempo.

Resta o consolo de ter a certeza que lá no sitio onde esta malta se reúne, o senhor Peres vai, com aquele jeitinho mansinho muito dele, revolucionar o sistema celestial. E é muito bem feita, não o tivessem levado tão cedo.

Paulo Leote E Brito

 

Até Já

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Patologia do Agir

 

 

 

 

 

 

 

Ontem escrevi umas curtas linhas sobre esta doença.

A proximidade que tenho a duas pessoas que sofrem deste mal turva-me a racionalidade com que devia abordar o tema. Também é verdade que se não fosse a proximidade nem sequer ouviria falar da patologia.
"Queixei-me", a quem de direito do momento menos bom que atravesso e levei para "discussão" o momento mais as duvidas que carrego nos ombros cujo peso me deixa mais morto do que vivo. Não há nenhum médico que diga "nada há a fazer" mas também não há nenhum médico que obrigue a que as pessoas que carregam este tipo de patologias se tratem se não o quiserem fazer. E na maior parte das vezes não aceitam que estão doentes e que aceitem que o comportamento atipico advém da patologia. A culpa é sempre dos outros e "...as outras pessoas fazem ou dizem...." é por vezes a forma que encontram de justificar o...injustificavel.
Ontem ouvi explicações para determinados comportamentos com explicação cientifica e na medida em que compreendi também percebi que há casos que não têm solução porque os doentes não percebem que estão...doentes, como se isso fosse o baixar a ultima derradeira das suas defesas.
"Agir sem pensar" é algo que nos é ensinado desde pequenos, ou "agir sem antecipar as consequências" frases que nos aproximam ou nos afastam à medida que vamos somando idade. Parece que este diagnóstico é usado pelo psiquiatras especializados na infância e que a patologia ocorre por volta dos dois anos de idade, ou seja ainda antes da formação da memória, o que quer dizer que se cresce assim como se fosse tudo muito normal.
Desenvolve-se a falta de empatia, o desrespeito a impossibilidade de assumir compromissos ou como ouvi "promete-se hoje uma coisa, mas amanhã essa promessa já não tem qualquer validade".Ou seja é assim mesmo e nada há a fazer, concluo eu, mesmo que os médicos se recusem a baixar os braços. É nesse limbo que vivo por estes dias, aceitar que é assim e baixar os braços, desistindo, ou manter esta risiliência que me caracteriza a personalidade ou continue a lutar contra tudo e contra todos.
Diria, ou de outra forma, alerto que esta patologia é muito demonstrativa do estado de saúde mental deste país e que são muitos os portadores desta doença e que muitos problemas relacionais nascem no seio desta doença. "Eles andem ai", mentem como quem respira, falham compromissos, alimentam a intriga, enchem os ginásios, não são empáticos com a dor alheia, escondem-se no trabalho, nas redes sociais, nas telenovelas, nas discotecas, mentem a tudo e todos, numa tentativa vã de esconderem a doença e digo vã porque mais tarde ou mais cedo os sinais, quase sempre ignorados pelos próximos, são demasiado gritantes para poderem continuar a esconderem a patologia. Não é à toa que Portugal é um dos países com maior taxa de doenças mentais, mas seguramente é dos piores países a dar resposta adequada a estes males, muitos deles com diagnostico favorável se existisse uma lei de saúde mental pragmática e eficaz.
Vou continuar a ler sobre o tema, fico contente por perceber que tirando o mau feitio nada de errado se passa comigo a não ser a incapacidade de largar da mão pessoas cuja patologia choca frontalmente com valores e princípios de sã convivência que tento professar.
O conselho que recebi foi "por vezes a resposta é o egoismo" ou seja, pensar primeiro em mim e só depois nos outros. Nem um comprimidozinho para tomar, afastar-me simplesmente de quem se recusa a ser ajudado e é de senso comum que só se pode ajudar quem reconhece que precisa de ajuda, e que o Amor não chega para curar os males do mundo.

