Dia: 23 de Jun
  • Zen Online

Itens filtrados por data: segunda, 12 março 2018

Monchique contada e cantada d’acordes floridos quais jardins pelas ruas das camélias apaixonadas pelo Algarve

Embora, não se possa falar em longevidade no que toca ao Festival das Camélias, pois o festival vai para a sua 4ª edição pode-se, no entanto, falar na construção e criação de histórias que irão prevalecer por longos anos.

Sendo a Camélia um ícone natural, cultural e patrimonial do concelho não fazia sentido que não existisse um momento em sua homenagem e contemplação. Após 4 anos, existe a certeza e a convicção que Monchique é já uma referência e que reúne em si a distinção de “Jardim do Algarve” e o festival foi e é (mais) um impulsionador deste atributo.

Temos a certeza que apaixonámos todos os visitantes, participantes e coleccionadores e é com base nesta premissa que arrancamos para esta 4ª edição. 
O ano passado a camélia reuniu as artes e os ofícios. Tivemos performances itinerantes. Tivemos teatro circo. Tivemos apresentações de livros. Concertos. Exposições. E acima de tudo tivemos a satisfação de quem organizou e a contemplação prazerosa de quem nos visitou.
Este ano vamos centrar toda a programação nas artes performativas.
Vamos ter animação circulante constante.
Vamos ter um concerto que junta piano, guitarra, contrabaixo e harpa todos combinados num único instrumento. O Chapman Stick.
Vamos ter poesia à solta.
Vamos ter performances e teatros.
Vamos manter, claro está, a exposição de camélias, a mostra de artesanato e doçaria e as duas rúbricas criadas no ano passado: “Ilustra-te” e “Festival Comvida”.

A primeira lança um convite a um artista para criar ilustrações do festival, onde a camélia está sempre presente. A segunda rúbrica pretende trazer ao festival o trabalho in loco de artistas, através da criação de peças originais para o Festival das Camélias.
Vamos manter a Rota das Camélias, este ano em versão peddy paper com um final muito peculiar e particular!

Acompanhe-nos nesta viagem! Junte-se a nós nos dias 24 e 25 de março e contribua para mais uma história de sucesso.

Discreto e cheio de vida, este festival promete captar a sua atenção e interesse, este ano no edifício do antigo Casino das Caldas de Monchique, assim como no espaço envolvente. A beleza do local e a particularidade dos cenários naturais e bucólicos deste estabelecimento termal irão contribuir para que este festival ganhe, ainda mais, destaque.

Quem ainda não nos visitou, em edições anteriores, lançamos um desafio: parta à descoberta com disponibilidade para a surpresa e para o encantamento. Prometemos o empenho na construção e criação de histórias que irão prevalecer por longos anos, na memória de todos aqueles que decidirem deixar-se apaixonar pela beleza desta maravilhosa flor que facilmente nos transporta para o mundo maravilhoso da cor, da alegria e do romance.

Ler mais ...

HAMMAM - o Segredo do Rejuvenescimento e se a primavera tivesse um ritual seria o Hammam.

O Hammam é o rejuvescimento do corpo e da mente – há quem lhe chame momento sagrado. Em Portugal está disponível no Pine Cliffs Resort e no Sheraton Cascais Resort

O Serenity – The Art of Well Being tem sempre os melhores tratamentos e está a par das tendências mais atuais. Numa fase em que a saúde e o bem-estar estão cada vez mais em foco e diretamente relacionados com tudo o que comemos, usamos ou fazemos, a equipa Serenity sugere, mais do que um simples tratamento, um ritual que promete a conquista de pura felicidade para corpo e mente.

O Ritual de Hammam e a Cerimónia do Banho Turco, disponíveis no Pine Cliffs, A Luxury Collection Resort e no Sheraton Cascais Resort, proporcionam a todos os que visitem o spa uma viagem pelos rituais mais puros e antigos do Mundo.

