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Armação de Pêra - capital dos automóveis antigos - em exposição no primeiro domingo de cada mês

 A vila piscatória de Armação de Pêra, já conhecida como a capital dos automóveis antigos do sul do país e, por obra “Divina de São Pedro”, brindou os proprietários e associados do "Cube dos Veículos Clássicos do Barlavento", no dia 4 de março 2018, por ocasião do 47º Encontro Mensal com um sol primaveril e sem as ondas gigantescas que nos últimos dias têm fustigado a região.

João Pina

Carteira Profissional de Jornalista Nº 4 408

 

Presentes, algumas centenas de fãs das relíquias do passado, e do público em geral dos automóveis de todas as marcas dos anos mais “velhinhos” para se deliciaram com o espectáculo das “4 rodas antigas”, mas sem ferrugem e, como acontece no primeiro domingo de cada mês, sempre com o apoio da Junta de Freguesia de Armação de Pêra.

O Clube dos Veículos Clássicos do Barlavento é, nesta altura do campeonato da divulgação de Armação de Pêra, exceptuando o Clube de Futebol “Os Armacenenses” a disputar com sucesso o Campeonato de Portugal de Futebol com a sua equipa sénior, que de facto faz as honras dos armacenenses, os “Clássicos” sediados na vila, são uma grande “bandeira” da promoção local em direcção ao mundo global.

Parabéns, ao Clube dos Veículos Clássicos do Barlavento.

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Que “Grande Caldeirada” em Armação de Pêra

Realizou-se terça-feira, 27 de Fevereiro, nas instalações do Agrupamento de Escolas, em frente à Junta de Freguesia de Armação de Pêra, por que, na sede da junta não existe espaço para reuniões com mais de cinco ou seis pessoas, um encontro para debate e esclarecimento de ideias para o “Festival da Caldeirada e do Mar” do corrente ano de 2018.

João Pna

Carteira Profissional de Jornalista Mº 4 408

Estiveram presentes, Rosa Palma, Presidente da Câmara Municipal de Silves, promotora do evento gastronómico há muitos anos, Helena Pinto, Adjunta da Presidente da Câmara de Silves e Andreia Martins, Técnica da Autarquia, Ricardo Pinto, Presidente da Junta de Freguesia de Armação de Pêra e os proprietários dos restaurantes da vila, “A Tasca”, “Coentros”, “Estrela-do-mar”, “Holiday Inn”, “O Balbino”, “O Fernando”, "Rocha da Palha", “Restaurante Novo Almadrava” e a CLÃ – Associação dos Comerciantes de Armação de Pêra.

“Festival da Caldeirada e do Mar” a 9 e 10 de junho

A Presidente da Autarquia, Rosa Palma, após saudar os presentes e informar os motivos da reunião, ou seja, os preparativos do próximo “Festival da Caldeirada e do Mar”, a ocorrer a 9 e 10 de Junho. No uso inicial da palavra, talvez, para descomprimir o “frio” entre a presença os comerciantes e da própria junta de freguesia, maioritariamente referenciados como oposição à Câmara Municipal, recordou os muitos anos em que se realizava o “Festival da Caldeirada”, “eu fazia a minha praia em Armação de Pêra, enquanto jovem e, lembro-me bem das famosas caldeiradas de peixe”, acrescentando: “Vinham pessoas de Silves e de todo o concelho aos domingos à praia e às caldeiradas”, para no seguimento, a moderadora da reunião explicar que “ao passar dos anos, o evento de homenagem ao bom peixe e às suas caldeiradas, foi caindo no esquecimento”.

Prosseguindo na sua moderação de improviso, mas sempre com o tema do “Festival da Caldeirada”, Rosa Palma, “aos comerciantes pede-se que tenham em consideração a escolha e apresentação dos pratos, também, aliados à qualidade dos mesmos e de preferência que incidam na gastronomia algarvia, contendo, iguarias da serra ao mar, para agrado dos clientes”, anotou, adiantando: “Armação de Pêra tem uma das melhores praias do Algarve, a vila tem segurança, a Câmara Municipal e a Junta de Freguesia assumem uma maior eficiência na limpeza em termos gerais, pelo que, além de outros eventos, temos em mente ressuscitar um novo e mais dinâmico “Festival da Cadeirada e do Mar” para que seja um postal de promoção e divulgação a esta vila do nosso concelho”.

.Dito isto, entre outras propostas de melhoria da vila e de um melhor entendimento entre a população e a Autarquia: “É, intenção do executivo, uma articulação mais eficiente com a Junta de Freguesia, Associação dos Comerciantes; chamar os próprios comerciantes para trocar ideias, receber mais informação das suas carências e propostas; promover mais a época de Natal, num resumo, difundir mais e melhor a vila de Armação de Pêra”, sublinhou a edil silvense.

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Rosa Palma solicitou aos comerciantes que se manifestassem à vontade, “de olhos nos olhos comigo, estou aqui à vossa frente, vamos acabar com o «diz que disse». De seguida, quase «um a um» dos comerciantes falaram e, como o tema era a “caldeirada”, a conversa passou a desconversa, confecionando-se “uma bela caldeirada”, mas, até acabou por ser engraçada e acabou bem”, confessou no final umdos presentes.

De uma forma sintetizada, foi alvitrado aos comerciantes para não fecharem os resuturantes praticamente na ápoca baixa, “por que, embora, reduzido, continua a haver turismo, nomeadamente, caravanismo e de idosos e com muitos portugueses proprietários de apartamentos e vivendas que na época baixa passam fins-de-semana na região e se queixam de estar tudo fechado", tend o alguns comerciante alegado, “e quem paga os ordenados aos empregados, as rendas de casa, águas, luz, telefone, taxas à câmara e outras despesas”. Alguém, propôs “que se deviam organizar mais eventos culturais, como festivais de chocolate”, respondendo outro comerciante, “mas tenho o restaurante aberto para vender refeições e não chocolates ou amêndoas ou rebuçados (risos). Ainda, um comerciante, referiu que o melhor era acabar com o “Festival da Caldeirada”: “Não há peixe em Armação de Pêra, os pescadores não pescam, não existem empregados qualificados” e, terminou, desta forma: ”Eu, no mês de julho e agosto não tenho sardinhas à venda, não fazem parte do menu”.

É, caro, que outros referiram que se deve requalificar a velhinha praça há quase 40 anos fechada e, agora, utilizada como estaleiro ligeiro e cantina dos funcionários de limpeza da junta de freguesia.

Igualmente, veio à conversa de uma forma informal e à semelhança do que acontece um pouco pelo litoral do país: ”Organizar nos mesmos moldes o “Festival da Caldeirada e do Mar”, até por que dá a possibilidade de vender todo o género de pratos com peixe variado e não só a tradicional cadeirada; o referido festival apresentado à população e turistas, bem como à comunicação social com uma antecedência de 10 a 15 dias, no Mercado Municipal da vila da data já marcada, ou seja a 9 e 10 de Junho. A promoção e o marketing a cargo da Câmara Municipal de Silves será afixada à porta nos restaurantes aderentes. Haverá animação de rua e no interior dos estabelecimentos, não inviabilizando,  porém, que os restaurantes não aderentes ao festival, não tenham nas suas cartas de menus, cadeirada, o que aliás acontece durante o ano, designadamente no verão.