Paulo Leote E Brito

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A pensar no Bes

 

 

 

 

 

José Sócrates ciente da futura crise do Bes, e numa linha altamente patriótica convenceu Hugo Chaves a ajudar Ricardo Salgado na tentativa de resolver o buraco do Banco Espírito Santo 
José Sócrates, provavelmente o último patriota português vivo e que ninguém compreende convenceu um homem de esquerda a enterrar dinheiro num Banco da linha de Cascais . Dinheiro do povo da Venezuela. 
Desta forma , Chaves, depositou no Bes, 1,2 mil milhões de dólares, mais ou menos o valor das imparidades da Caixa i cluido o Berardo, no Bes. 
Esta semana Maduro mandou transferir esse dinheiro para o Uruguai . O Problema é que o Novo Banco não tem esse dinheiro. Logo não o pode transferir. mesmo que quisesse.
Mário Centeno já se apercebeu do problema e vai tentar ir buscar esse dinheiro ao crowndfouding dos enfermeiros com apoio de Marcelo que já disse que essa recolha de fundos era ilegal. 
O Fundo de resolução tambem já avisou que estava teso e Carlos Costa, o Governador do Banco de Portugal já disse que não queria dar parecer sobre isso , como fez quando se demitiu de dar parecer sobre os empréstimos ruinosos da Caixa.
Como eu costumo dizer. " Homens sérios não têm ouvidos. 
Fico feliz pois só mesmo os portugueses para enganarem o Maduro. Cá para mim tem os dias contados. Mas escusam de ficar descansados pois o fundo de resolução já pediu a Centeno mais 1000 milhões. Vai ficar disponível na próxima legislatura. 
Abraço e bom fim de semana.

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- Tipo Marco van Basten –


(…) “E foi com areia entre os dedos que vi a infância virar adolescência. As prioridades dos meus colegas mudaram... Eles queriam "sair à noite" e eu queria que aquele jogo nunca acabasse, como se fosse possível fazê-lo durar para lá do tempo que conhecemos”

- Tipo Marco van Basten -

Quando o pé me doeu naquela noite, tentei, como sempre, continuar em campo.
Não havia nada em jogo que o justificasse, somente a vontade de ganhar fazendo o meu melhor, como sempre. Porque mais do que jogar por algo, joguei sempre por mim. E foi com esta mentalidade que continuei a ir, noite após noite, jogar naquele pavilhão.

Mas esta história começou antes de sequer haver pavilhão, "quando a idade cabia nos dedos", fosse no alcatrão de uma qualquer rua ou no campo de terra da Escola Primária em Alcantarilha. Depois veio o alcatrão da "escola dos grandes", já em Armação de Pêra. Em todos os intervalos e ao fim-de-semana, lá estava eu, sempre a jogar com os mais velhos. Sem medo e com muita vontade de ganhar porque o meu orgulho continuava em jogo, a cada jogo, todos os jogos.
Nem o secundário mudou esta paixão e a cada intervalo lá continuava eu, no campo de alcatrão da Escola Secundária de Silves.
Pelo meio deste percurso, alguns foram crescendo e abandonando o campo; uns porque preferiam usar os intervalos para queimar cigarros, outros porque passaram a ter outras prioridades (é difícil arranjar namorada a suar atrás de uma bola em todos os intervalos).
Mas eu fui ficando.

Quando fui estudar para Lisboa, aproveitava os fins-de-semana para ir até ao pavilhão.
Quando regressei ao Algarve e comecei a trabalhar, continuei a ir.
Daquela primeira geração que começou a jogar antes do pavilhão, já só restava eu.
Mesmo com vinte e tal, era o mais novo e, ao mesmo tempo, o jogador mais antigo em campo. Este estatuto permitiu-me atravessar várias gerações de alunos e de professores com quem partilhei o campo. Os campos.
Mas a idade um dia deixa de caber nos dedos e os jogadores pelos quais eu não conseguia passar, deixaram de me conseguir acompanhar. E por ter jogado sempre contra os maiores e mais fortes, fui obrigado a desenvolver uma "mudança" extra.
Uma velocidade que poucos tinham.

Foi com recurso a essa velocidade que ainda marquei alguns golos pelo Clube de Futebol "Os Armacenenses", mas cedo percebi que o futebol era uma paixão, mas não uma prioridade e enveredei por outros caminhos feitos de informática e música.
Mas nas noites de Verão largava o computador e lá estava eu, no campo de futebol de praia em Armação de Pêra. Mesmo depois das luzes se apagarem.
E foi com areia entre os dedos que vi a infância virar adolescência. As prioridades dos meus colegas mudaram... Eles queriam "sair à noite" e eu queria que aquele jogo nunca acabasse, como se fosse possível fazê-lo durar para lá do tempo que conhecemos. Mas continuei a ir, até ao dia em que deixou de haver esse campo.

Entre todas as ocupações e responsabilidades de adulto que foram surgindo, aquelas horas de futsal no pavilhão continuaram religiosamente reservadas. Porque mesmo tantos anos depois, o meu orgulho continuávamos em jogo e só queria fazer o meu melhor e ganhar.
O tempo não mudou isso em mim. Fiquei. Persisti. Insisti.
Continuei a calçar as chuteiras com dois pares de meias nos pés.
Nos dias mais frios, nos dias mais quentes, com mais ou menos dores, joguei.
Até àquela noite.

