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João Pina e as histórias verídicas das noites de Lisboa contadas por quem as viveu Destaque

 João Pina é o escritor que quebrou tabus da sociedade portuguesa através dos seus livros, lidos por milhares de pessoas e das muitas entrevistas e reportagem passadas pelas televisões. 

João Manauel dos Reis Pina - João Pina iniciou o seu percurso profissional como funcionário judicial dos tribunais aos 18 anos, no 11º Juízo Cível da comarca de Lisboa, no final da década de 60, depois de ter estagiado uns meses no Tribunal da Comarca do Fundão, onde vivia com os pais. Antes de entrar para os tribunais, estudou em Lisboa, Castelo Branco, Covilhã, Fundão e depois mais tarde em Lisboa de novo.
Entre os tempos de funcionário público e serviço militar como miliciano, frequentou os teatros e o ambiente do Parque Mayer e as melhores salas de animação noturna da capital, como o Maxime, Bico Dourado, Tágide, Frufru, Nina, entre outras, onde conviveu com artistas, músicos e empresários da noite. Assim, quase sem dar por isso, principiou a sua atividade de agente artístico, onde pontificavam os nomes de Artur Pereira e Carlos Pires, em Lisboa, e Cipriano Costa e Cruz, no Porto, como sendo os mais importantes do país na altura.

Muito jovem, 23 anos, e ainda a fazer parte dos quadros do funcionalismo público, mas com um pé num famoso escritório de advogados (Dr. Ângelo de Almeida Ribeiro, na altura Bastonário da Ordem dos Advogados), onde exercia as funções forenses de solicitador, e à noite colaborava já como agente artístico.
Foram anos dourados, nos quais João Pina ganhou dinheiro, fama e contatos para sempre. Nos primeiros anos trabalhou sozinho, porém, aos 27 anos, fundou a SOCINARPE - Agência Internacional Artística e de Publicidade, Lda., com sede na Praça da Alegria, Nº 58, 2º (no edifício do Maxime), continuando a agenciar artistas, bandas musicais e pugilistas, enquanto, ainda tinha tempo para coordenar campanhas de publicidade para as rádios.
Com a crise política instalada no país, viveu intensamente o período do PREC a seguir ao 25 de Abril, fez parte de equipa de segurança do principal partido político na altura e participou em 16 comícios como coordenador de segurança, de publicidade e ainda de speaker. A par disso, esteve envolvido na organização de sessões de boxe no Parque Mayer, frequentando, ainda, as salas e os ginásios onde aprendia e praticava esta modalidade como manutenção física.
Nos anos conturbados de 1974 e 75, desenvolveu o seu trabalho de agenciamento de conjuntos musicais, artistas de music-hall e ballets, os quais, na sua generalidade, partiram para o estrangeiro, já que em Portugal imperava a desorganização e o caos na animação noturna, verificando-se muitas vezes o saneamento dos empresários das boites e dos casinos com os quais colaborava na programação artística.


A partir de 1976, afasta-se definitivamente do trabalho dos tribunais e de Lisboa, criando a empresa BOTEPE - Sociedade Exploradora de Espetáculos, Lda., que comprou as Boites «A CAVE», em Alcantarilha, Algarve, «O MOCHO», na Praia de Mira e «O FORNO», na Figueira da Foz, fixando residência em Armação de Pêra.
Em 1979, negociou as boites «O MOCHO e «O FORNO», ficando só com «A CAVE». Em 1980, passou a administrar o Restaurante D. JOÃO, em Alcantarilha, que transformou em Casa de Fados, e o Restaurante GIRASSOL, na Praia da Senhora da Rocha, em Armação de Pêra. Independentemente de gerir «A CAVE», transformou a SOCINARPE nos ESPECTÁCULOS ALGARVE, que deu continuidade à atividade de agenciamento de artistas, promotor de espetáculos e eventos culturais um pouco por toda a região algarvia.
No ano de 1987, abandonou completamente os negócios de animação noturna, passando a dedicar-se a tempo inteiro à escrita, continuando, porém, a exercer até aos dias de hoje a atividades de agente artístico, produtor e organizador de espetáculos e eventos desportivos no Algarve.

