Dia: 21 de outubro

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Política

Política (34)

Saiu o relatório de Pedrogão – Por Fernando Santos

Quanto vai custar ao país ainda este governo de António Costa com esta ministra da administração interna e o orçamento de Estado completamente de joelhos ao PCP e ao Bloco, a limpar as arcas? Mais descontos para a segurança social para as empresas, mais IRC, mais...mais. Acham que mesmo assim se vai conseguir pagar isso?

Os bancos estão a emprestar mais cerca de 9000 milhões de euros, aos particulares para comprar carros e casas e a emprestar menos 500 milhões ás empresas. Será que sou eu que estou maluco?

Mais subsidio de desemprego quando não há gente para trabalhar?

Como se vai produzir para pagar mais 1000 e tal milhões por ano em benesses do Orçamento de Estado?

Já pagaram a parte da divida que iam pagar, pelo menos isso.

Afinal o problema de Pedrógão tem um relatório independente e que é transversal ao que se passa no país. A razão é simples, incompetência. E agora? está na altura de começar a pedir indemnizações. Já estão legitimadas. 
Nada não dá em nada.

Triste, muito triste. O que vale é que tenho muito pouco tempo para ver mais asneiras, senão não parava de escrever.

Se a proteção civil falhou, e se os dirigentes foram recentemente nomeados pela Ministra da administração interna e o Líder maior anda com António Costa desde pequenino, sempre a viver á conta do orçamento de Estado, o que é isto?

Está provada a incompetência, morreram pessoas. Muitas pessoas.

Acham que encher os eleitores que vivem do estado, com benesses compensa tudo?

Adormece-os, mas são uns comprimidos para dormir muito caros.

Costa tem que aguentar até que Rio chegue, não sei é se o país aguenta.

De certeza que virão já os meus amigos que terão as benesses para poderem marcar férias para a dominicana, mesmo com ciclones, a dizer que sou um fascista.

Devo estar parvo, não me liguem.

Comecei às 6 da manhã e acabei agora, ou melhor fiz um intervalo agora.

Boas continuem.

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Eleições autárquicas em Armação de Pêra com independentes em maioria pelos partidos

Estamos a 15 dias das eleições autárquicas e consequentemente para a Junta de Freguesia de Armação de Pêra, presidência e assembleia de freguesia, respetivamente, de Armação de Pêra com independentes em maioria pelos partidos

João Pina
Carteira Profissional de Jornalista Nº 4 408

Foram apresentadas as candidaturas:

CDU - Fortalecer Silves da Serra ao Mar com a sigla - Trabalho, honestidade e competência.

Candidata à Presidência da Câmara Municipal de Silves: Rosa Palma (CDU).

Candidato à Presidência da Assembleia Municipal de Silves: Vítor Rodrigues (Independente pela CDU).

Candidata à Presidência da Junta de Freguesia de Armação de Pêra; Alice dos Santos Estevão (CDU).

PSD - Juntos por Si! Por Armação de Pêra!

Candidato à Presidência da Câmara Municipal de Silves: Rogério Pinto (PSD).

Candidato à Presidência da Assembleia Municipal: Martins dos Santos (PSD).

Candidato à Presidência da Junta de Freguesia de Armação de Pêra: Ricardo Pinto (PSD).

PS - Armação Melhor

Candidato à Presidência da Câmara Municipal de Silves: Fátima Matos (PS).

Candidata à Presidência da Assembleia Municipal: Sofia Belchior (PS).

Candidato à Presidência Junta de Freguesia de Armação de Pêra: Mário Nobre de Oliveira (Independente pelo PS)

Em Armação de Pêra verifica-se o que regiamente acontece no resto do país, apenas um alheamento aos políticos, ou um grande «cartão amarelo» às eleições e, depois os habituais queixumes e críticas quanto às políticas dos governos, câmaras municipais e juntas de freguesia nos quatro anos seguintes.

Os portugueses e, neste caso concreto, os armacenenses estão cansados das promessas mentirosas dos autarcas, da sua arrogância do “quererem saber só dos seus interesses, familiares e amigos”, disse um residente há dias, “nem sei se vou votar no dia 1 de outubro”, acrescentou. É esta mentalidade que os armacenenses devem de mudar já no próximo ato eleitoral e, não depois criticar quem for eleito. “E acha que vale a pena votar, todos querem o mesmo, não sei não, aliás, é dia de futebol…”, adiantou outro armacenense enquanto consertava as redes da pesca.

Aproveitamos para apelar através destas despretensiosas palavras – expressem as vossas críticas para melhorar a vila de Armação de Pêra democraticamente e em silêncio no minuto ou dois que é o tempo de votar através da cruz no vosso partido e candidato que julguem o mais capaz – não à abstenção no dia 1 de outubro.

Não vamos analisar nem promover nenhuma candidatura e respetivos cabeças de lista à Junta de Freguesia de Armação de Pêra.

De uma forma geral, desde Ricardo Pinto, PSD, Alice Santos, CDU e Mário Nobre Oliveira, todos prometem resolver o «pesado e grave problema da limpeza em Armação de Pêra», ou seja, a falta de limpeza na vila e os muitos caminhos limítrofes para a povoação. Também, e há várias décadas que, de quatro em quatro anos se fala o que fazer ao «casino velho», à antiga praça, à nova sede da Junta de Freguesia, ao acabamento das obras no Estádio Municipal, às cheias na baixa da vila e à afamada compra de uma parte da praia.

São questões pertinentes, nas quais a Câmara Municipal de Silves tem sempre a primeira e última palavra a dizer e tem de haver bom sendo entre o executivo camarário e as forças da oposição, o que não se tem verificado.

Antes das eleições e durante as campanhas eleitorais e exprimindo-nos em termos populares – é o vale tudo, desde que não se entre em ofensas pessoais – depois, quem ganha as eleições toma posse para “governar o concelho ou a junta de freguesia” e, quem perdeu, toma possa como oposição.

Porém, e durante quatro anos, os líderes da câmara e da junta, com maioria ou sem maioria devem entender-se, não sendo ditadores e quem está na oposição deve exercê-la de forma construtiva.