.No último dia, neste caso, na zona do antigo minigolfe, espaço já com raízes para festas, espetáculos, festivais e feiras temáticas: Montar-se a partir das 10,00 horas e até ao final da tarde um bom certame com umas quantas tendas/barracas/desmontáveis, um palco, WC’s, camarins, o que hoje em dia é fácil. A Câmara Municipal de Silves e a Junta de Freguesia de Armação de Pêra têm muita experiência em montar estes equipamentos através das respetivas empresas do ramo. E, finalmente, neste dia, o evento com transmissão em direto por um canal de televisão generalista com promoção ao vivo de Armação de Pêra e de tudo à sua volta e, obviamente, com o foco direto do ”Festival da Caldeirada e do Mar”, o que ficou no «ar» eventuamnente para a edição de 2019.

No uso da palavra, Ricardo Pinto, Presidente da Junta de Freguesia de Armação de Pêra, referiu que sempre teve total disponibilidade para resolver e ajudar os problemas da vila e dos seus habitantes no âmbito das minhas funções: “É, vontade do executivo da junta e, claro, a nossa obrigação de trabalhar em prol da terra e dos seus habitantes que nos elegeram. Podem contar connosco, Junta de Freguesia, desde os comerciantes e à sua Associação, e como é lógico e desde sempre com a Câmara Municipal de Silves, com a qual desejo cada vez mais uma melhor colaboração”.

Em nota de rodapé, apela-se aos comerciantes que deixem de ser “velhos do Restelo” e que têm de sair das suas zonas de conforto; os tempos dos turistas entrarem casa adentro «já foi»; é preciso levar a restauração para a rua através de festivais, feiras e divulgar num dia ou dois, numa pequena «barraquinha», o que têm nos seus restaurantes para vender com um bom serviço e, também, a CLÃ – Associação dos Comerciantes de Armação de Pêra e os próprios comerciantes unir-se, irem para a rua e dialogar, por que não é só a Câmara Municipal e a Junta de Freguesia que têm de fazer todo o «trabalho de casa”, é necessário distribuir competências.

 

 

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Perdi o comboio das modernices das linhas do viver, ou então, ando mesmo passado!

Peguei no Tablet com um post para ler: - Deixa a porra do Facebook, caga-te nessa merda que quero dar uma queca – ouviste. - Mas que porra é esta? Perguntei-lhe: - Então, não lês-te. Há mais de um mês que não me toca népia. 

João Pina

Carteira Profissional de Jornalista Nº 4 408

Sou, por deformação profissional, utilizador do Facebook, por que é uma ferramenta de trabalho e, não uma “entretenha na arte de cuscar” como se costuma dizer.

Posto isto, salvaguardo qualquer conflito de interesses, vamos ao assunto que, designo de “portas e janelas abertas à privacidade e do amor-próprio”

Leio constantemente sem dó, nem piedade e, muito menos pudor, excertos de propaganda da intimidade de pessoas que conheço, bem colocadas na vida, doutores e engenheiros, muitos da treta, «posts» mais ou menos deste teor:

“- Tenho um bué orgulho em ti, és um boy baril, sempre foste fixe pra mim meu. Tu és forte vales bué, aparece pra curtirmos mas cenas, meu («post» com nomes e fotos, ler mais a seguir).

Nos meus tempos de jovenzito e de adolescente a deixar crescer a penugem por baixo do nariz, pensando que, brevemente teria bigode (ainda hoje tenho e já tingido de branco), escrevia todos os “santos dias” uma folha numa sebenta de luxo, o que se tinha passado e desejava que acontecesse no dia seguinte – era o meu Dário – que, escondia, religiosamente numa malinha de papelão que me acompanhava com a roupa quando ia para a Colónia Balnear da GNR (neste caso para os filhos), sita em Buarcos/Figueira da Foz.

O meu Diário era o meu segredo. Ninguém o poderia ler, ainda, hoje, o guardo em sigilo; às vezes para amolecer a nostalgia, vou à procura da minha relíquia literária com mais de 50 anos e, dou comigo quase a chorar de alegria e a rir da inocência da meninice malandra.

Todos os miúdos e adolescentes, bem como as nossas amiguinhas tinham o seu Diário; quais preciosidades, exclusivas, e longe dos confessionários, por que nem 25 hóstias de penitência salvavam quem denunciasse os Diários de alguém.

Deixemo-nos de Diários íntimos, claro, por que já e como entenderam, os nossos pensamentos, devaneios, sonhos, o que fazíamos ou não, só à gente dizia respeito:

Falava, aliás, escrevia sobre os cuscos (as) do Facebook:

Hoje, acontece, tudo por Facebook para milhares de pessoas, ditas, amigas e os amigos dos amigos e seus cuscos, tudo a nu por escrito repleto de erros, símbolos e bonecos caretas a rir ou a chorar, que segundo pesquisa nos esboços dos desenhos quererão dizer: sinto-me, a ver, a ler, a ouvir, a beber, a comer, a viajar para, à procura, a apoiar, a celebrar e, mais data de merdas, que não «capacito riem»

Fico perplexo, integralmente idiota, quando leio aos trambolhões «posts» que sem pedirem licença desemborcam no meu Facebook recados, confissões, pedidos, celebrações, desabafos, manifestações de amor, de declarações de namoro, datas de casados, dias de aniversário, resumindo, tudo o que é do conhecimento a dois e para ser comemorado a dois e na intimidade – entre namorado, mulher, aniversariante, enfim, essas porras todos – hoje, comemora-se e dá-se conhecimento pelo Facebook, só que e, embora, se escreva a pensar nele ou nela, passa a ser para milhares de amigos (as) cuscos (as), seguidores e um número infinito de estranhos…

Vamos, então ao que interessa sem qualquer interesse para mim, mas como digo, no título: Perdi o comboio das modernices das linhas do viver, ou então, ando mesmo passado!

- O meu príncipe faz anos hoje (vá lá, o rapaz não tem cara de príncipe, nem a mãe de rainha).

- Ola maninho eu também tenho muitas saudades tuas, a priminha chegou hoje ai a Faro. Ela também quer te ver. Ela disse que ia te ligar. Beijinhos meu querido (percebe-se e até tem cara de maninha, mas o que é que nós temos a ver com a chegada da priminha…)

- Feliz aniversário querida Nanda  (com atraso)  clip_image002.png;) beijinho e muitas parabéns (Okay, «post» simpático, mas não conhecemos a querida…)

- Sempre um "puto" vir giro ! (perfeitamente entendível para o puto, quiçá da putinha querida)

«Posts» sem bolinha (escritos pelos próprios com os erros e da forma como falam), mas dispensáveis, por que são do foro familiar ou pessoais, para que incomodar tanta gente…

Alguns «post»s com bolinha de cristal:

- Faz hoje anos que te beijei de língua assanhada. Fonix, agora nem com língua nem cas boças, fonix, esta noite vou prá janta com o Xico e o Mané, emborcamos mas jolas pra bindarmos aos cornos, minha cabra do car… (não é ficção, estive para denunciar o «post», porém, como este conhecido é meio marado, só digo, fonix, os cornos são dele e que escreveu).