João Pina é dos agentes artísticos mais antigos a exercer a atividade em Portugal e a ALGARVE MAIS foi, sem dúvida, uma das mais credenciadas empresas no sector de animação, de representação e de gestão de carreira de artistas, músicos, bandas, agrupamentos teatrais e do mundo do espetáculo até aos anos de 2014.
Pelo exposto, era natural tivesse contactos privilegiados com todos os intervenientes da atividade artística e espetáculos, desde artistas, músicos, bandas, agentes, promotores, produtoras discográficas, meios de comunicação social, incluindo os canais de televisão, organizadores e promotores de espetáculos públicos, desde os Casinos do Algarve aos melhores hotéis da região, Câmaras Municipais do Algarve e Baixo Alentejo e outras entidades oficiais e privadas.

Depois de ter passado mais de uma década em Lisboa, entre os términos dos estudos e como funcionário dos tribunais cíveis da capital e, finalmente, no mundo do espetáculo e da publicidade, João Pina foi parar ao Algarve, quiçá, soprado pelos ventos dos pós 25 de Abril, região onde teve residência.

João Pina começou a escrever com cerca de 14 anos em plena adolescência nos tempos de estudante em Castelo Branco, Fundão, Covilhã e Lisboa. Ainda tem uma sebenta escrita à mão com versos inspirados nos «Lusíadas», de Luís de Camões e, contam os amigos desses tempos de estudante, que naquela época ele (João Pina) aproximava-se das colegas jovens e “entregava-lhes um poema de amor e elas iam na cantiga…”, contaram amigos desse tempo de estudante.

Na fase adulta, a sua principal ferramenta de trabalho sempre foi a máquina de escrever, pelo que as notas e versos escritos com esferográfica nos toalhetes das mesas dos restaurantes e esplanadas que frequentava eram depois passadas à máquina e guardadas religiosamente.

Ainda, hoje, recorda os rascunhos feitos na «Brasileira do Chiado» e na «Cervejaria Trindade», que depois deram em poemas, alguns deles declarados na Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) com músicas do falecido compositor e amigo, Carlos Rocha, que depois veio encontrar na Torralta, no Algarve a partir de 1976 e onde continuaram a parceria de autores.

A viver no Algarve desde o início de 1976, dedicou-se durante uma dúzia de anos aos negócios de restauração e de animação noturna, mas sempre a escrever nas horas vagas.

Afastado de vez dos negócios da noite, retoma, em 1988, a sua paixão de sempre – a escrita – assim, em 1989 escreve e edita o livro  «UM HOMEM DA NOITE»  que, ao fim de uma semana, se tornou num Best-Seller, passando João Pina a ser considerado escritor e presença habitual nos jornais de referência e em vários programas de televisão.

Em 1990, seguiu-se  «PROFISSIONAIS DA NOITE», que confirmou o sucesso do livro anterior e nesse ano é convidado a ingressar na «RÁDIO LAGOA».

Nesta estação radiofónica, permanece até 1993, desempenhando cargos de direção, realizando e apresentando programas de entretenimento diários, sendo, ainda, o jornalista de serviço, contribuindo para que fosse, durante alguns anos, a melhor rádio local do sul do país.

Em 1993, passa a editar a revista generalista  «ALGARVE MAIS», um sucesso editorial que ainda se manteve mais de 20 anos.

Em 1995, edita mais um livro, «DOR DE CORNO», outro êxito de vendas.

Em 1996 lança o Jornal  «PRAIA DOURADA»  e, em 1998, é a vez do Semanário Desportivo  «O CAMPEÃO», seguindo-se posteriormente a revista  «BOXING – Desportos de Combate & Fitness».

Na década de 2000 escreveu a biografia «LIBERTO – O BIG BOSS»  e recentemente mais edições revistas dos livros  «UM HOMEM DA NOITE»  e  «PROFISSIONAIS DA NOITE»  que se encontravam esgotados há anos.

Embora, o jornalismo seja sua profissão há décadas, mas a escrita livre, de memórias, biográfica, ficção, é o amor de sempre, pelo que a publicação do livro  «ESTADO DE ALMA» foi a consequência lógica por o autor ter aberto as gavetas, descoberto e compilado uma série de textos em jeito de poesia e outros inspirados aos tempos que passavam.

