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Dia: 21 de outubro

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Sociedade

Sociedade (71)

Colégio Internacional de Vilamoura (CIV) com novos projetos

Colégio Internacional de Vilamoura (CIV)  é uma instituição de educação (Pré-escolar, Ensino Básico e Ensino Secundário) com os currículos nacionais e de Cambridge de maior prestígio no Sul de Portugal.

Integrado num ambiente natural único, com um espaço de recreio de cerca de 18 500m2, desenvolveu nos últimos 30 anos um modelo educativo que aposta na aprendizagem precoce de línguas estrangeiras (português, inglês, francês, mandarim, russo e alemão), na investigação, no desenvolvimento do pensamento matemático, na promoção das artes e desporto, prioridades educativas sustentadas pelos valores democráticos e humanistas.

Entre muitas notícias sobre o CIV Colégio Internacional de Vilamoura, a «Algarve Mais Notícias» selecionou algumas e que se publicam:

Enriquecer o seu currículo

O projeto "enriquecer o seu CV" está aberto a 12 estudantes que querem aprofundar um tema do seu interesse. Embora isto seja um trabalho autónomo, há sempre a orientação de um professor. O projeto foi iniciado durante o ano lectivo de 2015/16 e, recentemente, foram apresentados os resultados da segunda edição. Os estudantes pesquisaram e produziram um trabalho de alta qualidade em física, matemática, negócios e direito, que culminaram numa apresentação para os seus pares e professores.

Arina não desenvolveu um projeto intitulado "caso a idade legal da responsabilidade criminal seja alterada no u. K."- Ela explorou a situação atual, uma comparação com a que, factores para e contra uma tal mudança.

O Projeto de Luísa Moura era sobre negócios na medicina, no âmbito deste projeto, falou sobre como aumentar o turismo médico através do investimento em tecnologia de diagnóstico e hospitalidade, mas também levantou o aspecto da medicina curativos que exige testes de diagnóstico para estabelecer o tratamento médico e a terapia.

André Rodrigues pesquisou um ramo menos conhecido de matemática, a teoria dos jogos, focando no número natural conjunto e produzindo uma apresentação muito interessante compreensível por todos.

Ishitro Bhaduri planejou, construiu e programou um robô autônomo que detecta e evita obstáculos. Funcionou muito bem na frente de uma assembleia entusiasta.

Este é, sem dúvida, um projeto que vai continuar, dando aos estudantes uma vantagem ao escrever a sua declaração pessoal para a entrada da Universidade.

Associação de Estudantes para 2017-18 em funções

A Associação de Estudantes do CIV foi recentemente eleita pelos seus pares e já se encontra em funções.

Luísa Moura, Rodrigo Faria (Y13/12ºA) desempenham o cargo de Presidentes; Joana Martins, Junbao Feng (Y12/Y11) são Secretários; Cristina Zhu, Gonçalo Afonso (Y11/12ºA), Tesoureiros; Anya Dranichnikova, Manuel Martins (Y13/12ºA), Organizadores de Eventos.
Boa sorte a todos!

Parabéns aos alunos finalistas de 2017

O CIV deseja a todos os finalistas um excelente ano letivo nesta caminhada que já se iniciou! Preparadíssimos para os desafios do ensino superior, rumaram para várias universidades portuguesas. Entre elas: Universidade Nova de Lisboa |Faculdade de Economia|Nova Business School; Universidade de Lisboa |Instituto Superior Técnico; Universidade de Lisboa |Faculdade de Medicina| Faculdade de Ciências |Faculdade de Motricidade Humana|ISEG; Universidade do Algarve |Instituto Superior de Engenharia; Universidade Católica |Católica Lisbon School of Business & Economics; ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, Escola Superior de Arte e Design.

A todos um percurso feliz e com muito sucesso!

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Paulo Figueiredo, de Lisboa e residente em Armação de Pêra, homenageia trabalhadores num jantar surpresa

Empresário trabalhador desde as oito, nove horas da manhã até à uma, duas da madrugada,gere dois restaurantes. Vai às compras, recebe fornecedores, clientes e amigos, de sorriso aberto com as contas em dia e, ainda, tem tempo para amar e ser amado pela mulher da vida, da sua vida, finalmente, diz. Há dias completou mais um aniversário, podia ter ido a um «casino», «hotel de 5 estrelas», a um restaurante de luxo, acompanhado com a mulher que aguarda um filho seu, ainda, com os pais e com os seus dois filhos de outra relação, que adora. É, óbvio, que podia e, podia também, gastar mil ou dois mil euros que não o afetava, mas não. Fechou os dois restaurantes e jantou com os trabalhadores e meia dúzia de convidados amigos e homenageou-os com centenas de palavras de agradecimento e de amizade que recebe dos mesmos. Aliás, fez questão de lhes dizer olhos nos olhos que “sem vocês eu não estaria aqui muito feliz no final de mais um excelente verão”. Falo-vos, de Paulo Figueiredo, que de mangas arregaçadas vestiu a camisola do seu Sporting, oferecida pelos empregados, e comeu e bebeu ao lado de quem o acompanha nas horas boas e menos boas.

João Pina

Carteira Profissional de Jornalista Nº 4 408

O empresário, Paulo Figueiredo comemorou 46 anos, sábado 9 de setembro, no entanto, nesse dia trabalhou normalmente na gerência dos dois restaurantes que tem, Sonabrasa - Grelhados no Carvão, Carne & Peixe", em Alporchinhos, Porches e “Restaurante Novo Almadrava”, em Armação de Pêra, limitando-se a receber beijinhos da mulher, pais e filhos que vieram passar o fim de semana ao Algarve.

Até aqui tudo bem, primeiro está o trabalho e depois as festas, porém, Paulo Figueiredo depois dos almoços, ao domingo, 10, comunicou aos empregados que os restaurantes estariam encerrados nesse dia à noite, mas pediu a todos para comparecerem a partir das 19,00 horas no “Restaurante Novo Almadrava”, que pretendia fazer uma comunicação geral.