Naquela noite não consegui continuar porque a dor era bem maior do que a minha vontade e a cada passo forçado naquele campo sentia o meu mundo a desabar.
Dessa vez não consegui continuar e tive de parar.
Mas mais do que a dor que sentia naquele momento, pairava-me na cabeça o medo de estar a sair do meu último jogo porque nunca tinha sentido uma dor assim, tantas lesões depois.

Depois disso andei entre hospitais, médicos e exames, mas parecia que nunca me levavam a sério... "É jogador profissional?". Não, mas aquelas horas em campo faziam parte da minha felicidade. Era o tempo em que não pensava em mais nada e era livre, dentro das linhas daquele campo cor-de-laranja.
Como não descobriam o que havia de errado no meu pé e eu queria continuar a jogar, tentei voltar, mas mesmo meses depois aquela dor continuava lá e eu não conseguia sequer correr. Por muito grande que fosse - e é - o meu orgulho, percebi que estava perante um jogo que não poderia ganhar.

Após muita insistência, descobri que tinha uma lesão grave no astrágalo (um osso que nem sabia que tinha no tornozelo).
Com a causa da minha dor descoberta, enviaram-me para Lisboa e foi na primeira consulta com um médico especialista que percebi que não havia nenhuma solução mágica para a minha lesão. Que mesmo sendo operado, seria muito pouco provável poder voltar a correr ou a jogar futsal sem medo de agravar uma lesão que felizmente não me incomoda no meu dia-a-dia de "pessoa normal".
Não fosse o facto de eu não querer ser uma pessoa normal, tudo estaria perfeito.
Mas não desisti. Troquei o futsal e a corrida pela bicicleta e pela natação, e foi por isso que durante o Verão, ao final da tarde, havia uma bicicleta "estacionada" na ponta do passadiço de madeira, na praia de Armação de Pêra.

Fiz tudo o que podia para poupar o meu tornozelo, sem desistir de me mexer, na esperança de recuperar e um dia poder voltar a jogar.
E hoje essa esperança morreu.

Sempre pensei que um dia seria aquele velhote lá no pavilhão, a jogar mais devagar, mas com a mesma vontade de sempre. Pensava que um dia poderia voltar a formar dupla com o Bruno Alves na frente de ataque dos Veteranos dos "Armas", mas esse dia não vai chegar porque acabou para mim.
Porque neste momento arriscar o próximo jogo pode custar o resto da vida.

Enquanto o meu médico hoje me recomendava optar por outra modalidade, lembrou-se do Marco van Basten, que foi obrigado a terminar a sua carreira demasiado cedo devido a uma lesão parecida. Eu era muito novo, mas lembrava-me perfeitamente do "van Basten", só não sabia que tinha sido uma lesão a afastá-lo do topo do futebol mundial, com apenas 28 anos.
A minha pegada no futebol é completamente insignificante em comparação, mas infelizmente temos em comum a idade e a lesão.
E infelizmente, temos em comum a tristeza de ter de dizer "basta".
(Que mesmo doendo dói menos do que a dor que senti naquele último jogo.)

Obrigado a todos os que se cruzaram comigo em campo.
Espero que tenha sido um prazer jogar ao meu lado.
E espero que tenha sido difícil jogar contra mim.

"Quando a idade cabia nos dedos, a palma tinha sangue pisado
O campo era de terra, mas eu via-o esverdeado
Quatro passos de perna aberta e a pedra que tivesse a jeito
O outro poste era de basquete e a trave era um conceito
Sem rede ou marcação, a bola nunca estava fora
E o jogo só terminava depois do sol ir embora
O apito para o intervalo era o toque de entrada
Caderno preto de capa gasta com a matéria passada
Com a bola debaixo do braço a mochila já não pesava
Bola no pé depois da porta e a hora não interessava
Paixão era redonda, dava provas num quadrado
Mais golos e melhores notas, era aluno aplicado
Expectativa aumentava e o meu futuro já brilhava
Num relato de amanhã o pensamento viajava
Sem preocupações, comandado pela vontade
Vi promessas na calçada com sabor a saudade"

Pedro Pinto

Reflect - Mar e Maré https://www.facebook.com/pmdspinto/videos/10218417191201665/

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"Costa já pode ser o protagonista mesmo sem ir de férias para a praia"

 

 

 

 

 

 

 

 

O Tio Celito foi ao Bairro da Jamaica apoiar os moços que andaram à pedrada  policia

