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Cultura

Cultura (41)

XV Feira Medieval de Silves de 10 a 19 de agosto de 2018

 

XV Feira Medieval de Silves 10 a 19 de agosto, na XV edição de imagem da criação do fotógrafo André Boto.

Tendo como tema base a “Silves, 1189. A Conquista”, dará a conhecer o famoso episódio da história da cidade, no qual o Rei D. Sancho I, com ajuda dos Cruzados que se dirigiam à Terra Santa, toma a cidade.

«Creio que a imagem deste ano é muito poderosa e fará, por certo, trabalhar a imaginação de quem a vir, convidando a que possam estar em Silves, de 10 a 19 de agosto, na XV edição deste evento», diz Rosa Palma, Presidente da Câmara Municipal de Silves. «Queríamos, precisamente, continuar a dar uma dimensão de grande dramatismo, diria mesmo cinematográfica, a esta criação, já que a história de Silves, cheia de episódios grandiosos, personagens de grande poder e influência, lendas e poesia, nos permite explorar com muita força tudo o que diz respeito à produção visual», reforça a autarca.

Na sessão fotográfica que permitiu a criação da imagem da XV Feira Medieval de Silves procurou-se criar uma imagem vívida e dramática de dois guerreiros, um cristão e um muçulmano, que certamente, ao longo dos vários meses que durou o cerco à cidade (de junho a setembro, mais precisamente até dia 3 desse mês) e durante o confronto se terão enfrentado. A determinação de ambos os lados em confronto está retratada, bem como a presença de todos os demais que viviam na cidade ou que seguiam os combatentes, personificados pelo místico rosto que aparece quase como que uma sombra e as mulheres e crianças, personificados pela jovem que olha o infinito, em busca de melhores dias.

André Boto contou com a participação de vários modelos, todos voluntários: Bruno Guerreiro (o cristão), António Santos (o muçulmano), Catarina Marreiros (a jovem) e Eduardo Ramos, o músico silvense que, mais uma vez, se associa a este evento, onde também atua todos os anos. Aliás, estes modelos são, mais uma vez, pessoas que têm uma relação com a Feira Medieval, participando e visitando-a, fazendo parte da sua história e dos afetos que ela proporciona.

André Boto residiu em Silves por longos anos e tem nesta cidade as suas origens. O seu currículo inclui inúmeras distinções entre as quais, as últimas, recebidas em 2016 e 2017, são:

  • 2017 - Medalha de Prata no concurso MIFA - Moscow International Foto Awards 2017, Rússia
  • 2016 - Master Qualified European Photographer - com fotografia de interiores
  • 2016 - 3º Prémio no concurso "NYC4PA - Macro", EUA
  • 2016 - Vencedor da categoria de "Paisagem e Habitats" no concurso "AMBID 2016"
  • 2016 - Menção Honrosa do concurso "Motif Collective - Shadows"
  • 2016 - 6º Lugar no concurso "Night Photography & Light Painting"
  • 2016 - Menção Honrosa no concurso "FAPA - Fine Art Photo Awards - Photomanipulation"
  • 2016 - 2 Nomeações no concurso "Not Indoor Photography - 2016"
  • 2016 - 2 Menções Honrosas e 5 Nomeações no concurso "La Grande Awards
  • 2016 - 4 Nomeações no concurso "11th Black and White Spider Awards"
  • 2016 - Nomeado/Finalista no concurso "1000 for 1 - New Eyes"

Anita Oliveira (do salão de cabeleireiro Anita, em Silves) realizou, também por mais um ano, a caracterização dos personagens – cabelo e make up -, com grande qualidade. Anita Oliveira formou-se na Alemanha e exerce a profissão há mais de 30 anos, realizando formações constantes, para aperfeiçoamento da técnica.

A sessão fotográfica decorreu na Casa da Cultura islâmica e Mediterrânica, tendo a autarquia contacto com a colaboração, para esse efeito, do Centro de Estudos Luso-Árabes de Silves (CELAS).