Entretanto e para encerrar um ciclo de 20 anos de escrita permanente, João Pina decidiu coordenar alguns dos seus escritos que foram publicados na revista «Algarve Mais» e editar o livro com o título «BOCA NO TROMBONE».

O culminar de um ciclo de vida passada a escrito, romanceada e poética, João Pina publicou de «DEVANEIOS» em finais de 2015, tendo, prontos a sair mais dois livros em 2017.

Uma breve sinopse dos livros de João Pina em condições de venda:

 

«UM HOMEM DA NOITE»

É a história de um rapaz recém-chegado a Lisboa, vindo das Beiras com a cabeça cheia de ilusões e sonhos.

Inicia-se nos tribunais como funcionário de justiça e, ao mesmo tempo que se embrenha nos processos cíveis, nos julgamentos e nas penhoras, toma os primeiros drinks e conluia-se com a outra Lisboa, a do Cais do Sodré e a vida noctívaga.

A partir daí, tudo se mistura, funcionalismo público, a tropa em tempo de guerra colonial, a prostituição, a corrupção e as suas mazelas.

O 25 de abril atravessa-lhe a vida agitada e recheada de broncas incontáveis.

Umas vezes sem dinheiro para comer e outras com os bolsos a abarrotar.

Os favores dum servidor do Estado, que há muito se deixou envolver pelo sistema, aliado às benesses que tira das outras vidas, sobretudo, do mundo da noite e do bass fond, fazem dele um homem adorado, invejado e, por fim, desesperado.

O leitor, ao ler este livre, vai do princípio ao fim sem despegar os olhos do enredo e de muitas situações hilariantes, tal o envolvimento por que é arrastado.

Escrito de um modo simples e acessível, com muitos diálogos, é por vezes um livro violento, apaixonante e que marca uma época de Lisboa e da vida da maior parte dos homens.

 

«PROFISSIONAIS DA NOITE»

Um ex-funcionário dos Tribunais Cíveis da Comarca de Lisboa e um amante da «noite», abandonou a capital do país e fixou residência no Algarve, repartindo, agora, os dias na exploração de um cabaré e a sua paixão de sempre.

Lisboa.

Homem marcado pelo seu passado recente, tenta regenerar-se e reintegrar-se na sociedade civil.

Que encontra nessa sociedade?

Mais prostituição, mais corrupção e uma catástrofe chamada.

DROGA.

Afinal tudo é pior do que nos tempos em que trabalhava nos tribunais e frequentava o Cais do Sodré.

Casas de prostituição espalhadas pelo país, agências de prostituição de elite, homens prostitutos, os engates nos hotéis de luxo, a prostituição no Parque Florestal de Monsanto, nas ruas e avenidas de Lisboa. Casas de massagens. Os travestis.

E tudo presenciado por alguns agentes de autoridade que bebem uns copos, curtem com as mulheres da noite, dão-se bem com os marginais e passa tudo na maior.

Como entra a droga no país, a dependência e hábitos dos toxicómanos. O tráfico da heroína, do haxixe, da coca e dos drufs e speeds (comprimidos). O mercado negro com os farmacêuticos. Os Centros de Prevenção e Recuperação dos toxicodependentes.

O porquê da prostituição e da droga?

Quem beneficia verdadeiramente com o negócio?

O autor retrata-se desapiedadamente em cada página dos  «PROFISSIONAIS DA NOITE», usando o vocabulário nu e agreste das trevas do submundo da noite e por vezes do crime, usando termos comprometidos para legitimar a rigorosa autenticidade, ferindo, talvez, muitas sensibilidades.

Arguto e perspicaz, denuncia situações aviltantes no caminho do vício e da vida fácil, mas afinal difícil e muito perigosa.

 

«DOR DE CORNO»

Depois de “Um Homem da Noite» e «Profissionais da Noite», o regresso de quem conhece a noite como poucos.

Um homem que teve a coragem de assumir o que foi e de dar a conhecer ao mundo, em palavras simples, mas cruas, sem subterfúgios, os meandros da prostituição, da droga e do submundo de Lisboa.

