Dia: 18 de Dez
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Evento terá lugar na Quinta dos Vales, com a banda Zeus Faber

Jazz nas Adegas agendadas para os dias 18 e 19 de janeiro 2019

Esta atividade, organizada pela Câmara Municipal de Silves, integra, mais uma vez, a programação cultural 365 Algarve e conta com produção artística do Ginásio Clube de Faro. Trata-se de uma iniciativa que pretende dinamizar culturalmente os locais onde se produzem os Vinhos de Silves, numa simbiose entre o vinho, o seu produtor e a música, proporcionando uma experiência única ao público, em locais pouco usuais para a apresentação de um concerto de Jazz.

Os concertos são, como habitualmente, acompanhados de provas dos vinhos produzidos pelas adegas anfitriãs, e contemplam ainda a degustação de tapas de produtos locais, num conceito de reconhecido sucesso que marca a oferta cultural de qualidade na época baixa de procura turística pelo Algarve.

Os ingressos têm um custo associado de 12 euros (inclui, para além do concerto, prova de vinhos do produtor, degustação de tapas de produtos locais, voucher de visita ao Castelo e Museu Municipal de Arqueologia e a oferta de uma garrafa de vinho), encontrando-se à venda na plataforma BOL em https://www.bol.pt/Comprar/Pesquisa?q=jazz+nas+adegas&dist=0&e=0 ou num dos seguintes locais: FNAC, Worten, El Corte Inglés, CTT Correios, Pousadas da Juventude, Quiosques Serveasy. O evento destina-se a maiores de 18 anos.

As próximas sessões do Jazz nas Adegas terão lugar nos seguintes dias/locais e com os seguintes artistas:

18.jan. 21h00 | 19.jan. 17h00

Zeus Faber                            

Quinta João Clara, Alcantarilha

Marca: João Clara

Zeus Faber can be found playing in a range of settings, while always striving to compose multicultural sounds, based on jazz and the varied influences of the musicians involved.

The repertoire is made up of original songs composed by João Araújo, pianist of this project. Despite his job as a marine biologist, this musician has always kept up a busy artistic life, taking part in various music projects from rock to jazz, such as Patrina Morris, Jazztaparta, Low Tech Groove, Sabrosas Funk and others.

QUINTA JOÃO CLARA

A história desta Quinta inicia-se em 1975, quando João Clara decidiu adquirir esta propriedade e plantar a sua primeira vinha.

Localizada na freguesia de Alcantarilha, com 28 hectares, tem na vitivinicultura a sua principal atividade.

O “João Clara Tinto – Vinho Regional do Algarve”, primeira referência desta quinta, foi lançado em 2006, concretizando o sonho dos seus produtores, que escolhem António Maçanita como enólogo e Júlio Antão como artista plástico, para “vestir” a primeira garrafa e elaborar a imagem da marca João Clara: uma chaminé algarvia.

Atualmente, a Quinta João Clara é dirigida por Edite Alves e as suas filhas Ana e Joana Alves.

Lagoa abraça projeto piloto “3 em linha”

O Município de Lagoa é uma das 47 entidades nacionais a aderir ao projeto piloto “3 em Linha - para a conciliação da vida profissional, pessoal e família”

Município de Lagoa é uma das 47 entidades nacionais a aderir ao projeto piloto “3 em Linha - para a conciliação da vida profissional, pessoal e família”, cuja cerimónia pública teve lugar no passado dia 5 de dezembro, em Lisboa.

Numa apresentação conjunta realizada pelo Primeiro-ministro, António Costa, pelo ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, José António Vieira da Silva, e pela ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques, o Governo apresentou um programa que propõe uma mudança cultural e que convoca a sociedade a assumir um compromisso coletivo com medidas de impacto a curto, médio e longo prazo para a promoção do equilíbrio entre a vida profissional, pessoal e familiar no setor público e privado.

Assim, e porque Lagoa tem a conciliação entre as dimensões profissionais, pessoais e familiares na sua agenda, foi subscrito um Pacto de Conciliação que prevê a integração da Câmara Municipal de Lagoa nas 47 entidades nacionais aderentes ao projeto piloto de conciliação (entre 21 organismos da Administração Central e empresas públicas, 11 câmaras municipais e 15 empresas privadas).

Com este projeto, que prevê a implementação de um sistema de gestão para a conciliação, o Município de Lagoa conta implementar, numa primeira fase, três medidas de conciliação, votadas de entre 16 como prioritárias pelos trabalhadores/as da autarquia, num processo participativo. Posteriormente, serão igualmente votadas um pacote de medidas relacionadas com o tempo de trabalho e o desenvolvimento de sistemas de apoio pessoais e familiares.