Marcelo já disse que queria entrar num filme sobre os bairros degradados da grande Lisboa com António Costa. Já disse que depois de fazer as férias na praia do GIGI já podia ser o protagonista. Costa já pode ser o protagonista mesmo sem ir de férias para a praia. 
A imbecilidade trás votos, o povo revê-se neste tipo de gente. Portugal metido num tipo de gaiola das malucas á deriva em cima de um barco de choco. Até eu já não digo coisa com coisa. 
Catarina Martins já começou a incendiar a Venezuela. 
O Deputado do PCP João Ferreira e o Pai andam a alugar os prédios dos Trabalhadores do Comércio para alojamento local para fazer inveja ao Robles.
Afinal o PCP também aposta no Imobiliário. 
Não se tem falado de sondagens. alguém sabe alguma coisa? Como a campanha já começou pensei que já havia alguma coisa. Vejo Costa muito nervoso, estou preocupado. 
Parece que afinal somos bons nalguma coisa, fomos o país da Europa que mais dinheiro meteu nos bancos, Boa. 
A Caixa Geral de Depósitos com um presidente do PSD contratado pelo PS já dá lucro. Os 10 euros do aumento dos funcionários públicos e dos reformados tem ido para as comissões que a Caixa cobra e deu perto de 500 milhões de lucro. A Caixa já fechou mais agências que os CTT.
Deixaram de falar do Bolsonaro. Será que está tudo bem? 
O PS como governo apostou na descentralização para que as Câmaras fizessem com o IMI o que o governo não consegue fazer com a carga fiscal absurda. Como os autarcas, com excepção dos mais serviçais e mais ricos não estão para aí virados, o governo lança a Regionalização de novo a debate. 
Pronto. Já dá para discutir qualquer coisa.

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"O País e a Europa estão ao rubro"

 

 

 

Boa noite

Tenho andado arredado destas crónicas pois também ando, como o nosso primeiro-ministro preocupado que a gripe económica não dê em pneumonia. Temos que trabalhar muito.

O País e a Europa estão ao rubro.

Brexits , Dexits e talvez Portugalzits.

O Bloco de Esquerda e o Pan tentam desanuviar os problemas tentando legalizar a Canabis de forma que se possa abordar os problemas de maneira mais leve.

Marcelo está em queda, o telefonema de amor a Cristina Ferreira em directo foi um sucesso, e há quem diga que a Sic de Balsemão que viu as acções subirem 10% depois de contratar Cristina já tentou convidar Marcelo para participar no "Casados á Primeira Vista".

Marcelo ficou verdadeiramente abalado no entanto e convocou o Conselho de Estado. Balsemão que tem lá assento, já disse que ia meter uma cunha para ele ser entrevistado ao vivo por Cristina e assim esclarecer o teor do telefonema…

Marques Mendes aconselhou Marcelo a telefonar a Ricardo Salgado que conhece bem a namorada de Marcelo para interceder, pois a namorada não gostou nada da brincadeira, e já tinha problemas que chegassem com o caso BES.

O Défice está controlado pois a divida aos fornecedores dos hospitais é o equivalente a 2% do Défice. Mas a culpa é dos gastos excessivos em vacinas para a gripe económica que Costa anda a evitar a todo o custo e até foi a um jantar da Associação 25 de Abril perguntar a Vasco Lourenço se achava bem a estratégia de Catarina Martins de nacionalizar tudo, pois ele devia ainda lembrar-se do trabalho de Vasco Gonçalves, e poderia dar uma ajuda.

Vasco Lourenço disse que não se lembrava de nada, pois cada vez o vinho é de melhor qualidade e quer lá saber de nacionalizações.

A maçonaria está a querer entrar em força no PSD, que está a ficar um Montenegro. Uma chatice para António Costa que estava a preparar um Bloco Central com Rio e com a bênção de Balsemão e de Bilderberg.

Na Câmara de Loures do PCP parece que o genro de Jerónimo de Sousa tem adjudicações directas de Bernardino Soares, de valores exorbitantes para um comunista. Parece que o vírus de apoiar o PS começa a afectar o PCP que se tem mantido incólume desde o 25/4. Jerónimo de Sousa já disse que não se usa a família para ataques politicam. Deve ter sido uma sugestão de Carlos César.

Resta-nos a televisão, onde está um frio do caraças pelo que depois de a apagar sempre se aquece um pouco.

E prontos, o país está em banho Maria aguardando os ventos do exterior e por agora ainda embalado pelos refugiados ricos que vão alimentando imobiliárias e turismo..

Trabalhemos pois.