Os tratamentos de Hammam são considerados por muitos um momento sagrado, de onde corpo e alma saem totalmente reenergizados. Compostos por cinco passos, os rituais começam com um banho para preparar o corpo e a mente para relaxar. Segue-se o momento em que é aplicado o místico sabão preto, feito do mais puro azeite e de misturas de ervas com benefícios terapêuticos, que dilatam todos os poros para uma limpeza em profundidade, eliminando as células envelhecidas e a banho turco deixando a pele pronta para o passo seguinte. A exfoliação feita com a luva Kassa, composta por fios de algodão puro e fios de seda fina, é um momento revigorante e intenso, purificando e nutrindo a pele ao mesmo tempo. Quando termina essa fase, fica uma sensação de calor que reduz a fadiga, a dor muscular e estimula o espírito. O quarto passo é o que distingue o ritual marroquino do turco: enquanto no Ritual de Hammam todo o corpo é envolvido em Ghassoul, um dos segredos mais bem guardados conhecido por argila da beleza, que durante 15 minutos

estimula e rejuvenesce a pele, na Cerimónia do Banho Turco com a ajuda da temperatura da sala, do gel espumante, de um pano próprio, de água e de movimentos cirúrgicos, a terapeuta cria uma nuvem de espuma que irá envolver o corpo para uma massagem relaxante. Ambos os rituais terminam com um banho em cascata perfumado com óleos Charme D’Orient, a marca exclusiva que assina todos os produtos usados, tornando a pele num manto de seda e a mente relaxada em equilíbrio com todos os sentidos.

Alguns dos benefícios de se entregar a estes rituais passam pela possibilidade de fazer um detox físico e emocional, nutrir e hidratar a pele com vitaminas e minerais essenciais anti-envelhecimento ajudando a tonificar a pele e a torná-la mais firme, diminuir a tensão muscular acalmando dores musculares e reumatismos, estimular o sistema imunitário, ativar a circulação do sangue, entre muitos outros. Tudo isto, apenas com produtos naturais puros e pelas mãos dos melhores terapeutas.

No Pine Cliffs, A Luxury Collection Resort a experiência é levada a cabo numa sala inteiramente revestida a mármore, que não só permite uma viagem no tempo através da sua arquitetura e design como maximiza a prevenção de calor e combate o aparecimento de microrganismos e bactérias.

O Ritual de Hammam e a Cerimónica do Banho Turco estão agora disponíveis no Serenity – The Art of Well Being Spa no Pine Cliffs Resort (Duração: 50 minutos. Preço: €150) e no Sheraton Cascais Resort (Duração: 80 minutos. Preços a partir de €120).

Sobre o Serenity – The Art of Well Being

Serenity – The Art of Well Being é uma nova marca de spa de luxo desenvolvida pelo principal entidade proprietária e gestora de resorts de luxo em Portugal United Investments Portugal (UIP). A marca Serenity – The Art of Well Being destina-se a proporcionar experiências memoráveis, ambientes perfeitos e programas que irão promover a saúde e o bem-estar no seu sentido mais amplo. A sua missão é promover uma combinação harmoniosa entre cenários idílicos, produtos e serviços topo de gama, experiências personalizadas e experiências ímpares para corpo, mente e espírito. A marca inspira-se na cultura e tradições de cura indígenas, e uma crença profunda no bem-estar como um processo totalmente integrado.

Sendo um dos melhores e maiores Spa europeus foi recentemente nomeado “Melhor Resort Spa” nos World Travel Awards e a sua diretora, Maria d’Orey, recebeu ainda o prémio de “Melhor gestora de Spas em Portugal” nos World Luxury Spa Awards 2017.

A marca, uma das melhores e maiores de spas da Europa, está localizada no Pine Cliffs, a Luxury Collection Resort, em Albufeira, e no Sheraton Cascais Resort.

Para mais informações consulte: serenity-spa.com

  • Publicado em Turismo
Ler mais ...

Valas e Holly Hood são cabeças de cartaz da primeira edição do festival ‘Geração VRSA’

Vila Real de Santo António recebe, nos dias 23 e 24 de março, a primeira edição do Festival «Geração VRSA». Concertos, performances, workshops e uma mostra associativa vão marcar esta iniciativa especialmente dedicada ao público jovem, que conta com Valas e Holly Hood como cabeças de cartaz logo na edição de arranque.