A subscrição do Pacto de Conciliação - Sistema de gestão da conciliação da vida profissional, familiar e pessoal, como Organização Bandeira, revela o compromisso deste executivo camarário no desenvolvimento de um programa interno rumo à efetiva igualdade entre mulheres e homens para uma cidadania plena e que permita a realização de escolhas livres em todas as esferas da vida. O impacto deste programa será avaliado três anos após o seu lançamento.

De colete amarelo na gaveta

"Por cá, o deputado do PAN continua na sua cruzada sobre os direitos dos animais e quer abolir os provérbios que falam mal do bichos. Como “Agarrar o touro pelos cornos”, ainda por cima com IVA a 6%

Em França o presidente que casou com a primeira namorada, e que começou a namorar com a primeira namorada antes de ter idade para isso, está em maus lençóis, até porque devido ao que disse atrás, nunca mudou de lençóis e já devem estar muito gastos. 
O Caos está instalado em França pela mão do povo.

Em Portugal não temos nada disso. Não precisamos de coletes amarelos para instalar o caos. 
Temos uma geringonça. Só o primeiro ministro parece que não está em greve, ou melhor está em greve á resolução dos problemas do país, e as greves passaram a ser o dia a dia e o custo no PIB deve ser assustador, mas não vem nas noticias.

Marcelo continua na sua magistratura de influência, dizendo que deve haver diálogo e a sustentar António Costa que tem na mão, os “tintins” do “Ti Celito”, que eu pensava ter origem , ( como já aqui referi) , num filme que Costa tinha de Marcelo em Moçambique a roubar berlindes aos meninos indígenas.
Afinal a razão era outra e parece que não foi possível abafar mais, a namorada do Sr. Presidente era funcionária de topo do BES e pelos vistos fazia parte da chamada Comissão de Partes Relacionadas que tinha como objectivo avaliar a solvabilidade dos produtos financeiros do BES, que como se veio a provar , eram mesmo muito solúveis.

Ora, alegadamente, serão estas “Partes” que Costa tem na mão e leva Marcelo a “dobrar-se” tanto perante um rol de asneiras e incompetências na governação nacional, branqueadas pelo “Ti Celito” entre selfies e abraços, fazendo da Marcelo TV, o garante da Geringonça e o afundamento do país. 
Marcelo depois de se ter visto na CM TV, a dar banho e mudar de calções na Praia, percebeu que arranjar outra namorada ia ser muito difícil, pelo que tem que se agarrar á que tem. 
Marcelo já tentou levar a namorada ao “Casados á Primeira Vista” , mas a senhora diz que não vale a pena , pois a coisa já custa a funcionar mesmo sem câmaras.

Ferro Rodrigues, a segunda figura da nação, ficou possesso com o relatório do Tribunal de Contas sobre a gestão da Assembleia da Republica que mostra que o valor em despesas não explicadas, (com o dinheiro dos nossos impostos) de cerca de 3 milhões de euros, é no mínimo pornográfica. 
O Dinheiro gasto por ano com os 230 deputados, dava para resolver o problema dos enfermeiros, durante quase 10 anos, e assim acabar com a greve que segundo parece é a única que não tem legitimidade, porque parece que o sindicato não é da CGTP.

Rui Rio tem o PSD feito num ninho de ratos. A Maçonaria infiltrada num “Montenegro” de intrigas disfarça o apoio incondicional que está a dar a Costa, pois têm, os dois instruções para fazer um Bloco Central, uma vez que foram os dois á reunião de Bilderberg juntos e a agenda tem que ser cumprida. 
Costa já fez a parte dele chegando ao poder e agora terá Rio que lá chegar, mas numa primeira fase coligado. Depois logo se vê. 
Balsemão ao contratar o irmão do primeiro-ministro, e ao levar pela mão António Costa tem garantida a sobrevivência do seu Grupo empresarial que subsidia “a sinusite”.

Carlos César, o impoluto e incorruptível líder da bancada do PS, está também indignado com os deputados que faltam ao parlamento, porque os que receberam dinheiro a mais com as viagens para as ilhas não tem importância porque é um custo da insularidade, uma coisa que ele também já resolveu, pois não tem nenhum membro da família a produzir riqueza, mas sim a viver á conta do Orçamento. 
Agora faltar ao emprego, e ainda por cima por em causa gastos que podem ser distribuídos em ajudas de custo, que pagam viagens a dobrar é mesmo imoral.
Carlos César já se solidarizou com Ferro Rodrigues e está já a preparar a mudança do Presidente do Tribunal de Contas. Há quem diga que já encontraram uma caixa de pizza no gabinete do Sr Presidente do Tribunal de Contas. Ainda não se sabe bem se por ter feito horas extraordinárias para concluir o relatório, ou por ter contratado uma secretária Italiana especialista em assuntos da Sicilia, porque não percebe como ainda não prenderam ninguém.