Da mesma forma, as câmaras municipais e juntas de freguesia, inclusive, que sejam de partidos diferentes e rivais, devem praticar boas relações institucionais e não conviver numa guerra aberta durante os mandatos.

Um problema que Armação de Pêra e Silves registam há décadas, mesmo quando o partido da câmara seja da mesma cor do que lidera a junta de freguesia.
De quem é a culpa?
Desde o «25 de abril» que se cultiva este estado de guerra permanente…

Há que mudar mentalidades de governar e sobretudo democráticas.

Faltam cerca de 15 dias para as eleições, os partidos apresentaram-se com mais ou menos assistências, aliás, podem-se contar as pessoas que são militantes dos partidos de cujas listas fazem parte, pelo que são considerados independentes que «vão a jogo» só por causa de retirar a maioria a um dos partidos que eventualmente venha a ser o vencedor.

Entretanto, o PSD que se apresentou no Largo da Fortaleza registou uma excelente moldura humana e uma boa produção do evento, com excelentes intervenções em que o candidato Ricardo Pinto «arrasou» e explicou que não brinca em serviço.

A CDU teve uma casa, aliás, Largo da Fortaleza com cerca de 300 pessoas e bons discursos dos vários candidatos, com Alice dos Santos Estevão como cabeça de lista e receber muitos aplausos de uma franja da população de Armação de Pêra muito para além dos «pescadores».

O PS apresentou-se na Praceta da Rua Álvaro Gomes, “uma zona que está ao abandono, não fosse as três pastelarias lá existentes. Desde o mês de Junho que está um amontoado de pedras de calçada na praceta, por lá ficaram desde a reparação da conduta de água”, anunciou o candidato Mário Nobre Oliveira, no entanto, recebeu muito pouca assistência, não o impedindo, todavia, de lançar umas farpas ao atual executivo…

Sugerimos aos candidatos que aproveitem bem estes últimos dias de campanha, façam-na «boca a boca», ou «porta a porta», umas almoçaradas e jantares, «cada um paga a sua parte, porque só «postar» no Facebook o que os respetivos amigos e assessores escrevem não vão lá. Em Armação de Pêra, a população idosa não quer saber das redes sociais e os mais jovens não andam no Facebook, pelo que não existem 100 residentes recenseados na vila que leem o que os candidatos publicam.

A finalizar a presente matéria e a 15 dias das eleições autárquicas, como sói dizer-se, "a minha alma está parva" como são escolhidos e aceites os candidatos às juntas de freguesia deste país.

Quaisquer pessoas com licenciaturas, quartas-classes, trabalhadores, desempregados, reformados, aventureiros, velhos, novos, sobretudos, inexperientes, Chicos-espertos. 
Vale tudo, incluindo, uma boa dose de lata para se candidatar.

E o pior deste processo, é que os partidos aceitam tudo e todos.
É preciso é apresentar um candidato e uma lista à pressa.

Sempre aprendi e verifiquei ao longo da vida que para desempenhar determinada tarefa ou concorrer a qualquer emprego, tem de se estudar e adquirir preparação para as funções.

Será que os partidos políticos pedem currículos vitae, pedem informações, ou até registos criminais e policiais dos candidatos a candidatos e averiguam os seus verdadeiros ideais políticos e motivações para as candidaturas?

Não está em causa a seriedade dos candidatos que aparecem no meu subconsciente, mas, um pouco pelo país fora acontecem situações de candidaturas saídas do nada e depois queixam-se da abstenção cada vez mais acentuada.

É, óbvio que, existe candidaturas preparadas com anos de antecedência, estratégias montadas a prazo. Afinal, a política é uma profissão remunerada e com futuro certificado após terminados os respetivos mandatos.

Como diz um amigo meu: "Na política, o melhor «tacho» é ser-se ex-deputado, ex-presidente de junta ou de câmara, por que há sempre a eventualidade de ganhar o Euro milhões, ou seja, chegar a secretário de Estado ou ministro de qualquer pasta".

E, assim, vamos caminhando até dia 1 de outubro e nas eleições não há milagres, nem vídeo árbitros que só veem o que lhes interessa ver...

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Porra! Ficou mal na fotografia - olhe que sim - agora, é mais um ano de bico calado.

Porra!

Meu caro, Aníbal, de nome e de apelido, Cavaco, eu que o fotografei centenas de vezes e o escutei outras centenas ao vivo como jornalista, claro e profissionalmente, fiquei desapontado com a seca das palavras lidas na Universidade de Verão da JSD, em Castelo de Vide.

João Pina

Carteira Profissional de Jornalista Nº 4 408

Já o ancião Teodoro, pai, de Boliqueime, empresário de sucesso, sempre que ia ao Casino de Vilamoura, lá estava na sala de jogo sempre controlado nas apostas, simpático, conversador, aliás, até aos últimos tempos de vida foi sempre convidado de honra da administração para os jantares de gala.

Porra!
O velho Cavaco foi um senhor de letra grande, já o filho professor, ministro e presidente sempre zangado, sisudo, atacando de surpresa e pela calada dos corredores do poder.

Porra!
Senhor Silva!
Foi propositadamente a Castelo de Vida dar uma aula de política aos "Jotinhas" e futuros "PPD/PSD's" e mandou da boca para fora uma série de arruaças verbais contra homens de Estado e em funções por onde já passou.

Que chatice!
Eu, que, até votei no senhor e, publiquei centenas de fotos e milhares de caracteres de certo modo em seu apoio, embora, fosse a minha obrigação como jornalista, mas podia escrever que não gostava do senhor professor catedrático nas análises dos números de escudos e euros depois, mas, até pensava que tinha razão e votava no senhor, bem como outros milhares.

Agora, refletimos que fomos enganados.

Bem podia ter ficado no Algarve em vez de ir ao Alentejo a convite da JSD na Universidade de Verão do partido «laranja», em Castelo de Vide, despejar ódios de estimação.
Ficou mal na fotografia - olhe que sim - agora, é mais um ano de bico calado.