Patrocinadores: Região de Turismo do Algarve, Delta, Doner Kebab Al-Sultão, Fiesa Prosand, Crazy World, Aqualand.

Media partners: Sul Informação e Rua FM

A Feira Medieval de Silves é um ECOevento, certificado pela Algar.

+ info: tel. 282 440 832 | correio eletrónico Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

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Porra! O quanto eu gosto deste texto. Ainda bem que encalhei nele. Digam-me se estou errado.

 Porra! O quanto eu gosto deste texto. Ainda bem que encalhei nele. Digam-me se estou errado.

Napoleão Mira in De Coração D'Interiores

O Sabor da Manhã

Gosto das manhãs e do silêncio das manhãs. Gosto do cheiro das manhãs e da luz das manhãs. Gosto das manhãs lavadas, cheirosas, mas também gosto delas ao fim-de-semana desgrenhadas, despenteadas, preguiçosas.

Gosto da manhã servida em taça de maré-alta e de caminhar na praia em cima do tapete de espuma com que as ondas demarcam a areia.

Gosto dos pensamentos ao alvorecer. Límpidos, extravagantes, fazíveis.

Gosto do cheiro do estrugido matinal que, vindo lá da cozinha do restaurante vizinho, me invade as narinas sem pedir licença.

Gosto do som matutino, sincopado, da vassoura com que a senhora da limpeza varre o solo em frente do meu local de trabalho, deixando-o imaculado, beijável mesmo.

Nesta manhã voa-se-me a vontade de estar para outras latitudes. E das terras mais a sul, passo num ápice à serenidade madrugadora da minha aldeia.

No pensamento que me invade, espreito pelo postigo a vida que lentamente se desembrulha. Os corpos acoitados erguem-se para mais uma jornada de labuta e a vida é um presente, uma dádiva, um acontecimento irrepetível, apesar de podermos pensar que ontem foi igual a hoje, e amanhã igual a sempre.

Gosto da sinfonia matinal da minha aldeia. Os primeiros passos apressados de alguém que logo, logo, se perdem na distância. As conversas de soslaio de que escuto apenas irreconhecíveis fragmentos. As primeiras badaladas do sino da igreja, diapasão por onde se afina a vida aldeã.

O inevitável galo que canta a horas desavindas, inconcebíveis, inconfiáveis. A estridente corneta do padeiro que me trás à porta a fragrância única do pão acabado de acabar de cozer.

No silêncio das alturas, entre o chão que pisamos e o azul que almejamos, passa um balão; não é do João, é a passarola do Hugo, máquina voadora, de onde se olha o mundo como os pássaros o vêem.

Lá, atrás do outeiro, cresce a olhos vistos, uma bola grávida de fogo. Ao presenciar o seu nascimento, sinto um estremecimento, uma espécie de frenesim. Uma coisa entre mim e eu. Uma forma de agradecimento interior. Uma prece ao que está para lá do meu entendimento.

O sol é que alegra o dia, pela manhã quando nasce, ai de nós o que seria, se o sol um dia faltasse. Ilustração sonora em forma de cante de uma paisagem onde o astro-rei, imponente, dominante, determina não tarda nada, o recolher obrigatório à fresquidão das casas povoadas de silêncio e escuridão.

Gosto das matinas estivais, frescas e luminosas, mas também amo as invernais com ventanias a assobiar pelas frestas e chuva a retinir no telhado.

Num passe de mágica deixo-me levar para essa frequência temporal onde a escrita se me torna mais fluída e produtiva.
Das manhãs de inverno rigoroso, gosto especialmente de acender o lume a poder de sopro de canudo. Não sei porquê, mas estas coisas dão-me mais prazer se as fizer na solidão da minha companhia.