By Fanan

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A DEZ À HORA


 

 

 

 

1- Vivemos um tempo em que os convites à tolerância são mais do que muitos.
2- A internet veio facilitar a chegada dessa e de muitas outras mensagens em que se apela à tolerância de uma forma generalizada, mas sobretudo para com as minorias.
3- Já não leio muitos jornais em papel, compro o Sol e o diário I de vez em quando sobretudo a edição de fim de semana.
4- O resto vou dando um rabo de olho pela internet.
5- A maior dos jornais disponibilizam um espaço para comentários, maioria dos casos por falta de recursos humanos não são "censurados" pelo que cada leitor escreve o que bem lhe apetecesse.
6- Não há noticia que não tenha comentários, uns temas mais do que outros e algumas edições online mais do que outras.
7- O que me surpreende é a escalada de violência verbal, neste caso escrita, com que as pessoas se entretêm a insultar umas às outras. Claro que temos as televisões com os seus comentadores a dar o primeiro exemplo.
8- É rara a noticia que leio em que tal não aconteça e garanto que mais de metade dos comentários são de alguém a insultar alguém e por vezes até com ameaças físicas.
9- A virtualidade é um convite claro a que cada qual diga o que lhe vai na real gana sem qualquer tipo de filtros. É fácil despejar as raivas interiores nos teclados, e a preocupação mínima do efeito que tal pode causar nos outros, porque uns calam-se mas outros respondem à letra.
10- Agora como e perante tanto apelo à tolerância esta escalada de violência "verbal" sobe em vez de descer? O que é que se está a passar com as pessoas? Não há uma única pessoa que tenha a elevação intelectual de responder com inteligência e sobretudo... tolerância!?

Paulo Leote E Brito

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"Vai a pé filha, que só as putas é que andam à boleia"

Coisas avulsas

O Goucha entrevista o Machado. Dizem que está acabado. O Goucha, claro.
De seguida o Marcelo liga para a Cristina. O presidente do Benfica chora no ombro da Cristina. 
Um escritor francês diz que as mulheres de 50 anos não lhe interessam. Mulheres de 50 anos andam ao engate de "miúdos" nas discotecas. 
O Rui Vitória foi despedido depois de dois autogolos. Isto um mês depois do LFV ter tido um sonho igual àquele que o fez manter o JJ e assim ter alcançado a conquista de mais um campeonato.
O Duarte Lima afinal cobrou 5 milhões de euros de honorários e de modo algum gamou o dinheiro à pobre da senhora. Portanto desaparece a motivação para o assassinato da senhora. 
Toda a gente tem opinião sobre estes assuntos. Opinião contrária na sua esmagadora maioria.

Não vi o Goucha à conversa com o Machado, não vi o presidente do Benfica chorar, muito menos vejo os seus devaneios nocturnos (falo dos seus sonhos) tão pouco assisti ao telefonema do Marcelo para a Cristina. Não li nenhum livro do senhor que só gosta de "carne fresca" e não vou a discotecas de 15 em 15 dias nem para engatar, nem para ser engatado e não devo comentar decisões judiciais. Não devo porque não estudei o processo, porque não li os argumentos nem da acusação nem da defesa e mesmo que os tivesse lido falta-me formação para os interpretar.

Diga o que disser, a verdade é que as pessoas fazem aquilo para o qual estão destinadas, mesmo que saibam que está errado. Acham que têm controle sobre si próprias e sobre os outros, mas não, não têm. Falta-lhes é a força de carácter, o saber estar e sobretudo a inteligência de saber contrariar os seus impulsos mais básicos.

Tudo pelo momento e só o momento, sem acautelar as consequências. Exercer bem o Carpe Diem é uma arte, não é para todos. Desfrutar do momento é uma coisa, viver o resto da vida com as consequências do momento é outra bem distinta.

Andamos à boleia de tudo isto, andamos à boleia dos instintos primários, das opiniões que nos fazem balançar de um lado para o outro. Como dizia a vendedora de castanhas para a filha; "Vai a pé filha, que só as putas é que andam à boleia".

Tenho opinião sobre tudo isto, mas o segredo de bem envelhecer é fazer segredo do que se penso. Cada vez mais a vida ensina-me que o silêncio é o meu melhor e único amigo. Estou a aprender...!

Paulo Leote E Brito

 

 
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"Cristina Ferreira já ligou a Marcelo a agradecer e no écran apareceu " Aamor"

"Parece que foi o Gouxa que lhe deu o contacto do Zé" 

Marcelo comprou o novo modelo de telemóvel chinês. Tem inteligência artificial e sugere números de gente importante no país e faz ligações automáticas.

Parece que hoje vai ligar ao Gouxa.

Dizem que vai lá o Alexandre Frota.