Em Castelo de Vide, demoliu a geringonça, grifou que António Costa, conferindo-o a François Hollande e Alexis Tsipras que perderam o pio ou falseiam que piam, mas, teceu elogios ao Emmanuel Macron, de França, contra o seu sucessor.

Embora, sem citar o nome, deu a entender que a palavra presidencial deve ser rara no reinado do comentador rei presidente, acusando, alegadamente, "não passa pela cabeça de ninguém que ele telefone a um jornalista para lhe passar uma informação" e o senhor Silva “fiel à sua histórica aversão a comentadores que costumava chamar-lhes "profetas da desgraça", desta vez disse que "os (políticos) que valem a pena não enchem os dedos de uma mão", aplicando-se o mesmo a alguns jornalistas.

Em relação à classe política, e neste ponto concordo, o senhor Silva mantém o bê-á-bá de sempre: "É importante que se esteja na política sem que dela se dependa para ganhar a vida", aconselhando os Jotinhas que não desistam de estudar, pois disse: "considero errado um jovem abrandar os estudos a troco de um lugar político".

A terminar, meu caro, Cavaco, remeta-se à condição de aposentado com uma reforma dourada a pérolas e diamantes eurados e, já que nunca piou alto enquanto podia e devia, deixe piar quem está em modo de governar.

É, óbvio, que transporta consigo muitas frações ressabiadas, aqui para nós que ninguém ouve e lê – tem pena de não saber dançar Quizumbas, Pasodobles, uns Tangos, ou Contemporâneo em noite de festas e com mulheres de todas as idades, cores e raças e, então aquela lata de beijoqueiro mor - aliado à especialização em selfies todo o terreno.

Agora, criticar por o - Rei Presidente ter mais popularidade do que o Afonso Henriques no seu tempo é, que não – não gostei, os portugueses não gostaram, isto para não falar da genica do homem. 
De dia e de noite está sempre alerta e em movimento.

Porra!
Nem o Carlos Lopes e a Rosa Mota têm a sua pedalada.

31.08.2017, pelas 19,15 horas


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Alice Estevão dos Santos da CDU quer conquistar o poder autárquico em Armação de Pêra

O Largo da Fortaleza de Armação de Pêra, ex-libris da vila piscatória, não registou lotação esgotada como nas quintas-feiras nas noites dos bailes de verão, mas estiveram cerca de 300 pessoas para assistir, conhecer e ouvir o que diriam os candidatos da CDU à Assembleia de Freguesia de Armação de Pêra naquela noite do dia 24 de Agosto.

João Pina

Carteira Profissional de Jornalista Nº 4 408

E surdina ouvia-se a pergunta: “Quem é afinal de contas a candidata filha do povo e da família de pescadores”, aliás, nas últimas semanas a conversa andava no ar, “é preciso mudar a junta de freguesia da terra e trabalhar, isto não pode continuar só com bailaricos e festas todas as noites para os turistas”.

À hora marcada e com as filas das cadeiras repletas de comunistas, simpatizantes e muitos curiosos, pessoas das freguesias limítrofes, sobretudo, de Silves, uma jovem estudante da vila pegou no microfone e anunciou ao que vinham – apresentação dos candidatos às eleições de 1 de outubro à Junta de Freguesia de Armação de Pêra – e escutaram-se as primeiras palmas.

O Estado-maior da Câmara de Silves e também candidatos a novo mandato estava presente, Rosa Palma, Mário Godinho e Luísa Conduto Luís.

A jovem Marlene sem mais demoras anunciou a candidata à Junta de Freguesia de Armação de Pêra e passou o microfone a Alice Maria Estevão dos Santos, 44 anos, doméstica, nascida e criada entre pescadores e comunistas trabalhadores apaixonados pela velha aldeia de ruas viradas pro mar: “O que me levou a aceitar esta candidatura, prende-se, não apenas com a admiração e respeito que tenho pelo trabalho desenvolvido pelo atual executivo da Câmara Municipal de Silves, liderado por Rosa Palma, mas também, e sobretudo, pelo amor e carinho à minha terra, tendo a plena consciência e a confiança que posso desenvolver um trabalho sério, dedicado e empenhado em prol do bem-estar e da qualidade de vida das gentes de Armação de Pêra”, começou por afirmar Alice dos Santos, seguindo de imediato. “Foi nesta freguesia que cresci, é nesta freguesia onde tenho a minha família e amigos, é nesta freguesia onde convivo diariamente com todas as pessoas que sentem Armação de Pêra”, e adiantou entre os aplausos, “conheço bem a realidade da nossa terra e das suas gentes, os problemas e as necessidades que enfrentam e o que pretendem e desejam ver acontecer”.

Alice Estevão dos Santos que encabeça a lista da CDU é a porta-voz de uma equipa com muitos jovens e independentes que tem o desejo em mudar as mentalidades em Armação de Pêra, um grupo de armacenenses apto a trabalhar e a colaborar no desenvolvimento da vila. 

“Não venho esta noite propor medidas ou obras, será importante ouvir as pessoas da minha terra, falar olhos nos olhos com os comerciantes, profissionais liberais, estudantes, os desempregados desde os jovens aos idosos, ouvir as crianças, irei estar próximo de todos com a minha humildade, mas sobretudo com a vontade e a garra de defender os interesses da população em geral, resolver os problemas, mesmo naqueles que a Junta de Freguesia não tem as competências para os resolver (palmas), estarei ao serviço de todos, independente das cores partidárias”, sublinhou Alice Estevão dos Santos. Uma pausa para digerir os aplausos e beber um golo de água, continuou: “No estou sozinha, somos uma equipa jovem, lutadora e orgulhosamente empunhando a bandeira de ser armacenense, temos experiência de vida adquirida nas escolas, no meio social e profissional. Sabemos que a nossa vila, enquanto polo de atração turística é rigorosamente marcada pela sazonalidade, assim, sabemos que é necessário estimular e dinamizar o comércio em Armação de Pêra e a respetiva economia nas épocas baixas”.