 

O «Geração VRSA» será também o pontapé de saída de um projeto mais vasto para unir as estruturas juvenis e as associações formais e informais do município que, durante dois dias, terão um espaço livre para divulgar as suas atividades e um microfone aberto para exporem o seu trabalho.

Por essa razão, a programação do festival foi também preparada em conjunto com os estudantes dos vários agrupamentos de escolas do concelho, que tiveram uma palavra a dizer na escolhas dos artistas e no alinhamento do festival.

Um dos pontos altos será a Mostra Associativa, que terá lugar nos dias 23 e 24 de março, na Praça Marquês de Pombal, onde perto de duas dezenas de coletividades locais irão mostrar o seu trabalho e apresentar diversas performances.

No sábado, dia 24, a tarde será dedicada aos workshops que irão pôr em prática áreas tão diferentes como fotografia, culinária, hip hop, arte, scratch ou teatro.

No que toca aos concertos, o dia 23 estará aos comandos de Andrums e Valas, enquanto no dia 24 de março o palco principal é de Possesivo e Holly Hood.

Com forte ligação ao hip hop, Valas já deu mais de 100 concertos em Portugal, sendo a grande maioria com o seu grupo Matilha 401. Em 2016 assinou contrato com a Universal Music Portugal e, logo de seguida, entrou em estúdio com Lhast para trabalhar no seu primeiro single com o selo da editora multinacional: «As Coisas».

Incondicional fã de rap, Holly Hood já passou por palcos como o Meo Sudoeste, Lux Frágil ou o Festival Iminente. Depois desse impacto, empenhou-se em preparar a segunda parte do seu disco, «Sangue Ruim», da qual se destacam os singles «Ignorante» e «Cala a Boca».

Os dois concertos terão lugar no Centro Cultural António Aleixo, em Vila Real de Santo António. A entrada diária para os espetáculos custa 6 euros, estando também disponíveis passes para os dois dias pelo valor de 10 euros.

O Festival Geração VRSA 2018 é organizado pela Câmara Municipal de VRSA e conta com o apoio dos clubes, coletividades e associações do concelho e dos Agrupamentos de Escolas D. José I e de VRSA. À exceção dos concertos, todas as atividades são de participação livre e grátis.

 

 

 

 

Ler mais ...

“Cafés D’Alma” em concertos em Faro e Alcoutim

Os “Café D’ Alma” apresentam-se em Faro, no dia 16 no “Clube Farense” e a 17 de março, no Espaço Guadiana, em Alcoutim, ambos os concertos pelas 21,30 horas.

No palco estará um grupo que tem na sua génese as raízes da música portuguesa. “É, no entanto, na sua fusão com outros géneros que se apura a sua identidade entre o tradicional e o fado, passando pela música de cabaret e o flamenco, tudo serve de desculpa para juntar mais umas notas e contar mais uma história", é desta forma que a banda se define.

Um pouco d’ Alma…
"Café D’Alma” nasce em 2013 pelas mãos do guitarrista e compositor Nicholas Ratcliffe, cuja vontade de explorar as raízes da música portuguesa há muito se manifestava, tendo nesse vasto universo, composto a música lusitana, “quis que o fado, o folclore e a canção coexistissem procurando uma nova linguagem musical”, explicou.
Após uns anos dedicado à composição de música para filmes, anúncios, teatro e outros registos do meio audiovisual, conhece Nádia Sousa num dueto com o Maestro Vitorino de Almeida, onde interpretava clássicos da música francesa e, de imediato: “A sua voz, entrega e postura no palco foi determinante e um sinal evidente de estar perante a pessoa certa para dar voz ao projecto que idealizara”, argumentou Nichoas Ratcliffe. Nádia Sousa é dotada de uma extraordinária versatilidade, como provam também as suas participações em discos com Spelling Nadja e Pedro e os Lobos e, aceitou o convite, que não tardou, e abraçou o projecto, ainda sem nome, dando voz aos primeiros poemas e melodias já escritos, segundo as palavras de ambos.