Fontes fidedignas dizem que não consegue ligar a António Costa desde o ano passado.

O telefone não identifica como prioridade.
Em contrapartida já ligou duzentas vezes a Ricardo Salgado por causa daquela coisa da namorada ter aprovado as grandes transacções financeiras que roubaram a malta. 
Dizem que fez também várias chamadas para Bolsonaro para lhe recomendar José Castelo Branco para substituir a Ministra da Mulher no Brasil.

Parece que foi o Gouxa que lhe deu o contacto do Zé. 
O telefone chinês tem aplicação que dá a temperatura da água na baia de Cascais ao minuto. 
Os assessores de Marcelo estão preocupados e procuram outra aplicação que mostre os níveis de cocaína na água do mar que como se sabe são muito elevados na zona da Grande Lisboa e que vêm da rede de esgotos.

Dizem que os banhos poderão estar a influenciar alguns raciocínios mais afoitos. 
A namorada de Marcelo também não está nada satisfeita com estes telefonemas e já disse que lhe ia oferecer um IPhone. 
António Costa diz que tem tentado ligar, mas o telefone não reconhece o número.

Por vezes no écran aparece o nome de um restaurante indiano e desliga pois parece que a namorada diz que já nem com piri piri a " coisa" funciona. 
A Huawei já propôs usar Marcelo na próxima campanha em que vai lançar um telemóvel completamente à prova de água que tira selfies automáticas cada vez que Marcelo a nadar se cruza com um objecto em forma de cilindro e de cor castanha normalmente oriundo da Ribeira de Carcavelos. 
Cristina Ferreira já ligou a Marcelo a agradecer e no écran apareceu " Aamor".

Tudo indica que será o primeiro número da lista de contactos. 
Aproveitem e façam como Marcelo e mudem de telemóvel. Vão ver que todos os vossos problemas se resolvem. Os do país estão quase resolvidos. 
Abraços e Bom Ano. Promete.

By Fanan
 
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Pensamentos param entreter o Natal

 

(...) "Depois o "tio" Jorge, que se atravessou na minha adolescência e depois o reencontro, quarenta anos depois. Foi bom, muito bom, mas soube a tão pouco. Tinha 80 anos, mas ainda têm a mãe viva, salvo erro com 106 anos. Esperava, por isso, mais tempo para nos usufruirmos a sua jovialidade, o seu humor. Ainda conservo intacta uma garrafa de medronho caseiro que trouxe para lhe oferecer. Fico à rasca quando olho para a garrafa, se calhar vai ficar assim, intacta (...).


É época de Natal, bem sei. Devia escrever cartas de Natal, falar de coisas coloridas, escrever um conto daqueles que começa mal e acaba bem. Escrever sobre amor. Que sei eu dessas coisas. Às vezes penso que tenho emoções a preto e branco.
É verdade que penso demais e reflicto ainda mais. Também sei. É o que faço com o tempo que me sobra. Podia cozinhar, fazer bolos, tratar do jardim, comprar umas galinhas e fazer um galinheiro. Já fiz tudo isso. Não sei se repita.

Passo o tempo às turras com a vida, não sei se a tentar endireitar o mundo ou se a tentar encaixar-me nele. Vou pela segunda hipótese. Parece-me mais sensato.
Por vezes excedo-me no entusiasmo, sempre curioso, de meter o dedo em feridas alheias. Para ver o que sai e sobretudo para aprender. Claro que nem sempre sou bem recebido, sobretudo quando abro a boca ao que penso. Quase nunca. As pessoas querem lá saber o que penso, sobretudo quando carregam dores e as tentam esconder ainda com mais dores. Um dia calo-me, deixo de falar. Tenho a audição a morrer, deverá morrer primeiro do que eu, mais uns tempos e acabou, fico surdo. Nessa altura silencio-me. Os que amo agradecem, disso tenho a certeza. Desconfio que são ditadores, não é por os amar que fico cego, mas se me querem calado no mesmo tempo que reclamam liberdade parece-me que são iguais aos ditadores que tanto combatem. Cá entre nós não combatem coisa nenhuma, papagueiam o politicamente correcto, seguem os construtores de opinião, a maioria uns merdas, e repetem-se até à exaustão uns aos outros. Uns intolerantes que dizem combaterem os...intolerantes.