- Amor, faz hoje um ano que andamos! Amo-te muito, beijo grande (lindo, romântico e real, assisti a esta cena num restaurante, o casal estava frente a frente, não havia nexexidade (como diria o Herman) de escrever este post.

Era giríssimo o cavalheiro erguer uma taça de rosé (o vinho que bebíamos, propunha um brinde e proferia este pequeno discurso em voz meio alto e a malta batia palmas. Agora, pegar no Tablet escrever e depois ela rir meia bêbada, ler em voz alta e nem um beijão dar é, que não…).

Tenho um «post» do “arco-da-velha”:

Um amigo do peito, mais novo duas décadas, há semanas num almoço, aparentava alguma infelicidade conjugal.

Puxei por ele e, ao terceiro copo, pegou no Tablet, começou com o dedo indicador à procura de algo e foi dizendo – Estou farto daquela cabra e da merda do Facebook (que não tem culpa de nada, digo eu) e pôs-me o equipamento à frente dos olhos:

-Lê esta merda!

Peguei no Tablet com um «post» para ler: - Deixa a porra do Facebook, caga-te nessa merda que quero dar uma queca – ouviste.

- Mas que porra é esta? Perguntei-lhe: - Então, não lês-te. Há mais de um mês que não me toca nepia. A gaja, quando lhe toco, resmunga: - agora não – e continua até às tantas agarrada aquela porra, escreve, ri-se, a seguir lê as mensagens e o resto já nem sei. Adormeço agarrado ao pau.

- Eh pá! Tens de ter calma – disse-lhe.

- Qual calma! Qual merda! Esta noite, quando estivermos deitados, mando-lhe uma mensagem: - Como é! Fodemos ou não?

Se estiver agarrada ao Facebook e não der uma queca, mando-lhe outra mensagem:

- Olha, minha, trata do divórcio pelo Facebook, que amanhã mudo a fechadura da porta e não entras mais nesta casa – e depois agarrei na manta e fui dormir para o sofá.

Para meu assombro, passados dois dias li estes «posts» no Facebook e na semana seguinte a conta deste amigo foi suspensa”.

Por hoje é tudo, podem tratar-me mal, até por que escrevi para algumas centenas de amigos (as) e, é a minha opinião e aceito que pensem que estou fora de moda…

Já agora, mais um devaneio

O meu aprender para aprender!

Andava eu, inicialmente, escondido na barriga de minha mãe; depois fugidio, mas não encontrava a porta de fuga e foi preciso a minha avó, mãe dela, puxar pelas minhas perninhas "rata" fora – contava, a D. Maria Antónia, adorada mãe, embora, eu não me lembre de tais façanhas.

- O miúdo já escrevia redações, ainda, na minha barriga de nove meses - relatava às amigas cinquentonas quando publiquei o primeiro livro - cenas de mãe vaidosona da minha escrita precoce, ainda me lembro.

Hoje em dia, até escrevo deitado, só com o dedo direito, no iPhone da Apple com maçã, velho de tanto uso. E, às vezes, na horizontal e quase a dormir, escrevo bacoradas que me vêm à mente por a cama me relembrar cenas macacas com êxtases assolapados

É, isso! 
Saudosista desnaturado, embora, tais juventudes de homem maduro fossem naturais, até por que, nunca dei pontapés na barrida de alguma namorada e muito menos escrevia redações no ventre, ou nas boas coxas-de-dama e nalguns rabos que seria uma pena usar esferográficas?

A minha mãe quando contava estas porras, devia de estar a inventar, não acham? 
Mentiria? Não!
A minha mãe era uma Senhora - friccionava - afinal, saio a ela, sou um ficcionista, escritor mentiroso, claro!
Escritores e Poetas são uma cambada de mentideiros por deformação profissional.

Prontos!
Já nem sei o que tinha na cabeça para escrever - bem, estou na horizontal agarrado às mantas e de gorro na cabeça - melhor era, se uma doida amiga e com prazo de validade por aqui estivesse em tempo de visita.

Okay! Juízo! 
Tenho aprender a aprender portar-me bem, quer dizer - escrever bem para ler-se melhor - todavia e todos os dias não acontece nada que mereça a pena ler – pelo que tenho de engendrar uma chatice, ou seja, “encher chouriços” que valha a pena ler-se, para, assim, granjear escrever.

Em 23.02.2017, pelas 02,30 horas

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Corrupção de funcionário da Câmara Municipal de Olhão. Detenção e buscas pelo MP do DIAP de Faro

(…) “No âmbito de um inquérito dirigido pelo Ministério Público da 2ª Secção de Faro do DIAP foi hoje detido um técnico superior da secção de obras particulares da Câmara Municipal de Olhão, por suspeitas da prática de crimes de corrupção passiva” (…)

Ao abrigo do disposto no art. 86º, nº 13, alínea b) do Código de Processo Penal, informa-se que: No âmbito de um inquérito dirigido pelo Ministério Público da 2ª Secção de Faro do DIAP foi hoje detido um técnico superior da secção de obras particulares da Câmara Municipal de Olhão, por suspeitas da prática de crimes de corrupção passiva. Há suspeitas de o detido, na sua qualidade de funcionário público autárquico,  ter solicitado quantias monetárias a particulares para pareceres técnicos contrários à lei mas favoráveis ao licenciamento de obras.

O detido será apresentado no prazo de 48 horas ao juiz de instrução criminal de Faro para realização de primeiro interrogatório judicial e para aplicação de medidas de coação.

No âmbito da investigação foram realizadas também no dia de hoje buscas domiciliária e ao local de trabalho do arguido  na referida câmara municipal.

O Ministério Público é coadjuvado na investigação pela Diretoria do Sul da Polícia Judiciária.

O inquérito está submetido a segredo de justiça e em 12.01.2018 e ao abrigo do disposto no art. 86º, nº 13, alínea b) do Código de Processo Penal, informa-se que:

Após interrogatório judicial, o funcionário da Câmara Municiopal de Olhão detido esta quarta-feira por suspeitas da prática de crimes de corrupção ficou submetido às seguintes medidas de coação : suspensão  do exercício de funções na Câmara Municipal de Olhão, proibição de exercício da atividade profissional de engenheiro civil, proibição de frequência das instalações da referida câmara e proibição de contactos com testemunhas e outros arguidos. 

O inquérito prosseguirá os seus termos sob a direção do MP da 2ª secção de Faro do DIAP, com a investigação a cargo da Diretoria do Sul da Polícia Judiciária.

 

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Em Quarteira preso preventivamente por roubo e violação

O Ministério Público do DIAP de Faro – Secção de Loulé, apresentou nesta sexta-feira a primeiro interrogatório judicial um jovem por suspeitas da prática de um crime de roubo e de um crime de violação.

Os factos ocorreram em Quarteira e remontam à noite de 23 de dezembro, pelas 22,00 horas, tendo o arguido entrado, por arrombamento, na casa da vítima, de 85 anos de idade. Depois, terá ameaçado e violado a ofendida, tendo também feito seu o dinheiro que encontrou na habitação.

O arguido ficou sujeito a prisão preventiva.