Assim, aconteceu, ao chegarem, o patrão Paulo Figueiredo solicitou que colocassem as mesas tipo festa de grupo para cerca de 40 pessoas, o que foi efetuado brilhantemente como se tratasse de uma comemoração VIP de gente muito «in», incluindo, uma mesa à entrada bem decorada com champanhe do melhor e os habituais pastéis de bacalhau, rissóis e outras iguarias para um cocktail de boas-vindas.

Pelas 20,30 horas começaram a chegar, ao já referido restaurante, alguns convidados vindos de Lisboa e de alguns locais do Algarve, mas todos escolhidos «a dedo», na explicação de Paulo Figueiredo aquando de improviso e já no meio do repasto foi anunciando em jeito de discursos, mas vamos ao jantar.

Nas mesas, vários pratos com camarão da costa, diga-se, de excelente qualidade, saladas diversas e uma série de entradas gastronómicas muito apetitosas e apreciadas.

Igualmente, foram servidos vinhos brancos, tintos, verdes, rosés, cerveja, sangria, refrigerantes e, para prato principal, o célebre leitão assado à “Almadrava”. 

Sempre comandados pelo gerente e amigo pessoal de Paulo Figueiredo, ou seja, Tó Carvalho, antigo futebolista e hoje um craque da restauração, os trabalhadores foram mudando a T-shirt de trabalho e sentaram-se entre os convidados amigos e, de vez enquanto, um levantava-se para servir mais marisco e mais vinho. E, assim, sucessivamente, revezando-se, mas, sobretudo, estarem à mesa como amigos do «boss», que assim o quis.

À medida que o jantar foi avançando, a boa disposição também, as emoções fortes causadas pelas palavras de Paulo Figueiredo apanhavam de surpresa os convivas: "Pessoal! Silêncio! Vou proferir meia dúzia de palavras. Isto não é uma festa de aniversário. É um dia especial que escolhi para dizer o quanto estou agradecido pelo vosso trabalho, espírito de sacrifício, colaboração, amizade. Sem vocês, eu não estaria tão feliz", começou para referir o promotor do jantar que, depois individualizou com palavras um a um dos 15 empregados presentes, entre os cerca de 25 no total.
Paulo Figueiredo teceu palavras de agradecimento e o quanto lhes deve por serem os seus país, Armando Figueiredo e Isaura Figueiredo, prosseguindo: “Ao Tó, meu amigo de noites sem fim, confidente de horas vividas e perdidas, convidei para gerir o “Restaurante Novo Almadrava” que estava fechado e não muito bem na «fotografia». Abrimos há um ano e meio. Levantamos a casa, pusemo-la no mapa da gastronomia de Armação de Pêra, depois com a chegada do verão passei a dedicar-me mais ao “Sonabrasa” e com o passar dos dias a partir de julho, quase que deixei de cá vir, aliás, só ao fim da noite depois de fechar o outro restaurante é que passava por cá para levar o dinheiro e a namorada (risos), hoje, a minha mulher. Durante o dia, comunicávamos pelo telemóvel (palmas).

De cinco em cinco minutos, alguém levantava o copo e propunha um brinde, para de seguida o empresário pegar nas palavras afetivas: “No ano passado, na época baixa e com o “Sonabrasa” fechado, implementei o rodízio a 10 euros aos almoços com uma variedade de entradas de luxo e sempre com quatro pratos de peixe e carne diferentes todos os dias ao dispor dos clientes, passamos a ter casa cheia. Os amigos alertavam-me que com a qualidade do rodízio e a quantidade que os clientes comiam e sobretudo o baixo preço era impossível ganhar dinheiro. Não liguei aos comentários e aos avisos. O que pretendia era um bom serviço e que os empregados andassem satisfeitos e ocupados. Foram seis meses que tive que «assaltar» a minha conta pessoal para poder pagar atempadamente a todos, incluindo, fornecedores e outras despesas inerentes ao restaurante, mas andei sempre de cara levantada. Tudo pelos trabalhadores, porque eles sempre deram a cara por mim e pelo trabalho (palmas e mais palmas e outros brindes).

Paulo Figueiredo visivelmente feliz, falava de improviso, vaidoso pela T-shirt do Sporting vestida e, também, com o belíssimo relógio de pulso oferecido como prenda de aniversário pela namorada, Galina e mãe da bebé que vinha a caminho, mas o empresário ia homenageando cada empregado: “O Nazmul (apontando para ele) quando começou a trabalhar comigo, não dizia uma palavra de português, não sabia nada de restauração, não conhecia nenhum dos pratos dos menus e nem comia nada do que confecionávamos. Entreguei-o, no bom sentido, ao Tó e ao Luís e passado umas semanas já dizia – bom dia, obrigado, OK, até amanhã – punha as mesas, levava os couverts, levantava mesas e despedia-se dos clientes. Tinha uma coisa boa e tem, fala bem inglês, embora a língua de origem seja o Bengali, do Bangladesh que é um país asiático rodeado quase por inteiro pela Índia. Hoje, passado um ano e tal, posso dizer que é um dos melhores empregados que tenho, por isso, obrigado Nazmul e peço um forte aplauso (palmas), dá cá um abraço”, concluiu o boss.

"Outro trabalhador que não posso esquecer e que muito ajudou o Nazmul, é o Luís «Leiteiro», o filho do célebre Zé Leiteiro, de Armação de Pêra. O Luís é um catedrático a «vender» peixe fresco aos clientes. Dele, guardo a imagem quase diária ao entrar de serviço, às vezes atrasado (risos), entra no balcão e a primeira coisa que faz é pegar num copo de imperial, enche-o de vinho, da box, e de costas voltadas para a parede bebe o copo de uma golada, depois pega numa garrafa de água de litro e meio, volta-se para sala e poe-a à boca e dá outra golada. A seguir, bate duas ou três vezes naquela barrigona de 120 quilos e exclama um grande Ah! Ah! Ah! E, eu a ver, fazendo de contas que não vejo – grande malandro – e, durante o dia repete a cena mais vezes, mas não brinca em serviço, aliás, brinca muito com os clientes em termos de comunicação, é assim, o «Leiteiro», obrigado, mereces um abraço, anda cá”, e lá se registou mais um abraço, neste caso duas barrigadas, já que são dois homens de grande porte atlético e maior peso.