Sou (acho eu) uma pessoa de compromisso e de lealdade, entre outros defeitos. Não tenho nenhuma qualidade. Sou uma montanha de defeitos, não confundir (por favor) com uma montanha defeituosa.
Não aprecio a raça humana mas gosto muito de pessoas. De pessoas que goste de abraçar e beijar, mais de abraçar, um abraço contém tudo o que é preciso e substitui muitas vezes as palavras, uma invenção humana nem sempre bem usada.
Gosto de ler, desde a lista telefónica, uma das leituras predilectas na minha infância, até ao DSM-5. Este último ensina-me muito sobre a compreensão da natureza humana. Ou seja ajuda-me a compreender outras leituras e sobretudo a perceber a fragilidade emocional do ser humano. Ajuda-me, mas sou mau aluno, acredito sempre que a maluquice é uma escolha pessoal, ou pelo menos os actos dependem de uma decisão pessoal. Por isso teimo em tratar as pessoas todas da mesma forma, independentemente da idade, raça, credo, fervor clubístico ou até mesmo, da psicose que carreguem. E sei bem do que falo.
Também é verdade que é um manual de diagnóstico e as suas mais de mil páginas ficam aquém do que necessito para compreender a essência do ser humano. Percebo somente que o resultado funcional das pessoas é mais importante do que a doença que carregam. Percebo que no fundo somos todos "doentes" mas se não berrarmos todos os dias no trânsito ou se o fizermos uma vez ou duas por ano, não somos doentes, somos só estúpidos momentaneamente.
Depois não compreendo a química do cérebro, tão pouco a química que o reequilibra. "Cada caso é um caso", diz a voz popular, se assim é porque se dá lítio a todas as pessoas?!
Uns miligramas a mais ou a menos mas tudo igual, tenha a pessoa cem quilos ou quarenta, viva a pessoa num ambiente protegido por amor ou no meio de uma guerra civil.
Uma coisa é certa, os denominadores comuns, nenhum doente se acha doente, todos são mentirosos e egocêntricos e quase todos recusam a medicação e são os arautos da liberdade. Uma coisa é certa, os loucos são os mais livres seres humanos que conheço, isso já aprendeu há muito tempo e os impulsos a que cedem trazem quase sempre o rótulo de "liberdade" como desculpa universal. Fico a pensar muitas vezes nisto. Mas confundem-me, porque de livres nada tem porque obedecem aos requisitos das doenças sem perceberem que é o que acontece e a liberdade que lhes reconheço é no fundo o que os prende à infelicidade eterna. Sobra-lhes o fazerem o que lhes dá na real gana e é isso que os que vivem do lado de fora entendem como...liberdade.

Muitas vezes calculei riscos para "enlouquecer" um bocadinho, ficar de castigo em troca de chegar a casa uma hora mais tarde do que estava paternalmente ordenado, custou-me bastante na adolescência. O "não" é que era um aborrecimento. Hoje agradeço os nãos, mas não consigo deslocar-me da irritação que os "não" me provocam na época. Depois aprendi a dizer "não" a mim próprio, foi a maior conquista para a minha personalidade e carácter e talvez me tenha safa da loucura permanente, mas sem dúvida que pesa imenso na minha liberdade.
Vivemos uma época de intolerância, de ditadura de minorias, vivemos um tempo em que os "tolerantes" não toleram os intolerantes. Confuso, bem sei. Mas num país com uma das mais altas taxas de doenças mentais do mundo há ainda muito para desbravar. Deixo isso para os cientistas.

Tudo tem a ver com inteligência, ou a falta dela. Tem a ver com emoções, isso sim de certeza. Mas mais ainda com a gestão das mesmas. O tal “não” que temos de negociar connosco, retraindo impulsos que depois não está disposto a assumir como errados. E como bem se sabe os ditadores detestam ser confrontados. Não me vou alongar mais na profundidade destas coisas. Isso não é para espaços virtuais. Nem para outros espaços.

A vida tem caminhos, muitos caminhos para percorrer. As pessoas estão sempre lá. Tenho tido a sorte de me cruzar com excelentes seres humanos, nem sempre ou quase nunca falo deles, pelo menos publicamente. Coisas que de uma forma egoísta guardo param a minha intimidade. Também não falo muito dos outros. Sinceramente, questiono-me francamente que voz será a minha.