A candidata da CDU não deixou de abordar o tema tão criticado entre a população residente e os forasteiros que visitam a vila nas férias, “é fundamental garantir a limpeza e higiene urbana para garantir mais visitantes e mais investimento (palmas). Temos e sempre existiu uma comunidade piscatória, aliás, representada no brasão da nossa freguesia (palmas) e que merece mais atenção e apoio (mais palmas). Temos uma praia apetecível e única em todo o Algarve e como é importante defendê-la de qualquer apropriação privada”, referiu Alice dos Santos entre «vivas» e muitos aplausos.

Empolgada e sem hesitar não esqueceu a dinamização cultural, mas sempre com o envolvimento das pessoas “das nossas gentes, comércio local e coletividades respeitando as nossas tradições e costumes”, explicando que há muito a fazer em Armação de Pêra.

Entre a assistência alguém dizia: “Eh pá, a Alice veio do nada, mas sabe ao que vai” e a resposta surgiu rápida: “Qual quê, o pai foi um grande camarada, a mãe, a família, temos de votar na moça…”. E, neste clima, até parecia que Alice dos Santos ouvia os comentários enquanto falava ao jeito de rapariga da praia com o balde de peixe pronto para venda nos restaurantes da vila. “Temos consciência que a tarefa não é fácil, mas quando nos envolvemos com o pensamento de defender os armacenenses, contribuir para melhorar a sua qualidade de vida e bem-estar, surge a nossa superação e vontade de não desiludir”.

Igualmente, não deixou de louvar a preocupação e o empenho do atual executivo da Câmara Municipal de Silves na resolução de problemas antigos de Armação de Pêra, “como o elevado investimento na elaboração do plano Geral de Drenagem de Águas Pluviais da baixa da vila com a inclusão da remodelação das redes de abastecimento de água e saneamento, a sul da via dorsal e na baixa da vila, mas também na construção da sede da Junta de Freguesia de Armação de Pêra, cujo início se avizinha para breve, assim como na construção do Parque Verde Urbano junto à Ribeira de Alcantarilha, entre o mais que irá ser feito”.

A candidata que já tinha conquistado a vasta assistência com a sua forma de estar e humilde, mas bem preparada para a difícil tarefa de conquistar a Junta de Freguesia de Armação de Pêra, frisou, ainda, a confiança de que a população saberá reconhecer toso este trabalho, “não deixaremos de prosseguir o caminho de cooperação mútua com o Município de Silves, conjugando e unindo esforços para resolução dos problemas e carências da população”.

A finalizar o rol de pequenas criticas e alertas, mormente, o que falta fazer pela sua terra, Alice dos Santos sublinhou: “Este é sem dúvida um traço que nos distinguirá dos atuais responsáveis autárquicos da Junta de Freguesia de Armação de Pêra, demasiadamente focados em atritos e fricções políticas, e pouco envolvidos na resolução dos problemas reais e efetivos da nossa terra e das suas gentes. Aliás, cientes que muito ficou por fazer por parte do atual executivo da Junta de Freguesia e que nem tudo o que foi feito foi do agrado dos armacenenses, não podíamos ficar quietos ou encostados a ver Armação de Pêra a definhar, razão pela qual abraçamos este projeto de participação cívica e política”.

Tempo, ainda, para Alice dos Santos e no seguimento das suas palavras, “espírito e bandeira de bem-servir e de dedicação plena, de corpo e alma, à causa pública, à defesa dos interesses dos armacenenses e da nossa freguesia, ganhando para as nossas fileiras gente séria, honesta e competente, na sua grande maioria, independentes, reforçando o espírito unitário, que é efetivamente um traço da CDU no Poder Local Democrático é, uma importante e decisiva vantagem do nosso projeto que é preciso salientar, valorizar e divulgar”, enfatizou Alice dos Santos visivelmente emocionada pelo calor humano recebido da população armacenense que não arredava pé…. “Apelo, por isso, à participação não apenas do vasto coletivo de apoiantes da CDU, à sua militância e entusiasmo, mas também de toda a população em geral, independentemente das suas idades, crenças e filiações, que se revejam neste projeto, enquanto fatores indispensáveis para o desenvolvimento sustentável de Armação de Pêra e a melhoria da qualidade de vida das suas gentes, que é no fundo a razão der ser da minha candidatura à Junta de Freguesia de Armação de Pêra e de toda a equipa que me acompanha”, terminou Alice Maria Estevão dos Santos, entre «Viva o Poder Local Democrático, Viva a CDU, Viva Armação de Pêra».

Foi uma noite, quiçá, memorável num futuro muito próximo, em que para já, despontou a simpatia e saber de Alice Maria Estevão dos Santos e da sua vasta equipa, numa noite em que atuaram um duo de jovens de Hip Hop e o poeta e cantor Manuel Neto dos Santos e proferiram umas breves palavras Rosa Palma, Presidente da Câmara Municipal de Silves e candidata a novo mandato e Vasco Cordeiro, Membro da Comissão Política do CC do PCP e com a presença dos candidatos de Armação de Pêra à respetiva Junta de Freguesia e que se segue:

Lista dos candidatos da CDU à eleição para a Assembleia de Freguesia de Armação de Pêra:

Candidatos efetivos
1- Alice Maria Estevão dos Santos; 44 anos; Doméstica
2- Hélio Luís da Silva Monteiro; 41 anos; Professor do Ensino Secundário
3 - Ana Filipa Correia Vilas; 36 anos; Advogada
4- Rui Manuel Boto Mascarenhas; 45 anos; Empresário
5 - Marlene Gomes Santiago; 19 anos; Estudante
6- Jorge Miguel Coelho Griff; 34 anos; Administrativo
7- Maria Saionara Cordeiro Duarte Cabrita; 46 anos; Cabeleireira
8- Carlos Manuel Bentes Gonçalves; 53 anos; Pescador
9 - Bruno Miguel Morais Marruz Baptista; 36 anos; Comerciante

Candidatos Suplentes

1- Maria Teresa Fernandes; 65 anos; Reformada
2- Nuno Miguel Contreiras dos Santos Bárbara; 38 anos; Técnico Construção Civil
3- Sónia Isabel Ferreira Gonçalves Negrão; 39 anos; Arquivista
4- Águeda Freire Ribeiro; 52 anos; Empregada de mesa

5 – Vanda Sofia Martins Costa; 18 aos, estudante

Ver a Galeria de imagens em baixo:

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Jantar da amizade em Silves com sobremesa escondida

Realizou-se no dia 19 de Agosto, em Silves, no "Restaurante O Pina", na Rua Latino Coelho, Nº 11, um jantar de convívio com cerca de 30 amigos, o que no mês de Agosto pode entender-se como normal, mas também poderá atingir outras reflexões com paladares a estratégia política a pensar no futuro.