O inquérito é dirigido pelo MP do DIAP de Faro e a detenção foi levada a cabo pela Polícia Judiciária de Faro, órgão de polícia criminal que coadjuva o MP nesta investigação.

 

 

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O médico, João Amado, põe os dedos nas feridas da saúde: “É a nossa vergonha. Hoje, todos voltaram a apontar o dedo ao outro" (...).

Poderia ser, e é também, um sentimento de revolta, de indignação, de comiseração, de tristeza, de angústia, aquele que se manifesta ao constatar imagens como esta, do hospital de faro neste caso, mas que se repete noutros hospitais do SNS. Acima de todos esses sentimentos, há um que me domina: vergonha.

João Amado

Médico e Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Portimão

(Compilação de depoimentos: João Pina – Carteira Profissional de Jornalista Nº 4 408

Vergonha, pois.

Vergonha pela nossa incapacidade, pela nossa incompetência, pela nossa indiferença. Nossa. Incapacidade, incompetência e indiferença dos nossos dirigentes, os atuais e os passados, os locais, os regionais, os nacionais. Incapacidade, incompetência e indiferença minha.

Se a nossa capacidade de intervenção cívica, social, política, partidária, a capacidade dos outros e a minha, não consegue atingir melhores resultados que isto, então que sentimento nos pode invadir senão vergonha?

Vergonha alheia e vergonha própria.
Vergonha, e muita, que esta imagem não é uma excepção, um aproveitamento maldoso desta ou da outra oposição.

Esta é a imagem do poder, deste e dos outros, a imagem da ausência colectiva de capacidade de impedir a profunda falta de humanidade, de dignidade, de respeito, de compaixão que esta foto nos faz entrar pelos olhos e pelo coração.

É uma vergonha.

É a nossa vergonha.
Hoje, todos voltaram a apontar o dedo ao outro.

Amanhã todos voltarão a apontar o dedo ao outro.

Aos outros.

Aos que nos governam, ou aos que nos governaram.

Aos que administram, ou aos que administraram os hospitais.

Ao SNS, ou aos privados. Aos médicos, ou aos enfermeiros, ou aos técnicos, ou aos administrativos.

À esquerda, ou à direita. 
Hoje, vou virar o dedo para mim, fechar a mão, baixar a cabeça e sentir vergonha.

A dar seguimento às palavras do médico, João Amado, publicamos alguns comentários: Canários Serrano: Ao que parece isto é em Faro, mas em Portimão e por essas Urgências deste País, passa-se o mesmo, é de facto VERGONHOSO!”, Maria Elisa Barreiras Muito forte e triste o texto e comentários”. Sónia Caetano: Dr. João: será que estas imagens chegarão a quem pode intervir solucionando o problema de uma vez por todas? É deveras triste e desolador”. João Trindade: VERGONHOSO! AO QUE O NOSSO PAÍS CHEGOU, A SAÚDE PÚBLICA ESTÁ A MAIOR DAS MISÉRIAS DE TODOS OS TEMPOS. O NOSSO HOSPITAL DO BARLAVENTO ALGARVIO ERA QUASE UM DOS MELHORES, AGORA ESTÁ UMA AUTÊNTICA DESGRAÇA”. Carlos Godinho: “É preciso que o povo tome consciência do estado do Serviço Nacional de Saúde e exija medidas por parte dos governantes e não, como alguns fazem, reclame contra os que ainda tentam trabalhar, dar a cara e esforçar-se para que as coisas ainda vão funcionando. Há que distinguir os profissionais que se esforçam, muitas vezes sem condições e arriscando a sua própria segurança dos verdadeiros responsáveis pela situação a que se chegou. Povo português: há mais vida além do futebol e dos programas merdosos de televisão! Abram os olhos!”. José Duarte Santinho: Pura e simplesmente a incompetência desta gente que deveria governar o País. Na sua grande maioria vão para lá para se governarem a eles próprios, aos familiares e a alguns correligionários. Se não fosse o elevado profissionalismo e a dedicação das pessoas que lá trabalham nos hospitais, isto seria muito pior”. Maria Graciete Deveras vergonhoso”. Venceslau Eusébio: Nunca tinha visto esta pouca vergonha. Onde está esse ministro da saúde em casa, não vem isto”. Inês Guerreiro “Muito bem Dr. João Amado. Cada um assuma as suas responsabilidades e as administrações também. Tristeza!” Valdemar Duarte: “Obrigado Dr. por denunciar esta vergonha, e pelo seu texto sem segundas intenções. Tal como o Senhor diz: a culpa é sempre do outro. Também, nós, o povo somos culpados destas situações, devemos exigir mais aos governantes, mas como somos um Pais de brandos costumes pactuamos com estas situações”. Maria Fernanda Natal Sequeira” “Vergonhoso! Onde isto chegou...nunca vi isto. Também sempre tive médico de família... hoje não tenho... Está mesmo mal...” Filipa Alves: “Infelizmente a saúde no Algarve nunca deu um pouco de atenção por parte dos senhores da grande capital... Algarve serve para passar férias e para tudo se sentir em casa nas épocas balneárias! A saúde no Algarve e toda a falta de cuidado por parte da saúde nacional já vem de anos... Isto não é de hoje nem de ontem, isto tem anos de imagem degradante. É triste mas é a realidade”. Ana Paula Filet: ”Já vi até pior na decisão clínica do Hospital de Faro! Triste, degradante e incompreensível Alberto Jesus Vi esta miséria vergonhosa na televisão agora estou vendo no fb não admissível uma desgraça destas vou publicar também Fiquei revoltado com esta realidade como é possível?”. Tony Melo, jornalista consagrado também deu o seu contributo: “Vergonha, sem dúvida, que nos envergonha, passe a redundância. Mas afinal porque acontece? Acréscimo de doentes, sem dúvida, sobretudo pelas gripes, doenças respiratórias e afins. Contudo, os responsáveis não sabiam das contingências? Houve plano, pergunto”. Victor Rodrigues: “Dr. João Amado! Comentários para quê! Depois de ler um texto dessa natureza e escrito por quem está dentro do serviço de saúde nada me cabe dizer, até porque infelizmente já recorri algumas vezes a hospitais e da minha parte quando estive internado fui sempre tratado muito bem, mas sei que nem todos podem falar assim”. Ângela Venâncio Quadros: “É mesmo vergonha! E mais vergonha tenho pelo facto do Poder Autárquico ter uma Providência Cautelar e que pelos vistos não foi utilizada. Vergonha, tenho é de todos os partidos terem assobiado para o lado. Em Portimão se existir movimento cívico disposto a lutar ao lado dos partidos, são apelidados de "gentinha", sim Dr. João Amado é mesmo para termos muita vergonha!”. Ângela Venâncio Quadros: “E mais vergonha, em fez de se aproveitar os recursos para o SNS... os mesmos sirvam para dar sustentabilidade ao privado ... e sempre ao mesmo privado...é mesmo para ter vergonha!”. Já Isabel Rosa garante: “Isto não é só agora, infelizmente desde horas e horas de espera, e mandarem os doentes como a minha mãe para casa sem uma resposta e, simplesmente porque ela há vários anos teve um avc hemorrágico e ficou dependente de nós para tudo com vários episódios”. Maria Dias: “Vergonha sim e revolta nem tenho palavras para descrever o que senti, quando vi tamanha desumanidade. Adérito Alvo: “Caro amigo Dr. João Amado! Nunca estive num Hospital em Portugal. Sinto-me mesmo envergonhado com esta situação. Já estive hospitalizado na Alemanha, Finlândia e Austrália, nada tem comparação com aquilo que estou deparando no meu País. Tenho medo de adoecer aqui. Segundo me parece ainda estamos na Europa! Vamos acabar com as Máfias e pagar devidamente aos profissionais. Um abraço do tamanho do mundo...”.