Nestes dias mais recentes estive numa vila do interior por dois dias. Nestas vilas interiores procuro sempre o genuíno, sobretudo o genuíno humano. Encontro sempre, neste caso o dono da Pensão onde fiquei. Mas não é dele que vou falar, fica para outra ocasião. Na vila há um restaurante dos bons, uma boa carta de vinhos, comida de comer e chorar por mais. Enquanto janto e almoço, olho sempre à volta, estou sempre a observar, sobretudo se estiver sozinho. Fiquei arrepiado com o que vi. A virtualidade já chegou ao interior. Era fim-de-semana, duas mesas chamaram-me a atenção, sentadas estavam duas famílias distintas. Ambas com um casal e dois filhos entre a criança e o adolescente. Numa o filho levou o tempo todo com a cabeça em baixo a mexer no telemóvel que tinha pousada nas pernas. No prato a comida, pensei que talvez não estivesse com fome. Mas não, numa das espreitadelas percebi que ele ia comendo entre as pausas do telefone. Em frente o pai, fazia o mesmo mas com o telemóvel em cima da mesa, estava de costas para mim e dava para ver o que ele...via. De vez em quando mostrava o que via à filha sentada ao seu lado ou ao filho que estava em frente. A mulher não conseguiu ver, mas parece-me que se escondeu nos seus pensamentos. Na outra mesa o mesmo. Não preciso acrescentar mais nada.

Quando abri o computador para escrever esta crónica trazia no pensamento uma coisa completamente diferente. Mas as palavras seguem uma ordem própria e a crónica escreve-se por ela própria eu limito-me a ser um intermediário completamente inútil.
Este ano que está a acabar, como quase todos os anos, são anos de perdas, mais do que ganhos. Quanto mais velhos ficamos mais pessoas perdemos e com elas vão sempre bocados nossos. Três dessas perdas tocaram-me em sítios que não se explicam, sentem-se. Escrever ajuda-me a lidar com tudo isto e fica sempre mais barato que que ir ao psicólogo ou abastecer-me de lítio na farmácia. Há outras perdas que também são exorcizadas pela escrita. Escrevo para mim na maior parte das vezes, depois misturo as coisas para que ninguém perceba do que falo ou melhor para que não se concentrem em mim, pobre mensageiro, mas que usem se for caso disso o que por aqui deixo escrito.
No início do ano o choque maior, por ser completamente inesperado, Carlos Silva e Sousa era uma amizade recente, já nos conhecíamos há muitos anos, mas a sua candidatura a presidente da câmara de Albufeira, aproximou-nos, de mansinho como se querem as boas amizades. Nunca falamos de política, nem de questões camarárias, falamos sempre do que importa; humanismo, vinhos, livros, conserva e gastronomia regional, filosofia, e de sonhos. Havia sempre um abraço entre nós, uma coisa muito bonita esta amizade, doeu-me a sua partida precoce.
Depois o "tio" Jorge, que se atravessou na minha adolescência e depois o reencontro, quarenta anos depois. Foi bom, muito bom, mas soube a tão pouco. Tinha 80 anos, mas ainda têm a mãe viva, salvo erro com 106 anos. Esperava, por isso, mais tempo para nos usufruirmos a sua jovialidade, o seu humor. Ainda conservo intacta uma garrafa de medronho caseiro que trouxe para lhe oferecer. Fico à rasca quando olho para a garrafa, se calhar vai ficar assim, intacta.
Depois a minha tia Gabriela que partiu há dias. Era a ultima dos irmãos do meu pai, 93 anos bem vividos. Passei muitos bons momentos com ela, depois ela remete-me logo para o tio Ernesto, seu marido, pessoa que eu adorava desde criança que depois me remete para a restante família que tanta saudade tenho.

Quando penso neste Natal, penso neles. Penso neles e penso no que o tempo faz com as pessoas. E no que fazemos com o tempo e com as pessoas. É muito para pensar, é muito para reflectir. É muito para tão poucas palavras.

Paulo Leote E Brito

Comentários:

Paula Rodrigues Abre a garrafa de medronho, e comemora, faz um brinde a todos aqueles que tiveste na tua vida e também àqueles que ainda tens, e a ti também. Comemora a vida e o que ela nos dá.

Nanda E Nando Almeida Eles continuam contigo enquanto a tua memória os recordar! Aqui vai um Beijinho de Feliz Natal da Nanda, que muito gosto de ler as tuas crónicas, umas vezes concordando outras nem tanto! Boas Festas

Jorge Cabrita Matias Cada dia que nasce é uma vida nova que nos chega, entre loucos e normais navegamos, um dia com uns e o seguinte com os outros, avançamos rumo á luz como que chamados pelo seu brilhar, uns vão á frente outros demoram-se pelo caminho, aqueles a quem damos a …

Suzete Pinto Feliz Natal Paulo!!! Um grande e forte abraço, daqueles q n precisam de palavras!!! 

Maria Caria Ah! Ainda consigo comprar lítio para o Natal? Resulta mesmo? Mesmo quando os anos já depositaram o calcário em todo o lado, incluindo a ... cabeça que sempre foi dura (de ouvir e dizer muitos "nãos")? Um dia destes, para o ano (logo no inicio) combinamos gritar em conjunto?

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