A festa, melhor jantar comemorativo dos 46 anos de Paulo Figueiredo continuava de vento em pompa, ou melhor escrevendo, de copo em copo brindando ao quase término da época de verão.

Igualmente, palavras de apreço ao Beto, “já o conhecia a trabalhar noutros restaurantes e eu como cliente. Beto tens sempre a porta aberta para mais contratos, já falamos nisso” e continuava, agora ao Vitale, um jovem do leste, mas a viver em Armação de Pêra há anos, “foste uma revelação, pensei que fosses mais um miúdo que vinha desenrascar o verão, enganei-me, foste, és um bom empregado, como te disse há dias podias continuar, porém, as aulas começam e tens de continuar a estudar. Isso é bom, tens trabalho para as próximas férias de verão, assim o queiras”, outra grande surpresa. “A Gabriela, ao princípio não apreciava o seu trabalho, era preciso alguém para a loiça, tinha de ser não é…, mas faltava muito ao trabalho. Depois, explicou-me os problemas de saúde do filho, já adolescente e estudante, prometeu não faltar mais diase e tem cumprido muito bem. Hoje, é uma peça fundamental na cozinha, está na roda e em todo o lado do restaurante sem horas para entrar e sair. Obrigado, Gabriela, conto contigo, (palmas)", e a Gabriela saltou da cadeira e correu a abraçar o patrão, "obrigado, obrigado, senhor Paulo".

Um dos momentos fortes, de coração aberto, Paulo Figueiredo homenageou a chefe de cozinha, D. Maria José, a «Zezinha» como carinhosamente é conhecida em Armação de Pêra. “Zezinha sem você, não estaríamos hoje aqui a festejar o excelente verão que fizemos. Se naqueles primeiros dias de agosto, quando o grelhador abandonou o trabalho às oito horas da noite com o restaurante completamente cheio e o Tó ter ido para a grelha e a Zezinha a desdobrar-se em três ... Se a Zezinha se tivesse despedido, o restaurante fechava, pode ter a certeza que fechava, eu estava também no lodo no “Sonabrasa”, obrigado, Zezinha, a senhora com a amizade e consideração por mim, não tem preço, (palmas, lágrimas)", e o «boss», também, emocionado, sublinhava, “é verdade Tó, nestas altura é que ficamos a saber quem são os amigos, ainda hoje, quando já passaram mais dois grelhadores pela cozinha, és tu e a Zezinha que salvam este grande barco carregado de clientes todos os dias”.

Os ponteiros do relógio já marcavam as 10 horas da noite, quando Paulo Figueiredo tinha referenciado e agradecido praticamente a cada um dos presentes, referiu: “Só mais duas notas que guardei para o fim, poucos ou quase nenhuns sabem o problema por que passei este verão. Lá em cima (Sonabrasa) dois dos vários braços direitos que tenho, o nosso amigo marroquino, Jaime e o Matias desentenderam-se, quiseram ir-se embora, juraram que nunca mais trabalhavam juntos e as funções deles eram e são de perfeita colaboração profissional. Enfim, aquelas chatices que acontecem nos dias de muito stress. Lá consegui convencê-los a trabalhar até ao último dia em que o “Sonabrasa” estiver aberto. Pois, meus amigos, não me resta dizer-vos obrigado, agradecer. Peço-vos, aqui em público, que se abracem e sorriem um ao outro”, e, o Paulo teve de interromper o discurso improvisado, eles estavam sentados em lugares opostos no restaurante e de repente, saltaram das cadeiras e só pararam junto ao patrão abraçados um ao outros, até se beijaram na face. O que disseram um ao outro, não ouvimos, mas o Paulo perguntou-lhes: “Está tudo bem? Posso contar com os dois para o ano? Sim, Paulo, está tudo bem, pode contar connosco, já fazemos parte da equipa do «melhor peixe assado na grelha» ”, com Paulo a abraçá-los, pareciam três meninos no final de aulas a despedirem-se num até para o ano, entre palmas dos colegas presentes e num autêntico banho de lágrimas de emoções nos rostos dos empregados e também na cara do patrão.

Seguiu-se outra série de brindes e um novo fornecimento de vinho rosé e de champanhe para resfriar aquela noite recheada de emoções.

Ainda tempo para agradecer a amizade ao esforçado Filipe, autêntico bombeiro todo o terreno num restaurante, faz de tudo, está onde faz falta e sem horários para entrar e sair. Ainda, transporta alguns empregados de manhã das suas casas para o trabalho e à noite leva-os de novo a casa, segundo confidencia, Paulo Figudeiredo, acrescentando."É o motorista de serviço. Uma máquina a trabalhar e um amigo, obrigado Filipe”, sublinhou o empresdário, esta noite aniversariante bem disposto.

“Por último, no “Sonabrasa” também aconteceram os desatinos habituais na restauração, não vou aprofundar o que se passou. Tive de aguentar e nem sei os motivos, duas pessoas que já conhecia profissionalmente e que convidei para trabalhar este ano e com boas condições financeiras para eles, “piraram-se” deixando-me agarrado no princípio do verão à “séria”. Passei a noite sem dormir, tinha chegado a casa depois da meia-noite de rastos, está aí a minha mulher que pode comprovar. Pensei, pensei, e de manhã telefonei ao Vando, que em tempos tinha trabalhado no “Sonabrasa” e disse-lhe: Amigo, tens de me salvar a época, preciso de ti, contei-lhe o problema e ele respondeu afirmativo. Interrompeu as férias no Algarve, já que vive no estrangeiro. Começou a trabalhar, és um ás a vender peixe fresco aos estrangeiros e a coordenar o trabalho num restaurante. Passado um dia ou dois, disse-me: Paulo, temos de arranjar mais alguém que saiba e queira trabalhar. OK, trata disso. Nesse dia, apresentou a esposa dele, a Sue que é uma senhora de S grande e que não precisa de trabalhar e, lá estão os dois à frente da equipa, o Vando, também, não brinca em serviço e não perde tempo com desculpas, tem muita experiência a trabalhar com turistas. Obrigado, Vando, salvaste-me a época”, referiu Paulo no meio de muitas palmas.