Reportagem: João Pina

Carteira Profissional de Jornalista Nº 4 408

Os convidados para o jantar, além, de silvenses, ou do concelho, foram maioritariamente militantes ou simpatizantes do Partido Socialista (PS), nomeadamente, alguns dos presentes integrarem as listas do PS nas próximas eleições autárquicas à Câmara Municipal de Silves.
A destoar ou talvez não pela cor partidária, um dos convivas foi o Prof. Rogério Pinto,
Antigo Vereador, Vice-presidente e ex-Presidente de Câmara de Silves e candidato derrotado nas últimas eleições em 2013 e, como tal, ainda Vereador na oposição pelo PSD é, em 2017 o cabeça de lista pela partido “laranja” à Câmara, ou seja, do PSD.

Fernando Serpa aquando dos agradecimentos aos presentes no jantar, justificou o casal marroquino, Mohomed Yossine e Lemyae como convidados, em sinal de agradecimento por há tempos o terem ajudado e a outros amigos em turismo pelo país do norte de África em virtude de uma avaria mecânica num dos jipes e terem ficado no hotel propriedade do casal a título gratuito.

Embora, o mentor dos já célebres jantares da amizade seja o advogado Fernando Serpa, conhecido militante do PS, antigo candidato à Câmara e uma vida nos bastidores do município como Vereador, tenha referido: "Antes de mais, agradeço a presença de todos, somos amigos há muito tempo e não há nada de melhor do que homenagearmos a amizade. E, a amizade não tem idade, nem cor, muito menos partidária. Respondendo aos vossos olhares. Neste jantar não se vai falar em política, embora, atravessamos um período eleitoral onde muitos de nós estão envolvidos. Aliás, ao meu lado direito está sentado um amigo e também de muitos, o Prof. Rogério Pinto, que é precisamente o candidato à Câmara de Silves pelo partido nosso rival, no entanto, está aqui como amigo e não na caça ao voto, entendidos".
O convite deste grupo de amigos e por ser o fotógrafo de serviço, como é normal convidarem a máquina fotográfica, a verdade é, que não consigo despir a camisa de jornalista e em surdina os presentes vão desabafando os que lhes vai na alma, enquanto e como jornalista tomo notas.
Ao jantar foi servido como entrada caldo verde, seguido de uma mista de leitão assado e também de frango assado acompanhados com batata frita e salada de alface e tomate e por fim um excelente cabrito no forno com batata também assada no forno, tudo bem regado com vinho tinto, branco, sangria e refrigerantes. Por fim as habituais sobremesas caseiras do dia, cafés e digestivos. 
No final do jantar e à despedida, alguém pergunta, quando é que saem as fotografias e a notícia.
Notícia de quê?
E o jornalista amigo, pensa - em jornalismo não existem amizades, mas, isenção e o dever de reportar o que vê, ouve e regista.
E o que é que o jornalista observou?

“Grupinhos de dois ou três amigos a cochichar – achas que o PS vai ganhar as eleições para a Câmara em outubro? Hum! Hum! Não estou a ver”, e lá fora enquanto fumavam um cigarro, outros interrogavam-se – “o que achas do Rogério outra vez na Câmara? Não sei, eu não voto no PS!”, “Então vais votar nele? É de Armação de Pêra!”, ouve-se. “Então! É melhor do que…!

E, enquanto era servida a sobremesa, o ambiente de amizade avançava para a estratégia, não se diz da conspiração, mas, reunir as tropas do partido numa estratégia em relação ao futuro próximo. “O PS nestes últimos quatro anos bateu no zero em Silves, é preciso repensar tudo a partir de outubro” disse um jovem militante do partido da “rosa”
"Quando olhamos uns para os outros, não podemos dizer não, nós estamos lá para ajudar”, enfatiza Fernando Serpa, “temos de repetir mais vezes estes jantares, a vida é para ser vivida com amizade”, disse outro conviva. “Fico honrado com o convite, pelo que agradeço”, salientou Rogério Pinto, no seu tempo de antena de um minuto “estou aqui como amigo, mas se alguém me quiser dar o voto (risos) também agradeço”.

E com abraços e beijinhos os amigos do PS foram-se despedindo, uns em direção a Feira Medieval a decorrer ainda, outros para casa ver os comentários aos jogos do Benfica e do Sporting que tinham acabado de dar cinco “secos” aos Belenenses e Vitória de Guimarães, enquanto o Rogério Pinto caminhava em direção ao carro que havia deixado junto à Ponte Romana, à entrada da cidade, distribuindo beijinhos e apertos de mão às pessoas com quem se cruzava, “então vão à feira Medieval, fui eu quando estava na câmara que a criei, agora vou candidatar-me de novo…”, despedia-se o candidato do PSD após ter jantado com o inimigo, mas desta feita, amigos.

Estiveram presentes neste jantar da amizade os seguintes amigos: Fernando Serpa; Otília Serpa; Diogo Serpa; Susana Serpa; Luís Guerreiro; Laurinda Guerreiro; João Guerreiro; Marco Luís; José Manuel Reis; Fernando Reis; Ruben Reis; Rute Palma; Mohomed Yossine; Lemyae; Rogério Pinto; Svetlana Menshova; José Borralho; Mércia Borralho; Daniel Calado; Célia Calado; Leila Calado; Alexandre Freitas; Luísa Freitas, entre outros.

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Presidente da Junta de Freguesia de Armação de Pêra sem oposição nas eleições

Não nos admiramos que o atual Presidente da Junta de Freguesia de Armação de Pêra concorra contra ele próprio.