Cinco anos depois de «Profissionais da Noite», isolado, agora, no Algarve que lhe deu abrigo e o «salvou» da vida mundana da capital, João Pina revela-nos, com uma simplicidade tocante, histórias de homens angustiados, solitários, que todas as noites afogam num copo de whisky as mágoas de uma vida de traições e desesperos.

Uma história de paixões, de «cornos» e de regressos: atraído, ainda, pela noite de Lisboa que o fez homem, não resiste a revisita-la. Encontra-a como a deixou há vinte anos, e de podridão e luxúria, mas sempre atraente.

Chocante, direto, sensual e verdadeiro, este é o livro por que esperavam todos os que anseiam por conhecer histórias verídicas da noite e a vida apaixonante de um homem nascido na Beira Baixa, filho de um cabo da GNR, que de um dia para o outro se vê no papel de «filho» abonado das trevas de Lisboa.

E um dia, farto de ganhar dinheiro, mas, já cansado da cidade grande, decide dar o «trambolhão» decisivo e meter-se no seu jaguar rumo ao sul.

João Pina não aborda só a noite. Com dureza e sem «papas na língua» conta com realidade o que é o dia-a-dia dos casais de hoje.

A infidelidade! O adultério!

As causas e consequências.

Um livro a não perder e na senda do êxito dos anteriores.

 

«BOCA NO TROMBONE»

Os conteúdos do presente livro não são uma novidade para os milhares de leitores que seguem o escritor e jornalista João Pina há cerca 30 anos, no entanto, acreditamos que vão fazer mossa nas consciências de quem os reler ou ler pela primeira vez.

Conforme se escreve no texto da página 5, o autor nunca pretendeu mudar o mundo e muito menos endireitá-lo, mas sim contribuir com as modestas e humildes palavras escritas pela vida fora, melhorá-lo um pouco. Aliás, refere que os dias que decorrem estão difíceis de viver, que existem cerca de dois milhões de pessoas no limiar da pobreza envergonhada, milhares de crianças com fome, idosos sem uma palavra meiga, uma sopa quentinha e um lar para os abrigar do frio e da chuva.

João Pina é um homem polémico, ao longo dos anos tem sido odiado, mal-amado pela frontalidade com que escreve e põe o dedo nas feridas, mas também é um cidadão homenageado devido aos serviços prestados ao Algarve e aos algarvios pela defesa e forma com que se empenha nas causas coletivas.

Nos dias de hoje e cada vez mais, inquieta-se com o somar do desemprego, as condições de acesso à saúde, justiça, educação, sobretudo ao desgoverno que os políticos estão a infligir nas populações.

O autor retrata o que lhe vai na alma nestes últimos 20 anos, acerca do pensar e forma de vida dos algarvios, da atuação dos políticos mercenários que têm (des) governado o país. Ninguém escapa à língua afiada em forma de escrita de João Pina, pelo que ler e refletir o publicado na «BOCA NO TROMBONE» é obrigatório.

 

«ESTADO DE ALMA»

Neste livro de João Pina, fala-se na forma de poemas numa linguagem pessoal, em que o autor mostra que escrever poesia é falar de momentos introspetivos no seu estado mais puro.

Nessa sua fantástica intimidade, porventura codificada, ele, o poeta, observa-se num constante fluir de emoções diversas, pensamentos inesperados, constatações do aparentemente evidentes…

De igual modo, ele, o poeta, olha o que acontece em seu redor… uma mulher perdida na noite… uma notícia de jornal… um invulgar acontecimento do quotidiano.

João Pina, assume, assim, inequivocamente, uma sentida revolta contra a tragédia social e humanitária em que o país se encontra mergulhado.

As delirantes medidas de austeridade, o insensato aumento de impostos, as centenas de despedimentos diários, s falências intermináveis, a partida sem data de regresso de milhares de jovens em busca da esperança perdida.

E tudo o poeta vê, o poeta sente, o poeta guarda, transformando esses pensamentos e observações únicas num genuíno «ESTADO DE ALMA», onde, apesar de tudo, continua a existir espaço para momentos de infinito amor, de incontido prazer e de deliciosos desvarios, próprios de um homem que, vivendo sem mulheres, nunca deixou de se sentir só.