Ainda, sobre o assunto em debate Carlos Estanislau publica: “Podem-me dizer se o Senhor dos afectos que foi muito bem tratado no Serviço Nacional de Saúde, o senhor que faz de Portugal um oásis ou algum dos dois parceiros dele que só existem com protagonismo em Portugal, passaram pelo Algarve? Terminando com a interrogação: “Temos Autarcas no Algarve?”.

E, nas redes sociais circula um comunicado:

"A equipa de Enfermagem do serviço de urgência do Centro Hospitalar Universitário do Algarve - Unidade de Faro, vem por este meio, divulgar a todos os meios de comunicação, a crescente degradação das condições existenciais aos seus utilizadores.

Esta situação arrasta-se há mais de dois anos, com conhecimento e conivências do CA, que nada tem feito até ao momento, para resolver de forma eficaz as condições deploráveis a que são sujeitos os doentes e profissionais de saúde.

Neste sentido enviamos uma vez mais um aviso ao CA, Ordem e Tutela do CHU Algarve.

Aviso esse em que, uma vez mais, denunciamos a falta de condições de utentes e profissionais do serviço de urgência.

Segue também em anexo fotografias da normalidade quotidiana do SU, já que tudo muda quando somos visitados pela Comunicação Social num mágico "empurrar de gente doente para baixo do tapete" e em que parece tudo ser apenas "mais um pico de afluência". Nesta normalidade quotidiana contamos com uma média de utentes muitas vezes superior a 60 podendo inclusive ultrapassar os 80 doentes numa sala com capacidade para 24. O rácio de enfermeiros nunca é ajustado.

Convém não esquecer que para além das horas de espera pelo atendimento médico que tanto sensacionalismo causa nos telejornais, existem ainda uma parte mais escondida do Serviço de Urgência que são os doente internados em macas durante dias e até semanas.

Estes doentes estão submetidos a autênticas torturas dias e dias. Confinados num ambiente altamente contaminado e saturado, é-lhes negado a sua privacidade (são expostos em frente a toda a gente), não tem janelas nem referências do dia/noite (constantemente expostos ao stress e barulho da urgência 24x7 dias semana).

É-lhes negado o direito a serem cuidados e tratados com segurança. O espaço e o rácio a que estão sujeitos não permitem a prestação de cuidados de qualidade e são um caldo do erro.
É-lhes negado dignidade.
É-lhes negado direito a comer- (muitos não comem apenas porque não tem quem lhes dê comida).
Muitos morrem sozinhos. Sós, rodeados de tanta gente".

Ainda nas redes sociais, pesquisamos algumas centenas de depoimentos, de que destacamos: Fábio Correia “Presenciei durante três dias esta triste realidade e segundo os colegas isto é o “normal” entre novembro e fevereiro... Vê-se na cara de quem tenta prestar cuidados de enfermagem e não consegue chegar à metade dos doentes que tem a cargo”, e Natacha Sofia Fernandes desabafa: “Normal? O pessoal não pode aceitar! Há que haver revolta sempre! Pode ser os nossos a terem de ir para o público... “Temos de lutar! Pelos enfermeiros, auxiliares e doentes! Têm de arranjar dinheiro quando há vidas em jogo! Não é discutível. Rrrrr que raiva!!!”, revolta-se Natacha Sofia Fernandes, enquanto Helena Antunes responde: “Enfermeira Ximenez, todos somos comunistas quando queremos Saúde e Ensino para todos, todos somos comunistas quando vemos a situação a que a saúde no nosso país chegou e alguns são fascistas porque apenas olham para o seu umbigo. Sou orgulhosamente Enfermeira e tudo isto me entristece. Infelizmente pouco podemos fazer pela saúde do nosso país, a não ser diariamente fazer o melhor que sabemos”, e Jorge Carrilho adianta: “Infelizmente os Políticos responsáveis por este sector, não querem nem saber. E são uns atrás dos outros. É o país que temos”. Irene Costa sublinha: “Tanto se fala de saúde, mas que saúde é esta? É isto os cuidados de que tanto se fala nos telejornais? E, Maria Deolinda Coelho Soares confirma: “Apetece-me dizer onde estão aqueles senhores da política, da religião e até da saúde, que vêm para a televisão falar contra a eutanásia? Não será esta falta de condições para cuidar doentes, com falta de dignidade, privacidade e respeito, uma forma de provocar a eutanásia contra a vontade dos próprios doentes?”

E o teor de dezenas e dezenas de declarações não termina: Vitória Lamego garante: “Igual um pouco por toda a parte, é o que dá andar a cortar lotações de serviços. Depois restam os corredores, até parece que cortar lotações acaba com os doentes. A confirmar os desabafos, Isabel Outeiro afiança: “Estas imagens são do meu hospital, onde há dias um enfermeiro triador foi ameaçado com uma arma branca...” e, Antonio Joao Santos Carvalho: “Não desistas daquilo que achas que é justo”, para Paula Monteiro em sua opinião: “As Urgências dos Hospitais não é culpa dos profissionais de saúde, mas sim dos nossos GRANDES... Quantos mais doentes houver nas urgências melhor, não há profissionais de saúde para tantos doentes, assim os desgraçados dos doentes morrem, será menos dinheiro que têm que investir na saúde e nas reformas, seremos menos, nós somos um saco roto, porque os tachos têm os GRANDES”.