Por João PinaCarteira Profissional de Jornalista Nº 4 408

A falta de bom senso, compreensão e cooperação entre uma franja da população, classes trabalhadoras, empresários, associações culturais e instituições públicas, parecem mais acentuada e desunida na procura de casos e de desavenças.
A desunião tem mais de 40 anos, em Armação de Pêra, onde pelos vistos ainda não sopraram os ventos do 25 de Abril

Ao longo dos anos sempre mandou a classe dos pescadores, depois os retornados e meia dúzia de pedreiros transformados em mestres-de-obras feitos construtores e donos de dezenas e dezenas de apartamentos ditos blocos de cimento armado.
Enquanto, os pescadores perderam a força de outrora por via do envelhecimento e desaparecimento natural dos mesmos, cresceu uma nova classe de jovens filhos dos recém armacenenses, que estudou e deu seguimento aos negócios dos pais e hoje são prósperos comerciantes.
Os responsáveis pelas entidades autárquicas, administrativas e associativas passaram a ser eleitos entre jovens licenciados.

Assim, em termos políticos já nada é como há 43 anos, se bem que muitos dos eleitos continuam a pensar que os órgãos que dirigem através do voto, prosseguem a ser uma espécie de "quintas" que herdaram ou compraram, exercendo o "quero posso e mando".
A contrapor, embora, com menos ênfase, a população gira à volta do triângulo de interesses - Igreja (em associação com a Santa Casa da Misericórdia, Lar da Terceira Idade, Gaivota), Junta de Freguesia e Clube de Futebol "Os Armacenenses" - e, quem não estiver abençoado por este triunvirato vive à revelia e com dificuldades de integração, prosperidade social e profissional. A a acrescentar aos interesses da vila, está e bem, o Agrupamento Escolas Silves Sul, as forças de segurança da GNR e pouco mais.

Há quatro anos, nasceu a "Polis Apoteose" que, com a juventude dos seus membros, mudou a mentalidade dos armacenenses e pôs a vila no mapa de animação de verão.Tudo corria bem, mas aos poucos, a “Polis Apoteose” perdeu protagonismo e deixou-se conquistar pelo poder dos meios de organização de eventos da Junta de Freguesia de Armação de Pêra, em parceria com privados feirantes de festivais vindos do norte do país.

Os eventos que fizeram história na vila de Armação de Pêra descambaram com o volume das caixas registadores dos interesses que nada têm a ver com o comércio da terra e passaram a motivar a crítica dos comerciantes locais.

Críticas que não são contra os eventos, mas sim com a calendarização dos ditos no mês de Agosto.
Em 2017 criou-se uma Associação de Comerciantes de Armação de Pêra, mas que e, já a Câmara Municipal de Silves e a Junta de Freguesia da vila querem influenciar e controlar politicamente.
Tem havido reuniões e apresentações entre os intervenientes interessados, mas que tem redundado em fracassos de acusações mútuas, falta de entendimento, bom senso e como tal de falta de acordo, quando o verão está aí… seguido das eleições.
Porém, não é de estranhar por que o exemplo vem da sede do concelho, ou seja, das reuniões e Assembleias Municipais em que o partido do poder e os das oposições nunca se entendem.

Entretanto e por que os armacenenses voltados para o mar e para os seus interesses pessoais, não querem saber de democracias e muito menos de eleições, está a acontecer algo de surreal nos dias de hoje:

Pensamos, que ao fim de 43 anos após a revolução de Abril, em todas as freguesias do país com um número significado de habitantes, no dia “25 de Abril” e no “Primeiro de Maio” registam-se anualmente lançamento de foguetes, arruadas com bandas filarmónicas, espetáculos populares, enfim, animação gratuita e comemorativa das respetivas datas e patrocinadas pelas câmaras municipais e juntas de freguesia.

Correto!

Sempre foi e continua a ser assim!

Menos em Armação de Pêra em que este ano não houve comemorações do “25 de Abril” e do “Primeiro de Maio”. Devido ao desinteresse da Junta de Freguesia, também, nenhuma associação subsidiada pelo estado, clube desportivo, grupo de amigos ou de pessoas se juntaram para ao menos saborear uma caracolada e beber uma cervejola e de cravo vermelho gritar:

Viva a Liberdade!

Pelo exposto, não é de admirar que ao faltar menos de cinco meses para as eleições para a Junta e Freguesia de Armação de Pêra, não se conseguir encontrar ninguém disponível para se candidatar à junta pelo PS, CDU, BE, ou de um qualquer movimento político.
Como, em Armação de Pêra tudo é surreal, e ainda não chegou a democracia «à séria», não nos admiramos que o atual Presidente da Junta de Freguesia em representação do PSD concorra contra ele próprio

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O que a malta quer é: "Putas e vinho verde" e Jeroen Dijssebloem trocou por miúdos o ditado português: "Com mulheres e bebidas”, ou seja, “Nem copos nem corpos"

O que a malta quer é:

"Putas e vinho verde" e Jeroen Dijssebloem trocou por miúdos o ditado português: "Com mulheres e bebidas”, ou seja, “Nem copos nem corpos"

 

Texto João Pina

Carteira Profissional de Jornalista Nº 4 408

 

 O holandês, Jeroen Dijsselbloem, Chefe do Eurogrupo, disse que a Europa do Sul gasta dinheiro «com mulheres e bebidas» e que depois corre a pedir ajuda financeira.

 

É, óbvio que alguma classe política da dita “geringonça” ficou em polvorosa e contrariou os quatro ventos soprados de Bruxelas com a repulsa de Portugal; primeiro pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva que pediu a demissão do líder do Eurogrupo por tais declarações polémicas sobre a crise do euro, especificando: "São declarações muito infelizes e, do ponto de vista português, absolutamente inaceitáveis" e, o Primeiro-ministro, António Costa, considerou, “se estivéssemos numa europa séria, o senhor Djisselblom seria demitido de imediato, já que proferiu declarações “muito perigosas”, aliás, a “Europa só será credível com um projeto comum no dia em que deixe de ser presidente do Eurogrupo e haja um pedido de desculpas claro, relativamente a todos os países e povos que foram profundamente ofendidos por estas declarações".