Gosto de pensar que o canudo por onde ruborizo as brasas, pertenceu à minha avó materna, Francisca da Encarnação de seu nome e para que conste.

Gosto que este artefacto me transporte para o seu colo, lhe sinta o cheiro e lhe percorra com o meu dedo de petiz os rios de veias que lhe povoam a magreza das mãos nuas. Gosto de lhe ir buscar o cesto da meia e de me perder na destreza com que manuseia agulhas e linhas que, por artes mágicas, vão ganhando a forma de um pé.

Gosto definitivamente das manhãs borralheiras, que tal como a gata, devem regressar incógnitas ao seu território temporal quando soarem as doze badaladas do meio-dia.

Gosto das manhãs mulheres, insinuantes, provocadoras, das que retiram o til ao seu nome, como se se despissem de preconceitos ou então, das manhãs namoradeiras, de olhos feitos amêndoa e beijos a saber à noite passada.

Napoleão Mira in De Coração D'Interiores

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Rodolfo Castro ilumina III edição de Contos ao Luar no Colégio Internacional de Vilamoura

Rodolfo Castro, mais conhecido como “o pior contador de histórias do mundo”, é o convidado de honra da terceira edição dos Contos ao Luar, promovido pelo Colégio Internacional de Vilamoura (CIV), e que terá lugar na próxima sexta-feira, dia 1 de junho.

Dina Adao 

Não perca esta noite de entrada livre ao público, e dedicada aos amantes e curiosos por histórias - crianças e adultos com crianças dentro – onde não faltarão, a partir das 19 horas, a música, os sabores do mundo e as palavras soltas ditas ao luar.

Depois das primeiras edições, decorridas em 2014 e 2016, e que trouxeram a esta escola de educação internacional, nomes como Luís Carmelo, Sofia Maul, Serafim, Patrícia Amaral (Tixa) e Thomas Bakk, o CIV volta a receber Rodolfo Castro.

O contador de histórias esteve já entre a comunidade em 2011, prosseguindo um trabalho de projeto desenvolvido ao nível do storytelling e da narração oral (A Magia das Palavras Contadas), cujo objetivo é transformar histórias em métodos de aprendizagem.

Dono de um sotaque natural da sua Argentina natal, Rodolfo Castro é presença habitual em encontros e festivais e conta para todos os públicos, para além de realizar colóquios, conferências, workshops, peças de teatro e “tertúlias para noites de insónia”. Possui obra publicada em Portugal, Brasil, México e Espanha, como autor e ilustrador.

Esta festa, que é já uma tradição no Colégio Internacional de Vilamoura, tem como principal objetivo promover a palavra contada e contagiar o público com a magia das estórias, ciente de que estas são um estímulo da dimensão emotiva, cognitiva, experiencial e criativa.

Este momento promove assim um trabalho conjunto de educadores, professores e pais em torno das histórias, aliando sempre a palavra a técnicas orais e corporais. Os CIV Youngstorytellers, grupo de contadores de histórias nascido no CIV em 2010, prometem, por isso, surpreender miúdos e graúdos!

 

 

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Abril em Faro: Pensar Abril, Viver Abril com Afonso Dias

Comemorações do 44º aniversário do 25 de Abril

Faro assume, neste ano de 2018, um papel respeitoso e didático da memória de Abril de 1974. Mais do que os solenes cerimoniais, as manifestações desportivas e os costumeiros espetáculos, Faro quis alargar de modo significante e digno a evocação de Abril e da sua nobre memória.

Desde logo, a comissão de organização das comemorações, cuja curadoria é assegurada pelo cantor, poeta e deputado constituinte, Afonso Dias, decidiu envolver as escolas do concelho, realizando um “25 de Abril pequenino”, em formato de história musicada e um grande número de recitais sobre a “Constituição de 1976 – a Liberdade na lei”, mas também com a realização de um conjunto de colóquios que trazem à cidade capital figuras maiores da Resistência, da Cultura, dos Militares de Abril.