Agora, uma palavra de grande amizade para o meu amigo António Ferraz, o “Tony do Buraco”, quando eu preciso seja do que for está sempre disponível, somos amigos há anos, obrigado, Tony, ele não gosta muito que fale dele, mas eu não escondo a amizade…".

Outro amigo que não quer que fale dele, mas que é mais conhecido do que o «Papa», é o homem dos bastidores da minha máquina comercial, somos confidentes, é o responsável pela imagem do “Restaurante Novo Almadrava” e do “Sonabrasa” e tem sempre uma resposta para outras coisas de trabalho a nível de animação e de marketing, incluindo, nos sites e redes sociais. Nome para quê! Está à nossa frente a fotografar-nos, "Obrigado João…".

Em nota de rodapé: Aproveitando a presença de José Maria Carvalho, dirigente do CLÃ – Associação dos Comerciantes de Armação de Pêra, e um dos convidados para o jantar surpresa oferecido pelo empresário, Paulo Figueiredo, deixa-se como sugestão o exemplo deste jantar que decorreu de uma forma informal, mas com uma série de homenagens, críticas, agradecimentos aos trabalhadores, assumindo, também, o empresário alguns erros da sua parte e tudo «olhos nos olhos» em que veio à baila a velha máxima «conhaque é conhaque e serviço é serviço».

Por outras palavras, os empresários e comerciantes de Armação de Pêra e de outras localidades algarvias, devem oferecer aos trabalhadores e fornecedores amigos no final do verão, ou pelo Natal, um almoço ou jantar a quem com eles trabalham ao longo de tantos meses ou de um simples verão, por que é nestes encontros gastronómicos, que entre um copo e outro copo, se desfazem mal entendidos, se fazem as pazes, se conhecem melhor uns e outros e se criam ou confirmam «laços de amizade» que resultam sempre em benefício de ambas as partes.

E, já agora, um abraço e um obrigado aos presentes e que cujos nomes seguem: Paulo Figueiredo; Galina Tomescu; Madalena Figueiredo; Tomás Figueiredo; Armando Figueiredo; Isaura Figueiredo; António Carvalho; Natália; Fernando de Porches; Acácio Matias; Judite Matias; Filipe; T-Jay; Jaime; Sue Pereira; Vando Pereira; Ricardo Quaresma; Luís “Leiteiro”; Nazmul Hoque; Beto; Naide; Vitale; Gabriela; Miquelina; Zezinha; António Ferraz; Sveta, Paulo; Samanta; Slave; Bruno; Les; Jean; José Maria Carvalho; José Maria Jesus.

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APEXA inaugura instalações na Guia e apresenta projeto

 A Associação de Apoio à Pessoa Excecional do Algarve (APEXA) apresentou, no passado dia 11 de agosto, o projeto “Agitar”, um programa de formação dirigido a pessoas com necessidades especiais, que tem como objetivo a sua integração na vida social e profissional.

A Associação de Apoio à Pessoa Excecional do Algarve (APEXA) apresentou, no passado dia 11 de agosto, o projeto “Agitar”, um programa de formação dirigido a pessoas com necessidades especiais, que tem como objetivo a sua integração na vida social e profissional.

O projeto, que conta com o apoio do Município de Albufeira e, também, da Junta de Freguesia de Armação de Pêra, concelho de Silves,vai ser desenvolvido nas instalações renovadas da APEXA, localizadas no edifício da antiga Escola do Ensino Básico de Valverde, na Guia, cedido à associação pela Câmara Municipal.

Os presidentes da Câmara Municipal, Carlos Silva e Sousa, e da Assembleia Municipal de Albufeira, Paulo Freitas, marcaram presença na apresentação do projeto “Agitar”, que decorreu na passada sexta-feira, nas instalações da APEXA.

O projeto surgiu da necessidade de inclusão no mercado de trabalho de pessoas portadoras de deficiência ou de algum tipo de limitação, aumentando a taxa de empregabilidade. Numa primeira fase, o projeto “Agitar” vai dar formação a pessoas com necessidades especiais de modo a que estas possam ser formadoras de crianças, jovens e adultos em escolas, empresas e outras entidades.

Concluída a formação, os formandos poderão integrar a Bolsa de Formadores, que continuará a reunir-se semanalmente para produção e divulgação de conteúdos.

Para o presidente da Câmara Municipal de Albufeira, a APEXA é “uma parceira na área social muito importante pelo trabalho que desenvolve na região e no concelho”.

O autarca desejou ainda “o maior sucesso para este projeto, que está direcionado num sentido tão bonito que é o da igualdade, da inclusão e da não discriminação”.

Recorde-se que o Município de Albufeira tem em vigor um Protocolo de Colaboração com a APEXA, que prevê a cedência, desde 2003, das atuais instalações da associação, situadas no edifício da antiga Escola do Ensino Básico de Valverde, na Guia, bem como a cedência de dois gabinetes na Quinta da Bella Vista, onde a APEXA desenvolve o projeto “Pescadores de Sonhos E5G (Escolhas 5ª geração).

A autarquia presta ainda apoio ao nível dos transportes escolares dos alunos portadores de deficiência, com necessidades educativas especiais, residentes no concelho.

Durante a apresentação do projeto foram também inauguradas as infraestruturas renovadas da APEXA, que vão acolher o projeto “Agitar”. As novas instalações incluem uma sala de formação equipada com seis computadores para os formandos, uma zona de estudo, uma sala polivalente, um gabinete pedagógico para consultas e um estúdio para a produção e divulgação de conteúdos multimédia.