 

Nas redes sociais, Jeroen Dijssebloem é tratado de «filho de puta» para cima, de cretino e, outros nomes do caraças.

 

Mas, vamos a factos, a Europa do sul – Grécia e Portugal - que pediram auxílio à EU e, que segundo as contas do Eurogrupo, os respetivos governos gastaram mais de 100 mil milhões de fundos comunitários mal gastos e que o nosso país continua na cauda dos devedores e pelos vistos a precisar de pedir mais esmolas.

 

Quanto às enfumadas declarações de Jeroen Dijsselbloem, se recordarmos os milhões que José Sócrates e Ricardo Salgado e os seus mais diretos amigos gastaram em passeatas pelo mundo e sempre entre copos e mulheres, talvez, tais afirmações tenham razão de ser, não desta forma, mas que são reais não tenhamos dúvidas.

 

Não vale a pena historiar as obras megalómanas feitas ao longo dos anos, desde pontes, pacotes de autoestradas, rotundas, estádios de futebol às moscas, piscinas às vezes mais do que habitantes utilizadores em algumas vilas, bancos que nascem e abrem falências, hospitais privados e casas de saúde para milionários e tudo à conta de créditos mal parados nos bancos maus e, tudo isto, à conta de quê e de quem?
Dos tais 100 Mil milhões!
Mal gastos? Aqui estão algumas das respostas.

 

Quanto ao próprio, Jeroen Dijsselbloem e seus correligionários, nunca gastaram dinheiro em champanhe e acompanhantes de luxo?


Querem ver que aquela malta de Bruxelas da UE e do Eurogrupo são santinhos…

 

Porém, na Holanda, os gastos do Rei e da sua Corte são bem discretos, comparados com os gastos da Presidência da República e da Assembleia da República e, dos cerca de mil ocupantes, incluindo deputados, assessores, chefes de gabinetes, consultores, motoristas, seguranças, funcionários do Parlamento, entre outros.
Muito mais do que os holandeses gastam com a monarquia e parlamento, reis e deputados.

 

Jeroen Dijsselbloem termina o mandato no Eurogrupo em janeiro de 1918, porém, o seu partido na Holanda perdeu as eleições e não fará parte do próximo governo, pelo que está de saída de uma forma ou de outra.


Assim sendo, o político que mais mês menos mês passa à história, quer ficar nos anais da mesma...
Esta a razão de tais declarações perigosas.


Todos os políticos ficam na história por afirmações controversas.

Lembram-se de António Guterres e da célebre gaffe do PIB.
E de Manuel Pinho, na qualidade de Ministro da Economia, apontando os célebres corninhos à bancada do PCP na Assembleia da República.

 

Mais milhão, menos milhão que os portugueses vão ter de pagar com juros, ou não e, já que temos fama de caloteiros, que tenhamos, igualmente, o proveirto.

 

Todavia são cerca de 100 Mil milhões de divida que nem bufamos.

Será que os portugueses e, até os mercenários da política, têm conhecimento de que Portugal recebeu nove milhões por dia nos últimos 30 anos, os seja mais de 100 mil milhões de euros em fundos comunitários e de coesão para gastar mal e porcamente....

Falamos de nove milhões de euros por dia! Carago!.

 

É muita massa!

 

E o farsante linguareiro senhor Jeroen Dijsselbloem, meteu a boca no trombone, alegando que a rapaziada, além das pontes, rotundas e tudo o resto, gastou o dinheiro em:
Com mulheres e copos?
Com homens e copos? 
Têm dúvidas?


É, mais que claro, do que o vermelho do bom tinto e da cor branca/verdeada e clara do champanhe que as mulheres adoram e os políticos pagam!
E, aquela nova especialização bem à portuguesa, dita, corrupção, luvas, aconchegos, prémios?
Senhor Primeiro Ministro atual e, antigos governantes que agora buzinam ao mundo, não podem «cantar de galo» por que encaixaram a carapuça.

 

100 Mil milhões!
Porra!

 

Marcelo Rebelo de Sousa que não falha uma declaração na qualidade de Presidente da República, fez o seu papel, disse que o Ministro dos Negócios Estrangeiros e o Primeiro-ministro tomaram a posição de repúdio das afirmações do líder do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem.

 

E, mai nada!

Calem-se! Esqueçam! Trabalhem!

  

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José Estevens, antigo Presidente da Câmara de Castro Marim pelo PSD, bate com a porta ao partido por não ser aceite recandidatura à autarquia

José Estevens tornou pública a carta que enviou ao presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, onde explica estar em desacordo com as decisões tomadas pela Comissão Política Nacional de levar a votos todos os presidentes de câmara social-democratas que se possam recandidatar sem ouvir as estruturas locais.

Impedido de se recandidatar à Câmara de Alcoutim, pela lei de limite de mandatos, Francisco Amaral candidatou-se em 2013 à Câmara de Castro Marim, onde venceu, manteve a liderança social-democrata e sucedeu a José Estevens que também tinha atingido o número de mandatos.

Em 2013, Estevens concorreu à liderança do município de Tavira, sem sucesso, e no início de fevereiro foi escolhido pela secção concelhia para voltar a encabeçar a lista do PSD à Câmara de Castro Marim.

A decisão de recandidatura de Francisco Amaral foi entretanto aprovada pelo PSD/Algarve e justificada pelo seu presidente, David Santos como resultado do cumprimento da orientação estratégica aprovada pela Comissão Política Nacional.

Na carta enviada a Passos Coelho, José Estevens conta que o mandato de Francisco Amaral não deu continuidade ao trabalho realizado anteriormente e que este assumiu de imediato um corte com as políticas, processos e projetos que tinha jurado servir.

Este é o motivo apontado para a escolha “por unanimidade” de um novo candidato social-democrata para aquele concelho pela secção concelhia que ficou sem efeito quando a Comissão Política Nacional do PSD assumiu a recandidatura de todos os presidentes de câmara que pudessem renovar mandato.

José Estevens critica o anúncio de Passos Coelho de que todos os atuais presidentes se podiam recandidatar, a 21 de janeiro, quando a estrutura local do partido “democraticamente eleita ainda não tinha exercido o seu direito de, nos termos dos estatutos, propor o candidato”.