A cumplicidade sentida foi uma agradável surpresa e dela resultaram novas sonoridades que enriqueceram o material existente, deixando intacto e sempre presente o estilo português.

Ao fado, folclore e canção juntava-se, agora, entre outros, um cheirinho a cabaret, flamenco e música clássica…
Sendo que, a feliz afinidade levou o dueto a querer alargar o naipe tímbrico, procurando músicos e explorando os instrumentos que melhor se adequassem, pelo que se juntaram:

Jaime Ferreira, baixista que participou em discos de Dwelling (onde conheceu Nicholas Ratcliffe e com quem veio a gravar o álbum “Humana”)

Ava Inferi, tinha a experiência e criatividade necessárias para assumir a direcção rítmica do grupo e a sua parceria com o desenhador Andreas Tangen no projecto Wranth são exemplo dessa maturidade onde assume a solo e de improviso a responsabilidade tonal do espectáculo.
Bárbara Santos, uma jovem e talentosa violoncelista que concluiu a licenciatura na Escola Superior de Música de Lisboa e obteve o segundo lugar no Prémio Jovens Músicos 2014, na categoria de música de câmara, nível superior, participando, ainda, na gravação de um álbum dos “Flor de Lis” assim como na gravação de duas bandas sonoras com música de André Barros e outra de Nicholas Ratcliffe, pelo que habituada a um repertório de carácter mais erudito demonstrou versatilidade e um sentido estético que optimizou a dinâmica do grupo, prevendo-se que o ano de 2018 seja de sucesso para os ”Café D’ Alma”, banda oriunda de Lisboa e prestes a conquistar o púbico algarvio.

Ver mais imagens em baixo na Galeria:

Ler mais ...

Taxa turística no Algarve aprovada pela AMAL não tem unanimidade das 16 autarquias

Desmentindo a notícia recentemente veiculada pela Associação de Municípios do Algarve (AMAL), por não corresponder à verdade dos factos e à posição do Município de Silves.

Em comunicado, a Câmara Municipal de Silves, salienta junto da comunicação social e da opinião pública em geral, que a Edilidade silvense é contrária à introdução de uma Taxa Municipal Turística na região do Algarve, não acompanhando por isso, a deliberação tomada pelos restantes 15 municípios.

"Na realidade, contrariando o teor errado das notícias, não existe unanimidade entre os 16 Municípios do Algarve sobre a aplicação da Taxa Turística"

Esclarecemos que o Município de Silves não se fez representar na reunião da AMAL de 9 de março do corrente que debateu o assunto, tendo contudo, justificado a ausência e comunicado previamente e por escrito a sua posição que é contrária à aprovação da Taxa Turística.

O Município de Silves considera que a introdução da Taxa Municipal Turística é na prática um imposto “encapotado” (falta-lhe natureza bilateral, não proporciona contrapartidas), e como tal, só pode ser instituído pela Assembleia da República (ou pelo Governo com autorização legislativa), não pela AMAL ou por cada município. Noutra perspetiva, a sua eventual criação, redundaria num fator de maior desigualdade territorial e aprofundamento das assimetrias intrarregionais, para além de produzir efeitos contraproducentes na promoção da atividade turística.

Por fim, e fundamentalmente, por razões de princípio, o Município de Silves discorda que as insuficiências financeiras das autarquias ou de entidades com as quais o Estado tem obrigações, devam e possam ser resolvidas através da aprovação casuística de novas taxas ou impostos, exigindo-se, ao invés, que o Governo dei cumprimento integral à Lei das Finanças Locais, transferindo os meios, a que aquela Lei obriga, no sentido da prestação de melhor serviço às populações e da criação de condições mais favoráveis ao desenvolvimento local.

 

  • Publicado em Turismo
Ler mais ...
Assinar este feed RSS
×

Sign up to keep in touch!

Be the first to hear about special offers and exclusive deals from TechNews and our partners.

Check out our Privacy Policy & Terms of use
You can unsubscribe from email list at any time