A requalificação das instalações resultou da iniciativa de responsabilidade social “Promoção do Bem”, criada pelo Lidl Portugal, que teve como objetivo sensibilizar para a importância de escolhas responsáveis e para a necessidade de ajudar o próximo.

Durante quatro semanas foram identificados alguns produtos onde 50% do valor de venda reverteu a favor de cinco instituições, uma das quais a APEXA, que utilizou o montante angariado para renovar o espaço cedido pelo Município de Albufeira.

A campanha do Lidl prevê ainda a doação de bens alimentares e não alimentares à APEXA ao longo do ano

Ricardo Pinto, Presidente da Junta de Freguesia de Armação de Pêra esteve presente na apresentação do projeto “Agitar”, que decorreu na passada sexta-feira, nas instalações da APEXA.

O projeto surgiu da necessidade de inclusão no mercado de trabalho de pessoas portadoras de deficiência ou de algum tipo de limitação, aumentando a taxa de empregabilidade. Numa primeira fase, o projeto “Agitar” vai dar formação a pessoas com necessidades especiais de modo a que estas possam ser formadoras de crianças, jovens e adultos em escolas, empresas e outras entidades.

Concluída a formação, os formandos poderão integrar a Bolsa de Formadores, que continuará a reunir-se semanalmente para produção e divulgação de conteúdos.

Recorde-se que a APEXA é uma das instituições que beneficia de apoio material e financeiro atribuído da Junta de Freguesia no âmbito do PAIFAP - Programa de Apoio às Instituições da Freguesia de Armação de Pêra.

 


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O famoso “Pastel de Faro” que adoça a cidade da "Pastelaria Alengarve"

Paulo é daquelas pessoas que acreditam nas próprias ideias.

Por isso nunca desistiu de fazer de uma das suas, o símbolo da cidade onde nasceu. Embora, durante alguns anos a aguardar pelo momento certo, o “Pastel de Faro” atingiu o ponto de rebuçado em Janeiro deste ano e já entrou na vida dos mais e dos menos gulosos, isto porque se apresenta em dois tamanhos.
Feito de massa folhada, enfeita-se com as cores de Faro em pequenos riscos de chocolate preto e branco, que nos desafiam a descobrir o que vem depois.

Sem revelar o sempre precioso segredo do chefe pasteleiro, podemos desvendar um pouco deste bolinho que vai deixando o vício em muito boa gente.

E não só na capital algarvia.

São largas as centenas que já ultrapassaram as fronteiras da cidade, da região e do País, para adoçarem muitas bocas pelo resto do Mundo.
Por cá, é mais fácil.

Basta passar pela rua do Alportel e parar à porta do número 50 B.

O espaço da pastelaria é muito atraente mas é do outro lado da rua que nos chega o cheirinho do “Pastel de Faro”.

Na fábrica da Confeitaria Alengarve, uma das mais antigas a sul de Portugal (criada no início dos Anos 70), é onde Paulo Madeira guarda a receita do já famoso doce regional.
“Decidi criar alguma coisa que não existisse numa cidade que, sendo a capital do distrito, lhe falta tanta coisa. No início a ideia foi desvalorizada, mas nunca desisti e acabei por ter reunidas as condições para concretizar o projeto”, refere o autor.
Como qualquer boa ideia, a receita do “Pastel de Faro” tem patente registada e a venda é exclusiva da Confeitaria Alengarve, por isso não adianta andar por aí à sua procura.

E não, não me esqueci…

Desvende-se o mistério: por baixo dos riscos de chocolate preto e branco, deixamo-nos embalar por um delicioso creme de amêndoas, ornamentado a caramelo e fios de ovos.

Hoje não é um bom dia para ficarmos presos a dietas…

Por: Manuel Mendes

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"Querido Marcelo. Peço que me desculpes, mas hoje trato-te por tu. Contigo estamos à vontade e não “à vontadinha”

"Querido Marcelo

Peço que me desculpes, mas hoje trato-te por tu. Contigo estamos à vontade e não “à vontadinha”

Carta de uma jovem médica ao Professor Marcelo

"Querido Marcelo,
Peço que me desculpes, mas hoje trato-te por tu.

Contigo estamos à vontade e não “à vontadinha”; mas mesmo não tendo andado contigo na escola, e sabendo que tens idade para ser meu avô, permite-me a irreverência.
Elegemos-te, como elegemos todos os políticos, para nos representares. E tu, matreiro, tens feito exatamente isso.

Que desassossego Marcelo! 
Que coisa rara ser-se assim genuíno! 
Vais a tudo e a todas. Nem o Emplastro consegue seguir-te as pisadas! Como fizeste no fim de semana em que se cumpriu Portugal? Aposto que com tantos quilómetros entre Papa, Salvador e Benfica tinhas amealhado pelo menos uns dez DOTS, se eles ainda estivessem na moda.
Pouco a pouco, tens conquistado estes corações de granito que nós lusitanos tendem a carregar.

 E olha que não gostamos nada disso!

Tal como nos Santos a sardinha se vende ao preço do cardume, no mundo da politiquice quando a esmola é muita o povo desconfia.

Homem político é para ser odiado, senão de que nos servem?

A quem atiramos a primeira pedra se começam todos a ser como tu?
Contigo é um desatino!

Sem esforço, tens intensificado este sentimento de que ainda há políticos decentes.

Que ousadia a tua, mostrares-te assim simples e honesto, sem prepotência e sem orgulho!

Não tens medo de ser vulnerável.

E menos medo tem de quebrar protocolos e seres um Presidente tresmalhado que não segue rebanhos.
Mostras compaixão onde outros mostraram assessores.

Pões o dedo na ferida e vais para a arena com os restantes comuns mortais. Nada do que fazes é por interesse próprio, nem queres que seja.

Quando um jornalista te perguntou quanto tempo ficarias no Pedrógão, respondeste, fresco como um manjerico, que ficarias o tempo que fosse necessário. Inconcebível para ti tentar prever o tempo que demora a dar uma palavra de conforto a quem dela mais precisa.
Estou-te grata por trazeres à baila o humanismo que tinha caído em desuso na tua classe profissional — e não só.