O ex-presidente da Câmara de Castro Marim afirma ainda que Francisco Amaral tem poucas hipóteses de ser reeleito porque “volvidos três anos e meio de mandato ainda não se identificou minimamente com as dinâmicas do concelho e é alvo de todo o tipo de críticas”.

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António Eusébio é o candidato do PS/Algarve à Câmara de Faro

O presidente do PS/Algarve e deputado à Assembleia da República foi eleito pelos socialistas farenses, candidato à câmara de Faro com 86,2% de votos.

António Eusébio, antigo Presidente da Câmara Municipal de S. Brás de Alportel, durante 12 anos, onde impulsionou a modernização e transformação daquele concelho, foi o primeiro autarca a desenvolver e implementar o orçamento participativo no Algarve, sendo frequentemente reconhecido por muitos autarcas como um exemplo de boa gestão e de liderança.

Nascido em Faro, há 50 anos, no antigo Hospital da Santa Casa da Misericórdia de Faro, fez todo o seu percurso na Capital do Algarve, tendo sido aluno do antigo Liceu João de Deus e da Escola Tomás Cabreira, onde mais tarde viria a ser igualmente professor, sendo ainda, docente da Universidade do Algarve.

Líder do PS/Algarve desde 2012 é, atualmente deputado à Assembleia da República, e membro das comissões parlamentares de Economia, Educação e Ensino Superior e de Defesa.

A candidatura de António Eusébio, líder dos socialistas e autarca com provas dadas, representa a forte aposta do Partido Socialista para a vitória na Câmara de Faro e assenta numa estratégia de mudança e de progresso para o Município de Faro, assente nas pessoas e nas qualidades ambientais, patrimoniais e culturais do concelho, impulsionadora de uma nova visão e ambição para a afirmação da capital do Algarve, enquanto principal polo de dinamismo empresarial, universitário e de coesão social.

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António Costa anuncia rescindir contrato para a exploração do petróleo no Algarve

O Governo vai rescindir os contratos para prospeção e exploração de petróleo no Algarve com a empresa Portfuel, de Sousa Cintra, e com o consórcio que reúne Repsol e Partex, segundo, a comunicação social de hoje, 14 de dezembro, e que está a “incendiar” pela positiva o Algarve, nomeadamente nas zonas de Aljezur e Tavira.

O executivo, adiantou, também, que deu já início ao processo de rescisão e execução das garantias bancárias no caso do consórcio que reúne Repsol e Partex e que previa a prospeção, pesquisa, desenvolvimento e produção de petróleo na bacia do Algarve.

Em novembro, o governo veio a público afirmar que poderia rescindir o contrato de concessão para a prospeção e exploração de petróleo no Algarve com a Portfuel, de Sousa Cintra.

Os municípios algarvios, as associações ambientalistas, de defesa do património e empresariais do Algarve têm manifestado a sua oposição à prospeção e exploração de gás natural e petróleo na região, por considerarem que esta aposta surge em contraciclo com as metas ambientais internacionais traçadas para a redução das emissões de carbono para a atmosfera e pode ser prejudicial para atividades como o turismo e a pesca.

Na origem da decisão sobre a Portfuel está, segundo o Diário de Notícias, o parecer pedido pelo Governo à Procuradoria-Geral da República (PGR) que veio confirmar - ainda que com argumentos distintos do executivo, que alegava falta de experiência da empresa de Sousa Cintra por ter menos de três anos de atividade neste negócio - "haver justificação para a rescisão". No parecer, a PGR considera que "há de facto incumprimento inequívoco" da Portfuel, "na medida em que a empresa não apresentou prova de constituição e manutenção do seguro de responsabilidade civil a que estava obrigada". "A apresentação de duas declarações genéricas de uma seguradora consubstancia incumprimento cuja culpa se presume da concessionária em termos de infringirem o enunciado da cláusula oitava de ambos os contratos e habilitam, por isso, à imediata rescisão pelo Estado atendendo à especial gravidade reconhecida pelas partes à violação destas obrigações", é referido.

Ainda, a notícia do DN, acrescenta que este facto permite ao Estado avançar com a rescisão sem ter de pagar indemnizações. No caso da Repsol-Partex, a Entidade Nacional para os Mercados de Combustíveis (ENMC) - que representa o Estado - "concluiu existir uma situação de incumprimento não justificado do Plano de Trabalhos para 2016, que justifica a execução de cauções prestadas pelos membros do consórcio".

O Governo aceitou a recomendação e já deu início ao processo de execução, que implica um valor global de 4,5 milhões de euros dados pelo concessionário como garantia de cumprimento das obrigações.

"Sobra assim apenas o contrato que dá à Galp e à ENI Portugal direitos de prospeção, pesquisa, desenvolvimento e produção de petróleo nas áreas denominadas Lavagante, Santola e Gamba, na Bacia do Alentejo", escreve ainda o DN.

O contrato de concessão para a prospeção e pesquisa de petróleo on-shore nas áreas de Aljezur e Tavira, entre o Estado e a Portfuel, do empresário Sousa Cintra, foi assinado a 25 de setembro de 2015, ainda pelo Governo de Pedro Passos Coelho. Entretanto, o atual executivo pediu ao Conselho Consultivo da PGR um primeiro parecer sobre estes contratos, que considerou não haver motivo para apontar invalidade aos contratos de concessão para a prospeção e exploração de petróleo no Algarve à Portfuel.

De acordo com o parecer a que a Lusa teve acesso, "ainda que, por hipótese, o despacho de junho de 2015 fosse inválido e, por consequência, inválidos os contratos de concessão outorgados, ter-se-ia já esgotado o prazo de seis meses para o Governo dar início à impugnação judiciosa".

Entretanto, o Governo remeteu a este órgão da PGR novas dúvidas sobre este processo, pelo que e, embora, os algarvios e as instituições representativas da região estejam confiantes que, ainda não é desta que a exploração de petróleo no Algarve, igualmente, não confiam a cem por cento das decisões políticas, por que, “o que hoje é verdade, amanhã é mentira”.

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