Na presente compilação de declarações várias e aleatórias, verificámos que o descontentamento dos enfermeiros, utentes e familiares dos mesmos é unânime – uma vergonha – que salta a olhos vistos por todos nós e que todos, incluindo a classe política dos últimos 30 anos não resolvem ou não pretendem resolver em detrimento dos interesses privados. Fatima Lacao E uma vergonha depois desculpa-se dizendo que é o pico da gripe! E qual será a desculpa que o hospital de Portalegre esteve 24 horas sem médicos na urgência e uma vergonha enquanto deixarem sair os nossos profissionais de saúde para contratarem empresas que nos deixam horas sem fim à espera para sermos mal atendidas é vergonhoso”, Maria Fatima refere: “Colega, vivemos felizmente num País livre em que parece termos liberdade de expressão. E enquanto pudermos usar o direito a palavra pela dignidade humana devemos usá-la. Lutar e exigir melhores cuidados para todas as pessoas é o nosso direito. Viver e morrer com dignidade é um direito constitucional. Ultrapassa política e religião. Um abraço para a colega. Bom Ano com saúde e exigência de melhores cuidados de saúde”, finaliza para dar a palavra a Maria Tavares: “É verdade que doces e salgados não fazem parte da higiene de VIDA, mas isto que vimos nos hospitais é a MORTE certa para muitos. Sr. Ministro da Saúde comece por aí, porque creio eu que há muito a fazer...vivo na Suíça e tenho alguns problemas de saúde, mas nunca nos proibiram de comer ou beber o que fosse. Que eu saiba as visitas não são doentes e alguns até vêm de longe...” Mario Roque Antonio é categórico: “Sou contra este tipo de situação, mas vejamos que não se tem visto esta situação só de agora mas, já em tempos atrás no tempo do governo PSD/CDS aquando o Sr. Paulo Macedo também fez o mesmo, fechava os olhos a muita coisa que vi. Sei que não vai mudar nada, mas chega desta situação vergonhosa”. Maria Judite Paulino Matias confirma: “Vergonhoso o que se passa nos hospitais! Imagens muito chocantes, parece que estamos num PAÍS de terceiro mundo!” Marilia Lurdes Caetano: Os responsáveis deveriam passar por esta situação. Só sentindo na pele entenderiam”, enquanto Liliana Gouveia sublinha: “Uma realidade de tantos outros serviços de urgência... E foi por isso que desisti de ali trabalhar... Não conseguia mais compatuar com aquela forma de 'não cuidar'...” João Santos destaca: “É evidente que qualquer pandemia se torna num pandemónio... O que se vê nessas fotos está a acontecer em todo o país. As pessoas criaram um hábito de, por qualquer ponta de febre que tenham, irem logo para as urgências e essa é a grande causa do caos que está instalado nos hospitais. Graça Pacheco: “Coitado de quem precisa e coitado quem é profissional e não consegue dar o seu melhor porque o sistema não dá condições de trabalho para estes profissionais e sofremos todos, mas estão muito preocupados com os salgados que se vendem nas cantinas, etc., etc. e, já Natália Sofia diz: “Coitados dos enfermeiros, são os que tem mais trabalho. Graça Pacheco sintetiza: “Os enfermeiros trabalham muito e além disso estão sujeitos aqueles micróbios todos enfim. É o País que temos, mas se ficarmos calados é pior, temos que divulgar estas situações” Sofia Morgado: “Façam o favor de nos contratar. Os colegas que estão de serviço nestes locais agradecem. Os doentes ainda mais. Tenham a noção de que cuidamos de pessoas. Não de animais. Pois até estes merecem mais cuidado e atenção. Façam alguma coisa já!”, refere. Rosa Palma é peremptória: “Parecem imagens de hospital em situação de guerra ou uma outra calamidade, mas para o Sr. Adalberto e restantes amigos está tudo está bem!” Gina Lourenço Oliveira renova o descontentamento da classe e dos utentes: “Não sei quem teve a coragem de fazer esta publicação mas quero desde já dar-lhe os parabéns pela sua coragem. As verdades devem ser ditas, um bem-haja por existir. Concordo plenamente consigo. Grande abraço para si, precisamos de muitas pessoas como você”. Lucília Roriz: Meu Deus...ao que nos fizeram chegar... As políticas do passado e do presente... Sempre do mesmo...mudam as moscas...mas o "dejeto" é o mesmo...” conclui. Paulo Santos: “Este tipo de casos passam também no Hospital Amadora Sintra e passa já há muitos anos e nada se faz. Já que os responsáveis não estão a trabalhar em estas condições”. Para José Rodrigues: “Isto começou em 2004. Enquanto o governo não vos foi aos bolsos, estiveram-se a cagar. No governo do Passos Coelho, devido aos cortes que tiveram nos ordenados, começam a preocupar-se um bocadinho e fizeram algumas greves. Agora estão indignados? Que me critique o primeiro que achar que não tenho razão. Isto é uma VERGONHA. Como funcionário de um hospital há 14 anos, sempre me indignei e me insurgi contra as condições a que são votados os doentes e com as quais temos de trabalhar. Isso valeu-me dois processos disciplinares. Isto é uma VERGONHA e não é só no Algarve” e, neste rosário de lamentações, Rita Martins garante: “A saúde no Algarve está pela hora da morte. E é neste contexto que as instituições privadas crescem e se multiplicam a uma velocidade alucinante. O Estado prefere pagar ao sector privado para resolver problemas que decorrem de má gestão, em vez de corrigir o problema de raiz DENTRO das próprias instituições. Igualdade, qual igualdade? Quem tem possibilidades económicas recorre ao sector privado e aí tem uma panóplia de acessibilidades. Quem não tem, recorre à urgência do hospital público, espera e desespera, muitas vezes (tantas!) em condições vergonhosas”. Esmeralda Dinis Carmo recorda: “Já era assim há 28 anos quando lá trabalhei! É lamentável que continue na mesma ou pior! É uma vergonha!” e Eva Verdú  diz: “Chamar comunista a quem quer que seja que se insurja contra esta vergonha, parece-me de uma ignorância que raia a maldade humana. Pode alguém concordar com esta maneira de tratar um ser humano?” Ana Rita Cavaco, Bastonária da Ordem dos Enfermeiro explica, sublinhando: “Luto todos os dias contra esta vergonha. Atacam-me violentamente por dizer que a dignidade das pessoas está no lixo no que diz respeito ao SNS. O SNS é matéria de Segurança Nacional, estruturante para a democracia e liberdade do país. Estou muito orgulhosa dos "meus" Enfermeiros. Os Enfermeiros Portugueses são uns heróis. E perderam o medo. Nunca me calarei, recusem connosco este país”. Cristina Marques Esparteiro continua: “O que é mesmo triste é que esta situação é transversal a todos os hospitais. Há um ano recorri à urgência do Hospital Dr. Fernando da Fonseca com a minha mãe estava com uma descompensação Diabética e cardíaca. Ficou internada em SO  ao fim de dois dias ligaram-me para dizer que a minha mãe ia ser transferida para o HSJ por causa da residência e ia para SO. Eu dirigi-me ao HSJ e dizem-me que a minha mãe estava em balcão com pulseira verde para ser observada. Entrei pelo serviço a dentro à procura da minha mãe e de momento parecia que estava num ambiente de guerra, macas coladas umas às outras com idosos completamente desorientados e lá dei com a minha mãe ao lado de outro idoso que lhe queria tirar os óculos nasais. E então ali estava para ser novamente avaliada quando já tinha sido noutro hospital. Não estava monitorizada, e estava sem comer desde manhã altura em que foi transferida e eram 23 horas. Nem um soro tinha posto. Fiquei muito revoltada porque as pessoas ficam para ali à espera que alguém olhe para elas. Os profissionais para chegarem a um doente tinham que desviar as macas do lado. Que falta de humanização, de privacidade, de segurança que as pessoas sentem quando mais debilitadas estão, os enfermeiros exaustos a correr de um lado para outro para acudir às pessoas depois. Era o sistema informático que tinha ido abaixo, enfim, se eu não tivesse ido falar com o médico chefe de SO e lhe explicasse toda a situação. Hoje a minha mãe já estaria com toda a certeza na quinta das tabuletas”. Joao Lynce refere: “Se é Católica, então não é comunista, o que aqui mostrou é uma vergonha para toda a classe política, que só pensam em encher os bolsos!”.