No mundo médico por exemplo, é de mau tom e eticamente questionável abraçar um doente. Mas às vezes, quando a dor é muita e não sabemos o que dizer, um abraço diz tudo. E digo-te — cá entre nós — que tanto eu, como muitos colegas, já cometemos essa perversão.
Sei que sabes quão poderoso pode ser um abraço.

Fizeste-o quando chegaste ao local da tragédia, por caminhos aparentemente pouco recomendados. És assim. Deixas tudo num reboliço e vais pousar diretamente onde é preciso. E ficas, demoras-te, e inundas tudo e todos de compaixão, como um amigo verdadeiro. Estávamos sedentos de ter alguém assim.
Nesta vida-luta que travamos nem sempre temos coragem para ser genuínos, vulneráveis e humanos, como tu.

Este desamor Marcelo, é para ser vivido longamente.

Espero que consigas inspirar outros a ser como tu e que nos relembres que os valores pessoais falam mais alto do que a profissão que exercemos.

Mas o que quero mesmo, é que, em caso de tragédia, possas ser tu a ir lá dar “aquele abraço” que todos nós gostaríamos de poder dar!"

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Teatro do concelho de Silves apresenta quatro espetáculos no mês de junho no concelho

 Os Grupos de Teatro Sénior do Concelho de Silves apresentar-se-ão em quatro espetáculos durante o mês de junho.

Já no dia 3, pelas 18h00, a peça “O autocarro chega sempre a horas” será encenada pelo Grupo de Teatro Sénior de Tunes, no espaço onde habitualmente este Polo funciona.

“O Passado e o Presente” é a peça que se segue. Irá a cena no dia 10 de junho, pelas 21h30, no Teatro Mascarenhas Gregório, em Silves, com interpretação do Grupo de Teatro Sénior de Silves.

O Grupo de Teatro Sénior de S.B de Messines apresentará na Sociedade Recreativa Messinense “O Ato do Curandeiro”, de António Aleixo. A representação terá luar no dia 16 de junho, pelas 21h30.

Este ciclo de apresentações terminará no dia 17 de junho, às 21h30, com a subida a cena na Sede do Clube de Futebol Os Armacenenses de “A Vida em Retalhos”, cujos papéis serão desempenhados pelos membros do Grupo de Teatro Sénior de Armação de Pera

O projeto “Grupos de Teatro Sénior” é uma iniciativa desenvolvida pelo Município de Silves, através do seu sector de Ação Social, desde 2014, tendo já sido apresentadas diversas obras pelos vários grupos existentes nas freguesias onde existem os Polos de Educação ao Longo da Vida.

Mais informações deverão ser recolhidas junto do sector de Ação Social da Câmara Municipal de Silves, localizado na Rua João de Deus, 19, em Silves (ao lado da Junta de freguesia), através do telefone 282 440 831 ou do endereço de correio eletrónico Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..

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“A laranja não me sai da cabeça” em exposição no concelho de Silves

A Câmara Municipal de Silves assinalou o Dia Europeu da Criatividade Artística com a inauguração no dia 21 de março, da mostra fotográfica “A Laranja não me sai da Cabeça”, mostra essa que, agora, está visitável até dia 21 de abril em vários outros espaços, quer de equipamentos da autarquia, quer de coletividades locais.

  

Assim, os interessados poderão visitar esta mostra nos seguintes locais:

 

Casa da Cultura Islâmica e Mediterrânica

 

Teatro Mascarenhas Gregório

 

Biblioteca Municipal de Silves

 

Castelo de Silves

 

Museu de Arqueologia

 

Casa-Museu João de Deus

 

Museu do Traje e das Tradições

 

Sede da Sociedade de Instrução e Recreio Messinense

 

Sede da ARCA - Assoc. Recreativa e Cultural da Amorosa

 

Sede da Casa do Povo de Messines

 

Sede do Serrano Futebol Clube – S. Marcos da Serra

 

Sede da Associação das Comunidades de Tunes

 

Entrada do Parque de Feiras - Algoz

 

Sociedade Recreativa Alcantarilhense

 

Centro Paroquial de Pêra

 

Recordamos que a iniciativa pretende associar a promoção da cultura e das artes à divulgação da marca Silves Capital da Laranja de uma forma única e criativa, procurando dar a conhecer este produto que é emblemático da cidade e do concelho e tão marcante para a economia do mesmo.

 

Várias imagens, de figuras mais ou menos conhecidas e de diferentes faixas etárias, trarão a laranja ao olhar dos visitantes desta exposição, que resulta de um trabalho desenvolvido pelo sector de Cultura da autarquia.

 

Info: Sector de Cultura da CMS | tel.: 282 440 800 | email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

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João Sousa, professor aposentado, escritor e poeta com obra publicada, devido à idade e às mazelas da doença já não tem forças físicas para reclamar, no entanto, de vez enquanto, escreve... Valerá a pena?

 

João Sousa, professor aposentado, escritor e poeta, com obra publicada, devido à idade e às mazelas da doença já não tem forças físicas para reclamar, no entanto, de vez enquanto, escreve, comenta e, como seu amigo à distância, pergunto-me: Valerá a pena?

Do outro lado da barricada, outro amigo, Carlos Guerreiro, também homem de letras e da escrita, é solidário nos lamentos, ou seja:

Na prática, sou um deficiente físico, propriamente dito, um coxo”, escreve o João Sousa.

Infelizmente, desabafos de dois idosos aposentados, entre os cerca de três milhões de “velhos e velhas” reformados às portas da pobreza envergonhada, embora, não seja o caso do João e do Carlos.

De uma forma informal, publico as queixas de João Sousa e Carlos Guerreiro.

 

Texto João Pina

Carteira Profissional de Jornalista Nº 4 408

 

Peço licença Senhor Presidente

 

Senhor Presidente, não percebi o seu texto e li alguns comentários que também não percebi. O senhor diz que não é político, coisa estranha!….