Tudo isto é mote de temas em jeito de poesia.

Segundo, João Pina, «ESTADO DE ALMA» não é apenas um livro de poesia, ou tão-somente de poemas, mas sim, um livro de desabafos, devaneios e, sobretudo, de muitos recados ao mundo em que vivemos.

 

«DEVANEIOS»

Devaneios»  são o resultado de horas de insónia e da correria do autor em publicar diariamente “coisas” suas no Facebook, qual biblioteca virtual para milhares de amigos, comentários de incentivo e de discórdia na hora.

«Devaneios»  são pensamentos românticos ou travessos e cruéis de quem mora a vida ao pormenor e nas horas aziagas reclamam em busca de soluções convencionais mas descritas em jeito de poemas.

A escrita e poesia de João Pina não é catalogada e muito menos pertencente a correntes literárias, possivelmente é, o espelho de um operário anarca das palavras e da meditação irreverente do tempo sem prazo para conversar, conviver, desfrutar a vida.

Vida!

O que é a vida?

Questiona João Pina nos poemas inspirados ora na meia-luz da noite ora no vazio das fartas madrugadas que tem vivido.

Devaneios»

 São retratos a preto e branco almejados com amores cúmplices do dia-a-dia das pessoas imperantes de todas as vivências e estudadas pelo olhar atento do autor, que depois as transfigura em amontoados de palavras que às vezes emocionam e tocam na sensibilidade humana, palavras tais prescritas por João Pina e que na maioria resultam em linguagem própria em forma de poesia.

«Devaneios» é o sétimo livro do autor e o segundo de poesia e que se recomenda a sua leitura.

O QUE A CRÍTICA LITERÁRIA DISSE DOS LIVROS DE JOÃO PINA:

“É o maior escândalo da literatura depois de Eça de Queiroz” | “Nem Jackie Collins conseguiu contar coisas tão picantes” | “Conhecer as diversas facetas da agitada vida do João Pina como andarilho do mundo” | “Vidas originais coo original e inesperado são estes livros de oportunidades” | “O livro choque do ano” | “O escritor da noite, o escritor do outro lado da vida, o escritor maldito” | “Ultrapassou todas as barreiras e protocolos literários, dada a frontalidade e o modo coo escreve” | “São, sobretudo, violentos e corajosos” | “Estas obras são o produto vivo da «Universidade da Vida», testemunhada pelo catedrático da noite, João Pina, que usa o vocabulário nu e agreste das trevas do submundo da corrupção e que viveu”.

CONTOS DO PINA DA NOITE

«Um Homem da Noite: As mossas da prostituição! Corrupção e desespero»

Assim se vende, logo na capa, o livro de João Pina, e ele, o autor, coo é que se apresenta?

Droga, prostituição e outras coisas feias. O Pina da noite sabe tudo sobre isto e conta como foi. Nós fomos ouvi-lo e contamos também.

Págs. III-6/7 “O INDEPENDENTE”, dirigido por Miguel Esteves Cardoso e Paulo Portas, de 9 de dezembro de 1988.

Se ainda não leu “João Pina”, aproveite a oportunidade de adquirir um dos seus livros devidamente autografado pelo próprio.

PARA ADQUIRIR OS LIVROS AUTOGRAFADOS PELO AUTOR

“UM HOMEM DA NOITE” - Best Seller com 512 páginas e capa dura

Em promoção: 17.50 € - portes dos CTT incluídos

"PROFISSIONAIS DA NOITE” - Best Seller com 276 páginas

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“DOR DE CORNO” - Best Seller com 255 páginas

Em promoção: 15.00 € - portes dos CTT incluídos

“BOCA NO TROMBONE” – Atualidade com 234 páginas

Em promoção: 16.50 € - portes dos CTT incluídos

“ESTADO DE ALMA” - Novidade 115 páginas

Em promoção: 15.00 € - portes dos CTT incluídos

“DEVANEIOS” – Novidade com 234 páginas

Em promoção: 15.00 € - portes dos CTT incluídos

Encomendar e combinar pagamento através do email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

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Modificado emquarta, 14 fevereiro 2018 11:26

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