Efetivamente, por aqui passarão, em ocasiões diversas, figuras como: Teresa Rita Lopes numa homenagem que a sua cidade lhe presta, acompanhada por Carina Infante do Carmo da UAlg e Fernanda Guerra da Casa Álvaro de Campos, (6 de Abril, 18h00, Biblioteca Municipal de Faro); Rui Pato e Francisco Fanhais a evocarem José Afonso, que aqui viveu e ensinou durante cinco anos (IPDJ, 16 de Abril, 18h00); Francisco George, Irene Flunser Pimentel, António Pina e Carreira Marques, que nos falarão das conquistas que Abril e a Constituição possibilitaram nos domínios do Poder Local, da Saúde, da Educação, do usufruto da Liberdade (Paços do Município, 10 de Abril, 18h30). E aqui estarão, ainda, o estratega operacional da Revolução, Otelo Saraiva de Carvalho e os também militares de Abril, Martins Guerreiro e Rosado Luz, todos membros integrantes do grupo que encabeçou o momento libertador de Abril de 1974 (Quartel da GNR, 13 de Abril, 18h30).

Mas “Abril em Faro” trará ainda diversas exposições temáticas, espetáculos e outras manifestações na cidade e em todas as freguesias.

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São-brasenses a sair “fora da caixa” na Biblioteca Municipal

Sensibilizar adultos, crianças e jovens para as artes do espetáculo é o objetivo do novo projeto “Fora da Caixa” que a Biblioteca Municipal Dr. Estanco Louro lançou este sábado, 10 de março.

O projeto está a ser desenvolvido por quatro jovens são-brasenses que se encontram a frequentar o curso de Artes do Espetáculo da Escola Secundária Tomás Cabreira e que estão a desenvolver o seu projeto de estágio na Biblioteca são-brasense.

As sessões do “Fora da Caixa” terão lugar todos os sábados à tarde até julho de 2018, a partir das 15h30, desenvolvendo o movimento, a voz, a postura corporal, a comunicação, entre outros temas.

Durante o mês de março, os participantes podem ainda participar em sessões sobre a industrialização do movimento, no dia 17, e memória sensorial, no dia 24. Seguir-se-ão outros temas nos próximos meses.

Estas atividades são de participação gratuita mas carecem de inscrição que pode ser efetuada diretamente na Biblioteca Municipal ou através dos contactos: 289 840 360 e Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..

O projeto inclui ainda a “Oficina de Teatro” que procura sensibilizar para as artes do espetáculo, para a reflexão crítica teatral e permitir ao público aumentar a fruição do teatro.

A Oficina de Teatro vai realizar-se todas as terças-feiras, entre as 15h30 e as 18h30 e visa dar a conhecer técnicas, funções e profissões ligadas à área do teatro. Os participantes vão co-criar uma produção que será apresentada no final do projeto.

Esta oficina é dirigida a professores, educadores de infância e ao público em geral, de todas as idades.

Iniciativas que dinamizam a Biblioteca Municipal e que proporcionam aprendizagens diferentes sobre o mundo do espetáculo, com particular enfâse param o teatro.

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CAVEMAN A comédia sobre Homens e Mulheres que fez história na Broadway a Caveman | A comédia sobre Homens e Mulheres - Sábado 21:30 · Auditório Municipal de Lagoa

Caveman detém o recorde como o monólogo com mais tempo em cena na história da Broadway. É também já afirmadamente uma força mundial que conquistou os corações de milhões e que vai com certeza conquistar também o seu. Caveman já foi visto em 45 países e traduzido para 18 idiomas diferentes (e continua a somar!).

Sendo uma peça astutamente hilariante sobre as várias formas como homens e mulheres se relacionam, Caveman provoca a ambos os sexos uma identificação constante com os seus conteúdos e consequentes ruidosas gargalhadas. Acenos afectuosos entre membros do público ocorrem com regularidade durante o espectáculo à medida que se revêm nas histórias que são contadas no palco.