Bem, permita-me a observação dum homem, nascido nos Braciais e se considera farense, pois fez parte da sua formação académica na cidade, depois continuou, andou por seca e meca, foi professor em dois graus de ensino diferentes (primário e ensino superior) licenciou-se e tentou o doutoramento numa Universidade estrangeira, não tendo defendido tese.

Agora regressou a Faro e elegeu o “95 da PONTINHA” como um lugar de cultura e são convívio e passo lá as tardes.

Para lá chegar, vou encostado a um andarilho, que empurro com as mãos e lá vou, mas, se quero ir à farmácia, café, banco ou outro estabelecimento qualquer onde necessito de ir, tenho que pegar no andarilho às costas e introduzi-lo dentro do estabelecimento.

Sou um doente de PARKINSON, com afetação nas pernas, vai para 20 anos e é o andarilho que me permite chegar onde quero.

Na prática, sou um deficiente físico, propriamente dito, um “coxo”.

E por mim, a cidade não fez nada e devia, pois sou um cidadão em pleno uso das suas capacidades mentais, com direitos e obrigações como outro qualquer.

Amo a cidade, mas não tenho orgulho nela, porque rampa para “coxos não tem. Permita-me esta observação senhor Presidente.

JBS

 

Carlos Guerreiro

 

Como sabes, foi estabelecido um prazo para que as acessibilidades públicas, nomeadamente, as ditas rampas, fossem feitas nos centros urbanos.

Se algo por aí não está bem, para ti que aí vives e para mim que aí me poderei ter de deslocar, isso constitui um martírio inaceitável.

Não tens que ter receio de ferir susceptibilidades, é um direito que te assiste. Obviamente que "só quem passa por elas é que sabe dar o valor", mas nós não nos podemos arrastar eternamente porque os responsáveis assumem e depois não cumprem.

Eu tenho uma scooter eléctrica e devido à falta das rampas andei uns templos com uma placa, mas no concelho de Lagoa têm tido uma enorme preocupação em não discriminar os deficientes.

Basta ligar para algum dos responsáveis das Juntas de Freguesia ou da Câmara, que temos obra em execução um dia para o outro.

Portugal subscreveu "as acessibilidades para todos" e as Câmaras Municipais foram das primeiras a aderir.

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O “Dia dos Namorados” e a história real de Pedro e Carolina que viveram um amor para além da morte

O “Dia dos Namorados” trouxe, a 14 de fevereiro, através da TVI um verdadeiro hino ao amor, uma reportagem real, causadora de lágrimas, reflexão e, sobretudo o sabor e dissabores da vida

Por: João Pina com Sónia Santos

Carteira Profissional de Jornalista Nº 4 408

 

(…) ”Dizem que hoje é dia dos namorados.

Muito bem. Então hoje vou contar-vos uma história de amor. Uma história com pessoas verdadeiramente inspiradores e que nos mostra que é urgente amar, enquanto o tempo é nosso”.

Desta vida que dá outras vidas e que arrebata outras antes do tempo, do tempo em que nenhum de nós está aprontado para a despedida.

Conheci e conheço os personagens diretos deste drama trágico e romântico que parece um filme inspirado na obra de William Shakespeare, a Carolina Tendon com quem falei na véspera da partida (9 de fevereiro de 2014) e o Pedro Pinto, menino homem filósofo, músico cantor, com quem tenho estado sempre a seu lado direta ou indiretamente.

Acompanhei tudo e revivi tudo; também, a morte de um filho que partiu aos 17 anos me deixou as marcas da tragédia até ao fim dos meus dias; mas, a cerimónia da entrega das cinzas do corpo da Carolina ao mar da Praia da Rocha pelo namorado viúvo, Pedro, com mais de 2.000 pessoas trajadas de branco e de mãos cheias de flores, também, brancas, foi divinal de dores gravadas a letras funebres sem rezas pelo meio, a Carolina espediu-se em paz transportada pelo seu Pedro.

Durante mais de duas horameios os amigos e fãs despediram-se da futura médica veterinária, numa produção de homenagem, diríamos teatral, mas de lágrimas em silêncio com o Pedro e outros amigos a tributarem os anos verdes de Carolina com palavras de amor e já de saudade.

O cortejo pela praia e Cais da Praia da Rocha, com o Pedro com a caixinha das cinzas da namorada, Carolina e, os familiares mais chegados até à Fragata da Marinha Portuguesa a fim de lançarem as cinzas em direção ao alto mar, jamais me sairá das minhas memórias.

Durante um ano e meio, acompanhei de perto a edição das palavras no livro "De Mim para Mim" de Carolina. O Pedro realizou o sonho da namorada, ser escritora, foi e é, a título póstumo.

Corremos o país do sul ao norte e do norte ao sul em apresentações sublimes do livro com finais marcados de lágrimas no canto do olho nos presentes anónimos e, de´nós tristes, de choros orgulhosos por lermos as palavras da menina querida do Pedro e da sua mãe Margarida, qual mulher sofrida pela perda.

Foram tantas lágrimas e sorrisos mudos por sabermos que a Carolina qual estrela nos iluminaria no futuro.

(...) “Não fala de compras, de passeios românticos, nem de coisas. Fala de amor. Daqueles que achamos que só existem nas histórias de encantar, porque vivemos cada vez menos encantados”.

(…) “Hoje à noite no Jornal das 8, da TVI”.

(…) “Apaixonem-se. E que nunca mais digam às pessoas que amam. Não têm tempo! É tempo de amar porque amanhã seremos cinza"

(…) “Dois jovens, Pedro e Carolina. Ela morreu. Ele continua a viver com tudo o que ela ainda e sempre representa para si. Que passa pela dança, pelos sonhos, por um livro e por momentos e sensações que a TVI dá a conhecer a todos”.

(…) “Da Carolina para o Pedro, do Pedro para o mundo. Esta é a história de um amor que ultrapassou a linha da vida e nos prova que o tempo nada pode contra quem decide amar, até ao fim”.

(…) “Quando vi a imagem com a tua foto (Pedro Pinto), revivi uma lembrança do passado, uma história como a tua não há, arrepiei-me. 