O Governo vai aumentar o ordenado mínimo dos funcionários públicos, e vai ficar 35 euros acima do privado. A Aximage já vai fazer outra sondagem para a semana, e Costa estará mesmo á beira da loucura, perdão, da maioria absoluta.

O Presidente do Eurogrupo, Mário Centeno, puxou as orelhas ao ministro das Finanças português, Mário Centeno, pois parece que os números que o ministro das finanças Mário Centeno, apresentou ao Presidente do Eurogrupo Mário Centeno, não são fiáveis e vão ser precisas medidas adicionais.

Por cá, o deputado do PAN continua na sua cruzada sobre os direitos dos animais e quer abolir os provérbios que falam mal do bichos. Como “ Agarrar o touro pelos cornos”, ainda por cima com IVA a 6%. Não tinha pensado nisso, mas tomei conhecimento que já há creches para cães, que custam perto de 300 euros por mês, onde os cães aprendem entre outras coisas a interpretar provérbios, e os psicólogos já detectaram depressões complicadas em alguns animais, e ainda não perceberam se por andarem a ver as crónicas da Ana Gomes , ou do Marques Mendes, quando estão no sofá, e os putos no chão, ou se é mesmo dos provérbios, tipo, “ Cada um tem o cão que merece “ By Fanan. Daí a grande preocupação do deputado do PAN.

Até eu que gosto de fazer provérbios pensei muito no assunto e como prevejo que a seguir devem proibir o anuncio ás “alfaces do Lidl”, já me tinha antecipado e fiz um provérbio de referência já prevendo o futuro, e defendendo os direito das nozes deixarem de ser chacota popular. Assim fiz este provérbio.

“Dá Deus vozes a quem não tem mentes”  By Fanan.

Boa semana, e não se esqueçam do colete amarelo, bem guardado, não vão ser multados.

Município de Lagoa, Auditório Carlos do Carmo, ou “Aprender a ser para melhor aprender”

 

Plateia cheia para receber o colóquio “Aprender a ser para melhor aprender”

Plateia cheia para receber o colóquio “Aprender a ser para melhor aprender”, organizado pelo Município de Lagoa no passado dia 30 de novembro para assinalar o Dia Internacional das Cidades Educadoras. O elevado número de participantes obrigou a autarquia a deslocalizar o colóquio para o Auditório Carlos do Carmo, onde palestrantes convidados e visitantes partilharam muitas ideias sobre o que é e como deveria ser a Educação.

“Sentimos a educação e a cultura como base da nossa sociedade, esses são os nossos pilares e o nosso investimento”, referiu, na sessão de abertura, o presidente da Câmara Municipal de Lagoa, Francisco Martins. Dirigindo-se aos presentes, o autarca falou da importância das partes no todo:“Esta rede é uma rede internacional, mas obviamente que se constrói em parceria com as pequenas redes locais, concelhias”.

Na mesma linha de pensamento, Paulo Águas, Reitor da Universidade do Algarve (UALg), citou um estudo das Nações Unidas que encara Portugal como um país muto desenvolvido, com um índice de desenvolvimento humano que está no 41.º lugar. Contudo, adiantou, “não podemos estar satisfeitos quando a taxa de pré-escolar é de 85,6%; somos a segunda região do país com a taxa mais baixa no contexto nacional (cuja média é de 86,4%).”

Para Paulo Águas, “temos que estar em permanente desassossego para fazer mais e melhor”. Patrícia Constante, psicóloga no Município de Matosinhos, também um parceiro – Cidade Educadora, trouxe ao colóquio a importância da “Contribuição da Literacia Emergente para o desempenho em leitura no 1º CEB”. A psicóloga divide o projeto “A ver vamos…, criado em 2015, com mais 11 colegas que avaliam a importância da intervenção precoce da literacia emergente e do contexto de oportunidades em que se constitui a educação de infância.

Patrícia Constante atestou que se “observam relações de reciprocidade entre conhecimentos e competências na leitura e na escrita” através de um dos estudos apresentados no qual participaram 117 alunos de Matosinhos, observados em 2007-2008, no Pré-Escolar, e depois em 2011-2012, no 4.º ano.