Caveman, faz-nos rir de nós próprios sobre todas as formas como homens e mulheres discutem, riem e amam. Por essa razão, casais por todo o mundo se apaixonaram pelo Caveman.

A popular comédia Caveman foi escrita por Rob Becker ao longo de um período de 3 anos durante o qual ele realizou um estudo sobre antropologia, pré-história, psicologia, sociologia e mitologia. Caveman tem sido desde tal uma ferramenta para alcançar a paz nos constantes mal-entendidos entre homens e mulheres.

Desde então, Caveman tem estado em digressão em salas por todo o mundo.

Em Portugal estreou com grande sucesso em 2009 e volta agora aos palcos para ver ou rever.

Texto: Rob Becker / Encenação: António Pires / Tradução: Felipa Mourato / Cenografia: Artur Pinheiro Produção: Força de Produção com o apoio Ready to Shoot

Interpretação: JORGE MOURATO

Bilhetes disponíveis em http://bit.ly/2A5hQHX | Auditório Municipal de Lagoa . 282 380 452 | Convento de S. José . 282 380 434 | Balcão Único CML | WORTEN | FNAC

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“Alfaiate” de Helena Tapadinhas vence Prémio Literário Santos Stockler/2017

O Prémio Literário Santos Stockler é uma iniciativa do Município de Lagoa, cuja entrega dos prémios se inscreve este ano no programa das Comemorações dos 245 anos da criação deste concelho.

Após avaliação dos trabalhos concorrentes ao Prémio Literário Santos Stockler/2017, o Júri deliberou, em reunião de 12 de janeiro 2018, distinguir o conto “Alfaiate” de Helena Tapadinhas.

Esta decisão, tomada por unanimidade, foi justificada pelo Júri nos seguintes termos: “o conto reúne todas as qualidades previstas nos critérios, expressa uma notável capacidade de fixação literária de um património imaterial do concelho e revela uma profundidade que lhe confere uma evidente universalidade”.

O Prémio consta do valor pecuniário de 10.000,00€ a que se junta a publicação do trabalho.

Para além da primeira distinção, o mesmo Júri deliberou ainda atribuir 6 Menções Honrosas aos contos: “Camaleão”, de Ana Maria Nunes Gonçalves; “A casa de Verão”, de Isabel Rio Novo; “A vida inteira num prato de barro, de Carla Marisa P. Vieira Pais; “Nepomuceno na terra dos possíveis”, de David Eduardo V. Roque; “Memórias fugazes”, de Paulo M. Morais e “Da permanência, de António Conduto Oliveira.

O Prémio Literário Santos Stockler foi instituído em pelo Município de Lagoa em 2016 com o objetivo de promover, defender e valorizar a Língua Portuguesa e a identidade e diversidade socio culturais do concelho; promover e incentivar a criação literária, o gosto pela escrita e pela leitura, e, ainda, homenagear o poeta, jornalista e romancista lagoense, Santos Stockler.

A Cerimónia de Entrega destes Prémios, realiza-se no dia 27 de janeiro 2018, na Quinta dos Vales às 15H:30. Na mesma oportunidade terá lugar a apresentação pública do livro que integra as duas Menções Honrosas atribuídas no Prémio de 2016. Será ainda apresentada a 3.ª edição do Prémio Santos Stockler 2018/19.

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Coro dos Amigos do Museu no “Música nas Igrejas” em Tavira

Coro dos Amigos do Museu no “Música nas Igrejas” integrado no ciclo “Música nas Igrejas” tem lugar, no dia 13 de janeiro, pelas 18h00, na Igreja da Misericórdia, o concerto com o Coro dos Amigos do Museu.