 

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Américo Mateus de férias no Algarve

 

Américo Mateus, almoçando no "Restaurante O Fernando", em Armaçâo de Pêra

O conhecido empresário de animação noturna, Américo Mateus, com passagens “5 Estrelas” por Luanda, Hotel Universo, Lobito, em Angola, Beira, Lourenço Marques, em Moçambique, Lisboa, Figueira da Foz, Leiria e finalmente, Brasil, hoje retirado profissionalmente, mas sempre um “bon vivant” e a viver em bons hotéis, está de férias no Algarve florido e de clima quente como está acostumado e adora.

João Pina

Carteira Profissional de Jornalista Nº 4 408

(Em atualização)

Américo Mateus, nascido em Portimão, mas com família em Monchique, partiu para África em 1961, aos 17 anos, onde permaneceu alguns anos depois da independência de Angola, regressando a Portugal em 1978 para merecidas férias e “viver dos rendimentos de África”, retomando, porém, a atividade empresarial de exploração de discotecas e bares nas cidades atrás indicadas em 1978. Em África foi proprietário do "Jockey" na Beira e do "Alfredão" em Lourenço Marques e do "Calema" em Lobito, Angola e, em Portugal, depois do regresso de África após a descolonização fundou em 1978 a "Lareira", distrito de Leiria, o "Calema", na Figueira da Foz e o Night Club "Nina", em Lisboa, em 1989 e que vendeu em 2002.

No Brasil, Natal, Nordeste, onde foi passar férias há 12 anos, ainda, por lá permanece em regime de residência turística, tendo, porém, decidido regressar definitivamente ao Algarve a fim de compartilhar a vida com os sobrinhos e sobrinhos netos (José Francisco, Fernanda, Ricardo, Judite, Luís João, Joel e outros, segunda foto), e desfrutar das belezas algarvias e, sobretudo, da gastronomia e dos melhores vinhos.

Américo Mateus é um romântico da vida, humanista muito amigo do seu amigo, sempre com o coração aberto na ajuda aos seus colaboradores ao longo de décadas, descobridor e patrocinador de artistas, mormente, músicos ao proporcionar-lhes excelentes contratos e recomendar o trabalho musical a outros empresários, um “olho clínico” para bailarinas e de strips teases, programador natos de shows de cabarets, pioneiro na contratação de ballets russos e amigo de futebolistas do leste que acarinhava no seu “Benfica”, que acompanhava nos jogos pela Europa para a Taça dos Campeões nos anos áureos do clube da águia.

Ao longo de mais de 50 anos de carreira noturna e artística, Américo Mateus foi e, ainda é, um gentleman, almoça e janta diariamente acompanhado de amigos e amigas, namoradas de uma noite ou de temporadas, pagando as despesas qual filantropo de serviço, aliás, quem é seu amigo, sabe que sempre viveu em hotéis estrelados, “o dinheiro serve para ajudar a ser feliz, desfrutar da vida e manter amizades, para que quero o dinheiro para além de me proporcionar pequenos prazeres que podemos ter…”, diz o empresário e investidor de contentamentos, acrescentando depois de uma boa fumaça do charuto Monte Cristo, “as melhores sobremesas para mim, “são as boas e contínuas gargalhadas que os amigos me oferecem, gosto de rir e ver quem me rodeia sorrir…” 

Na primeira foto do texto: Américo Mateus, João Pina, José Bravo, José Manuel (Cantigas) e Ten. Coronel João Monteiro da Silva.

Na segunda foto no texto: Os sobrinhos e sobrinhos netos, José Francisco, Fernanda, Ricardo, Judite, Luís, João, Joel e namorada, Américo Mateus e outros.

Na terceira foto do texto: João Mesquita, Carla Mesquita, Raquel Mesquita, Inês Mesquita e Américo Mateus

Ver mais fotografias na Galeria de imagens em baixo captadas no "Restaurante Sonabrasa", "Restaurante Dancing Barca Velha", "Restaurante O Fernando" e Holiday Inn Hotel.

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Colégio Internacional de Vilamoura (CIV) com novos projetos

Colégio Internacional de Vilamoura (CIV)  é uma instituição de educação (Pré-escolar, Ensino Básico e Ensino Secundário) com os currículos nacionais e de Cambridge de maior prestígio no Sul de Portugal.

Integrado num ambiente natural único, com um espaço de recreio de cerca de 18 500m2, desenvolveu nos últimos 30 anos um modelo educativo que aposta na aprendizagem precoce de línguas estrangeiras (português, inglês, francês, mandarim, russo e alemão), na investigação, no desenvolvimento do pensamento matemático, na promoção das artes e desporto, prioridades educativas sustentadas pelos valores democráticos e humanistas.

Entre muitas notícias sobre o CIV Colégio Internacional de Vilamoura, a «Algarve Mais Notícias» selecionou algumas e que se publicam:

Enriquecer o seu currículo

O projeto "enriquecer o seu CV" está aberto a 12 estudantes que querem aprofundar um tema do seu interesse. Embora isto seja um trabalho autónomo, há sempre a orientação de um professor. O projeto foi iniciado durante o ano lectivo de 2015/16 e, recentemente, foram apresentados os resultados da segunda edição. Os estudantes pesquisaram e produziram um trabalho de alta qualidade em física, matemática, negócios e direito, que culminaram numa apresentação para os seus pares e professores.

Arina não desenvolveu um projeto intitulado "caso a idade legal da responsabilidade criminal seja alterada no u. K."- Ela explorou a situação atual, uma comparação com a que, factores para e contra uma tal mudança.

O Projeto de Luísa Moura era sobre negócios na medicina, no âmbito deste projeto, falou sobre como aumentar o turismo médico através do investimento em tecnologia de diagnóstico e hospitalidade, mas também levantou o aspecto da medicina curativos que exige testes de diagnóstico para estabelecer o tratamento médico e a terapia.

André Rodrigues pesquisou um ramo menos conhecido de matemática, a teoria dos jogos, focando no número natural conjunto e produzindo uma apresentação muito interessante compreensível por todos.

Ishitro Bhaduri planejou, construiu e programou um robô autônomo que detecta e evita obstáculos. Funcionou muito bem na frente de uma assembleia entusiasta.

Este é, sem dúvida, um projeto que vai continuar, dando aos estudantes uma vantagem ao escrever a sua declaração pessoal para a entrada da Universidade.

Associação de Estudantes para 2017-18 em funções

A Associação de Estudantes do CIV foi recentemente eleita pelos seus pares e já se encontra em funções.

Luísa Moura, Rodrigo Faria (Y13/12ºA) desempenham o cargo de Presidentes; Joana Martins, Junbao Feng (Y12/Y11) são Secretários; Cristina Zhu, Gonçalo Afonso (Y11/12ºA), Tesoureiros; Anya Dranichnikova, Manuel Martins (Y13/12ºA), Organizadores de Eventos.
Boa sorte a todos!