A intervenção de Sandra Barão Nobre recuou um pouco mais com o painel Ler faz bem… aos Bebés XXS também!”. Depois do projeto de voluntariado inicial criado pela Imprensa Nacional – Casa da Moeda, em 2016, intitulado “Ler faz bem”, e aplicado no Hospital de St.º António, Porto, a biblioterapeuta desenvolve agora um projeto de leitura na ala de Neonatologia no Centro Materno-Infantil do Norte, no Porto, com pais e bebés prematuros. “Ler para o bebé promove uma sensação de controlo, conforto e normalidade, estabelece uma vinculação efetiva com o bebé, na medida em que ultrapassa a barreira física e psicológica da incubadora ou máquina, que o apoia”, declarou.

Estudos de países como os Estados Unidos, Reino Unido ou Canadá “confirmam que ler em voz alta a bebés prematuros mais de duas vezes por semana tem um impacto positivo no seu desenvolvimento cognitivo, quando avaliada aos 2 anos de idade. Vocaliza sons mais cedo e adquire vocabulário novo com mais facilidade em relação a bebés prematuros a quem não foi lido”, revelou. Os estudos científicos confirmam igualmente os benefícios da leitura para os pais e mesmo para os profissionais de saúde, “que estão a ser treinados para a capacidade de escutar histórias, permitindo-lhes fazer um melhor diagnóstico do doente”.

João Canossa Dias, da Associação para a Recuperação de Cidadãos Inadaptados da Lousã (ARCIL), referiu que “as melhores histórias são palcos para a inclusão”. Na sua intervenção: “Livros para a participação, histórias sobre inclusão!” falou da importância de adaptar as histórias. “O livro pode e deve ser um excelente instrumento de inclusão na educação de todas as crianças!”, rematou.

E é em torno das emoções positivas que Lourdes Mata, do Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida (ISPA) intervém. O painel “As emoções na sala de aula – conhecer, reconhecer e gerir para Aprender a Ser” fala da importância das emoções, nomeadamente as emoções de realização. “Porque a criança aprende sempre - a criança nasce para aprender -, mas se puder aprender de uma forma positiva, tanto melhor, e essa aprendizagem positiva deve ser levada também para as aprendizagens escolares”.

“Uma espiral de bem-estar conduz a um melhor funcionamento, logo, a uma melhor aprendizagem e as crianças necessitam de ser apoiadas nesse desenvolvimento emocional”, acrescentou. Afinal, as emoções positivas permitem alargar o enfoque na atenção e desenvolvimento de estratégias muito mais abrangentes e, depois, construir mais competências e crescer mais.

Para a construção deste bem-estar é de elevada importância a relação que a criança estabelece com os seus pares, mas sobretudo com os seus pais. Em Quem tem medo da Parentalidade Positiva?”, Magda Gomes Dias, autora do blog Mum’s the boss”, da obra “Berra-me baixo” e fundadora da Escola Parentalidade e Educação Positivas, falou sobretudo de uma filosofia de respeito mútuo entre pais e filhos.

O conceito assenta em cinco pilares (o respeito mútuo, o vínculo, a parentalidade pró-ativa, a liderança empática e a educação sem punição) e estes têm por base a inteligência emocional, a arte das questões e a comunicação positiva.

Magda Dias reforçou a importância do papel dos limites e regras, lembrando que “a melhor oportunidade de ensinar os miúdos é quando algo corre mal”“O grito, a ameaça, o castigo, a humilhação e a moeda de troca não são parentalidade positiva – apesar de tudo isso funcionar, mas quero acreditar que a maior parte de nós não o quer usar como estratégia”, adiantou.

As boas perguntas, que merecem ser escutadas e exploradas, o pensamento divergente, a Filosofia para Crianças e Jovens foram as temáticas abordadas por Dina Mendonça, do Instituto de Filosofia da Universidade Nova de Lisboa, na conferência Filosofia para Crianças e Jovens: alguns aspetos fundamentais”.

Esta conferência permitiu refletir nos poucos momentos existentes nas escolas para promover e cultivar a pergunta. É preciso ensinar a criança a pensar bem e a colocar boas perguntas. Conversar com perguntas provoca uma espécie de faísca mental”, referiu Dina Mendonça.              

“Quando nos concentramos”, por exemplo, “em não dar as respostas que estão dentro de nós, possibilitamos às pessoas saltos de pensamento que não prevíramos”, refere a docente e investigadora.

“O questionamento cultiva a curiosidade e a esperança”, refere, “mas as perguntas incomodam”. É talvez por este motivo que Dina Mendonça confessa: “conheço as pessoas pelas perguntas que me fazem”.

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