Este foi fundado pelo maestro Valter Sulzer, em março de 2006, com um núcleo inicial de cinco mulheres. No entanto o objetivo da sua criação visava a formação de um coro misto capaz de interpretar música polifónica da Renascença e do Barroco. Atualmente, o coro tem cerca de 45 coralistas de diversas nacionalidades, nomeadamente, alemã, escocesa, holandesa, inglesa, japonesa, norueguesa, portuguesa, russa, sueca e suíça.

Dada a proveniência dos seus membros, o Coro dos Amigos do Museu canta música sacra e profana da Renascença, do Barroco, do Romantismo e contemporânea, assim como música popular portuguesa.

O “Música nas Igrejas” visa dinamizar o património edificado, bem como promover o gosto pela música. Os concertos ocorrem todos os sábados e destinam-se ao público em geral.

Mais informações em http://www.academiamusicatavira.net

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Biblioteca Municipal de Faro António Ramos Rosas abre com salas requalificadas

A Biblioteca Municipal de Faro António Ramos Rosa irá reabrir já no início da próxima semana, dia 8 de janeiro, no horário habitual de segunda-feira, às 14h00, após um período de encerramento para obras que teve início no passado dia 15 de novembro.

Depois de um intenso trabalho de limpeza, higienização e recolocação das coleções nas estantes, por parte de toda a equipa da Biblioteca, milhares de títulos voltam a estar disponíveis para serem lidos e consultados, num espaço requalificado com a conservação e manutenção do pavimento de madeira nas salas.

Recorde-se que as obras de substituição e melhoramento do pavimento das salas representaram um investimento de 15.515,22 euros (IVA incluído) e exigiram a completa libertação do espaço do primeiro piso.

Inaugurado há 17 anos e registando atualmente 21433 leitores inscritos e cerca de 335 visitantes diários, o edifício da Biblioteca é já um equipamento cultural e pedagógico central para a Região, merecendo a maior atenção por parte do Município. Com esta empreitada, a Câmara Municipal pretende continuar a prestar serviços de qualidade, garantindo a satisfação de quem visita a Biblioteca Municipal.

Com uma programação educativa e cultural diversificada para conhecer, a Câmara Municipal e a equipa da Biblioteca Municipal dá-lhe as boas vindas a 2018.

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Portimão canta as “Janeiras” com forte movimento associativo

No dia 6 de janeiro, pelas 21h00, a Alameda da Praça da República vai ser palco da quarta edição do “Cantar das Janeiras” com um leque variado de grupos de cantares. A apresentação ficará a cargo da locutora, Fátima Peres.

Portimão convida a comunidade a participar neste encontro para ouvir, cantar e celebrar o Cântico das Janeiras e dos Reis num ambiente de boa disposição e alegria. O serão terminará com o sabor a Bolo-Rei e a Jeropiga, tal como a tradição dita, ficando assim registado um momento festivo e de excelência oferecido pelos cantadores.

A 4ª edição de “Cantar das Janeiras” conta com a participação de seis grupos do concelho de Portimão e dos concelhos vizinhos. É sempre importante preservar as tradições e manter vivo o movimento associativo, através dos grupos presentes que utilizarão a sua voz, mas também as violas, os instrumentos de percussão e de cordas. São eles, as Estrelas do Barlavento - o Grupo de Cantares de Música Tradicional Portuguesa, o Grupo Coral Adágio, o Grupo Coral do Centro de Convívio de Alvor ACRA 1º Dezembro, o Grupo de Janeiras da Associação Cantares do Parchal, o Grupo de Cantares do Instituto de Cultura de Portimão e a Associação Grupo Coral de Portimão.

Na ocasião será servido Bolo-Rei e a Jeropiga, tal como a tradição dita, ficando assim registado um momento festivo e de excelência oferecido pelos cantadores.

A 4ª edição do “Cantar as Janeiras” é organizado pela Câmara Municipal de Portimão e tem o patrocínio da cadeia de supermercados Pingo Doce que oferece o Bolo-rei.

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