Parabéns aos alunos finalistas de 2017

O CIV deseja a todos os finalistas um excelente ano letivo nesta caminhada que já se iniciou! Preparadíssimos para os desafios do ensino superior, rumaram para várias universidades portuguesas. Entre elas: Universidade Nova de Lisboa |Faculdade de Economia|Nova Business School; Universidade de Lisboa |Instituto Superior Técnico; Universidade de Lisboa |Faculdade de Medicina| Faculdade de Ciências |Faculdade de Motricidade Humana|ISEG; Universidade do Algarve |Instituto Superior de Engenharia; Universidade Católica |Católica Lisbon School of Business & Economics; ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, Escola Superior de Arte e Design.

A todos um percurso feliz e com muito sucesso!

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APEXA inaugura instalações na Guia e apresenta projeto

 A Associação de Apoio à Pessoa Excecional do Algarve (APEXA) apresentou, no passado dia 11 de agosto, o projeto “Agitar”, um programa de formação dirigido a pessoas com necessidades especiais, que tem como objetivo a sua integração na vida social e profissional.

A Associação de Apoio à Pessoa Excecional do Algarve (APEXA) apresentou, no passado dia 11 de agosto, o projeto “Agitar”, um programa de formação dirigido a pessoas com necessidades especiais, que tem como objetivo a sua integração na vida social e profissional.

O projeto, que conta com o apoio do Município de Albufeira e, também, da Junta de Freguesia de Armação de Pêra, concelho de Silves,vai ser desenvolvido nas instalações renovadas da APEXA, localizadas no edifício da antiga Escola do Ensino Básico de Valverde, na Guia, cedido à associação pela Câmara Municipal.

Os presidentes da Câmara Municipal, Carlos Silva e Sousa, e da Assembleia Municipal de Albufeira, Paulo Freitas, marcaram presença na apresentação do projeto “Agitar”, que decorreu na passada sexta-feira, nas instalações da APEXA.

O projeto surgiu da necessidade de inclusão no mercado de trabalho de pessoas portadoras de deficiência ou de algum tipo de limitação, aumentando a taxa de empregabilidade. Numa primeira fase, o projeto “Agitar” vai dar formação a pessoas com necessidades especiais de modo a que estas possam ser formadoras de crianças, jovens e adultos em escolas, empresas e outras entidades.

Concluída a formação, os formandos poderão integrar a Bolsa de Formadores, que continuará a reunir-se semanalmente para produção e divulgação de conteúdos.

Para o presidente da Câmara Municipal de Albufeira, a APEXA é “uma parceira na área social muito importante pelo trabalho que desenvolve na região e no concelho”.

O autarca desejou ainda “o maior sucesso para este projeto, que está direcionado num sentido tão bonito que é o da igualdade, da inclusão e da não discriminação”.

Recorde-se que o Município de Albufeira tem em vigor um Protocolo de Colaboração com a APEXA, que prevê a cedência, desde 2003, das atuais instalações da associação, situadas no edifício da antiga Escola do Ensino Básico de Valverde, na Guia, bem como a cedência de dois gabinetes na Quinta da Bella Vista, onde a APEXA desenvolve o projeto “Pescadores de Sonhos E5G (Escolhas 5ª geração).

A autarquia presta ainda apoio ao nível dos transportes escolares dos alunos portadores de deficiência, com necessidades educativas especiais, residentes no concelho.

Durante a apresentação do projeto foram também inauguradas as infraestruturas renovadas da APEXA, que vão acolher o projeto “Agitar”. As novas instalações incluem uma sala de formação equipada com seis computadores para os formandos, uma zona de estudo, uma sala polivalente, um gabinete pedagógico para consultas e um estúdio para a produção e divulgação de conteúdos multimédia.

A requalificação das instalações resultou da iniciativa de responsabilidade social “Promoção do Bem”, criada pelo Lidl Portugal, que teve como objetivo sensibilizar para a importância de escolhas responsáveis e para a necessidade de ajudar o próximo.

Durante quatro semanas foram identificados alguns produtos onde 50% do valor de venda reverteu a favor de cinco instituições, uma das quais a APEXA, que utilizou o montante angariado para renovar o espaço cedido pelo Município de Albufeira.

A campanha do Lidl prevê ainda a doação de bens alimentares e não alimentares à APEXA ao longo do ano

Ricardo Pinto, Presidente da Junta de Freguesia de Armação de Pêra esteve presente na apresentação do projeto “Agitar”, que decorreu na passada sexta-feira, nas instalações da APEXA.

O projeto surgiu da necessidade de inclusão no mercado de trabalho de pessoas portadoras de deficiência ou de algum tipo de limitação, aumentando a taxa de empregabilidade. Numa primeira fase, o projeto “Agitar” vai dar formação a pessoas com necessidades especiais de modo a que estas possam ser formadoras de crianças, jovens e adultos em escolas, empresas e outras entidades.

Concluída a formação, os formandos poderão integrar a Bolsa de Formadores, que continuará a reunir-se semanalmente para produção e divulgação de conteúdos.

Recorde-se que a APEXA é uma das instituições que beneficia de apoio material e financeiro atribuído da Junta de Freguesia no âmbito do PAIFAP - Programa de Apoio às Instituições da Freguesia de Armação de Pêra.

 


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O famoso “Pastel de Faro” que adoça a cidade da "Pastelaria Alengarve"

Paulo é daquelas pessoas que acreditam nas próprias ideias.

Por isso nunca desistiu de fazer de uma das suas, o símbolo da cidade onde nasceu. Embora, durante alguns anos a aguardar pelo momento certo, o “Pastel de Faro” atingiu o ponto de rebuçado em Janeiro deste ano e já entrou na vida dos mais e dos menos gulosos, isto porque se apresenta em dois tamanhos.
Feito de massa folhada, enfeita-se com as cores de Faro em pequenos riscos de chocolate preto e branco, que nos desafiam a descobrir o que vem depois.

Sem revelar o sempre precioso segredo do chefe pasteleiro, podemos desvendar um pouco deste bolinho que vai deixando o vício em muito boa gente.

E não só na capital algarvia.

São largas as centenas que já ultrapassaram as fronteiras da cidade, da região e do País, para adoçarem muitas bocas pelo resto do Mundo.
Por cá, é mais fácil.

Basta passar pela rua do Alportel e parar à porta do número 50 B.

O espaço da pastelaria é muito atraente mas é do outro lado da rua que nos chega o cheirinho do “Pastel de Faro”.

Na fábrica da Confeitaria Alengarve, uma das mais antigas a sul de Portugal (criada no início dos Anos 70), é onde Paulo Madeira guarda a receita do já famoso doce regional.
“Decidi criar alguma coisa que não existisse numa cidade que, sendo a capital do distrito, lhe falta tanta coisa. No início a ideia foi desvalorizada, mas nunca desisti e acabei por ter reunidas as condições para concretizar o projeto”, refere o autor.
Como qualquer boa ideia, a receita do “Pastel de Faro” tem patente registada e a venda é exclusiva da Confeitaria Alengarve, por isso não adianta andar por aí à sua procura.

E não, não me esqueci…

Desvende-se o mistério: por baixo dos riscos de chocolate preto e branco, deixamo-nos embalar por um delicioso creme de amêndoas, ornamentado a caramelo e fios de ovos.

Hoje não é um bom dia para ficarmos presos a dietas…

Por: Manuel Mendes

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