(…) “Uma história de amor que nasceu em Armação de Pêra mas que pertence ao mundo”.

Por último e, também, por ser amiga dos personagens do filme da vida real, a minha Sónia, a autora do documentário, também me faz chorar a visionar a reportagem e que está a realizar o seu sonho, ser jornalista - que desde os 14/15 anos perseguiu o que hoje concretiza. Está na televisão a fazer o que aprendeu e herdando a minha vocação – parabéns – e que tão bem te iniciaste reportando o amor para além da morte com os teus e nossos Pedro e Carolina.

Finalmente, o Pedro é feliz de novo, merece, este trabalho é dele – a sua grande produção de vida.

 

Para ver o documentário da TVI clique em:  http://www.tvi24.iol.pt/videos/sociedade/pedro-e-carolina-viveram-amor-que-nem-a-morte-separou/58a36f6b0cf2b10cb66111c9

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Raquel Peters, de Albufeira, canta fados d’ encantar de janelas abertas ao mundo

Raquel Peters nascida e criada em albufeira, a capital do turismo algarvio, pertence ao grupo das artistas consagradas na área do fado,provavelmente, a melhor algarvia das últimas décadas e uma das mais conhecidas no país e além-fronteiras.

Texto: João Pina 

Carteira Profissional de Jornalista Nº 4 408

Vencedora de uma Grande Noite de Fados, no Coliseu dos Recreios em Lisboa, outros prémios, sendo, ainda, presença habitual nas televisões portuguesas e, igualmente, com espetáculos nos Casinos de Portugal, Hotéis de Luxo, Teatros, Auditórios Municipais, Festas de Verão e várias digressões ao estrangeiro.

 

No seu currículo estão cerca de dez anos de estudos musicais nas disciplinas de canto, piano e formação musical nos Conservatórios de Música de Faro e de Albufeira. 

 

As suas atuações já a levaram ao Brasil, Austrália, Cabo Verde, França, Espanha, Itália, Suíça, Luxemburgo, Holanda, Bélgica e outros países.

 

Em 2004, participou no especial televisivo da RTP 1 “Amália… É impossível esquecê-la”, a partir do Panteão Nacional. 

 

No mesmo ano, foi editada a compilação “Divas do Fado Novo”, onde marca presença com os temas “Ó alma” e “Lisboa de encontro”, juntamente, com Ana Laíns, Ana Moura, Ana Sofia Varela, Cristina Branco, Katia Guerreiro e Mísia.

 

Um ano depois, com 21 anos, venceu, em Lisboa, a Grande Noite do Fado da Casa da Imprensa. 

 

Paralelamente à música, formou-se, em Psicologia Clínica, desempenhado as funções de diretora clínica na Delegação de Olhão da Cruz Vermelha Portuguesa.

 Raquel Peters é uma das artistas algarvias mais requisitadas na região, sendo de assinalar as suas presenças regulares nos três canais generalistas da televisão portuguesa, em muitos espetáculos no país e também com várias presenças nos Casinos do Algarve e sempre do agrado do público, cantando ao vivo acompanhada por orquestras, banda musicais e guitarristas de acordo com os concertos.

 

 

Aproveitando a nossa presença na preparação de mais uma grande noite de fados e no meio de um café, questionamos Raquel Peters: Contabilizando desde a primeira vez que cantou em público até aos dias de hoje, quantos anos de carreira? 

 

"Era ainda uma criança… Uma pré-adolescente quando pisei pela primeira vez um palco e, nesse momento, todos os interesses típicos dessa idade foram praticamente substituídos por esta paixão pela Música, pelo Fado. Mesmo assim, posso dizer que a Música teve um lugar especial na minha vida ainda mais cedo; os meus pais e avós (que não cantam) sempre adoraram Fado e outros géneros musicais; em nossa casa, havia sempre uma melodia a tocar e eu cresci «embalada» por ela”,respondeu num ápice de tempo.

 

Entretanto, os amigos e os fãs mais atentos à sua carreira, dizem, que se dedicou mais à vida académica, à licenciatura, posteriormente à profissão e só depois ao amor, esposa e mãe. Em meia dúzia de palavras como reage a tais afirmações?

 

"É verdade que sim; penso que tudo tem um tempo certo para acontecer e só consigo avançar atingindo os objetivos que considerei basilares na minha vida, como a minha formação, que tanto me enriquece enquanto profissional e enquanto pessoa. Costumo dizer que a Psicologia (minha área de formação) foi uma escolha feliz, e que a Música é uma predestinação que não posso renegar. O amor e a maternidade chegaram depois, contudo, para mim, no momento exato e foram uma dádiva muito especial que a vida me concedeu”.  

 

Porém, agora que já, felizmente, conquistou tudo muito bem e, embora, nunca tivesse deixado de cantar, como se sente a artista de corpo e alma e de janelas abertas ao mundo como fadista? Com outra e mais vontade de ser a “grande fadista” Raquel Peters que é por direito próprio? Lançamos em forma de pergunta:

 

“Espero que haja ainda muita coisa para acontecer! Vou caminhando, sem pressas nem pressões, sempre na companhia da minha Música e de todos aqueles que, generosamente, ouvem a minha voz e me acarinham; é a eles que devo uma enorme fatia da minha felicidade. Ser fadista ou intérprete, para mim, não é um «direito», é uma espécie de «dever»… É a tal predestinação que devo partilhar, numa atitude de gratidão. Sinto que este poderá ser um ano de mudanças e novidades, alimentando sempre as minhas raízes – o Fado e as tradições do nosso País, que são o meu norte nesta viagem e que me irão acompanhar sempre a cada porto”.

 

E o dever do trabalho, neste caso, paixão, «roubaram» a fadista ao jornalista para ensaiar os tons de mais meia dúzia de fados e lá ficamos a vê-la e a ouvir, ou seja, a  artista algarvia de janelas abertas ao mundo do espetáculo cantou e encantou durante mais um ensaio.{gallery}Raquel Peters{/gallery}{gallery}Raquel Peters{/gallery}

 

 

 

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